Internacional, Turismo

Amsterdã Remove Um de Seus Pontos Mais Fotografados

A prefeitura de Amsterdã removeu ontem, segunda-feira (03), da Museumplein (Praça dos Museus) um dos cenários fotográficos favoritos dos turistas que visitam a capital holandesa: enormes letras vermelhas e brancas que compunham o slogan “I amsterdam” (jogo de palavras que, em inglês, significa “eu sou Amsterdã”).

O Conselho Municipal decidiu pela remoção atendendo a um pedido do partido ambientalista Groenlinks, segundo o jornal holandês Het Parool. Os políticos verdes argumentaram que as letras, dispostas em frente ao museu Rijksmuseum (Museu Nacional), se transforaram num símbolo do turismo de massa e do “individualismo exagerado”.

Apesar de críticas contra a medida, a maioria dos membros do Conselho votou pela retirada das letras de até dois metros de altura. O slogan “I amsterdam”, porém, continuará sendo usado para promover o turismo na cidade.

“As letras representam o caráter aberto e tolerante de Amsterdã”, afirmou uma representante do marketing turístico local.

Após dez anos de incontáveis visitas de turistas que subiam, sentavam ou se deitavam sobre as letras para posar para fotos, as enormes letras deverão passar por uma restauração. Mais tarde, elas voltarão a ser expostas em diferentes pontos da cidade.

Uma versão menor do monumento pode ser encontrado no Aeroporto Internacional de Schiphol, a sudoeste de Amsterdã.

Fonte: DW

Religião, Turismo

O País que Quer se Tornar a ‘Nova Meca’ e Atrair Muçulmanos, Cristãos e Judeus

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Em meio a um processo de grande transformação política – que quer deixar para trás o passado de dominação soviética e um governo autoritário que se manteve no poder por quase 30 anos, até 2016 -, o Uzbequistão ambiciona se tornar uma “nova Meca”, um destino para peregrinos muçulmanos, cristãos e judeus de todo o mundo.

Um dos países mais populosos da Ásia Central, com quase 30 milhões de habitantes, ele conta com um grande número de mesquitas e santuários bem preservados em cidades como Samarcanda e Bucara, ligadas pelas estradas que faziam parte da Rota da Seda – uma das mais antigas rotas comerciais do mundo, que ligava a Ásia à Europa.

Para milhões de uzbeques, esses lugares são sagrados. Para o governo, eles também representam uma oportunidade para impulsionar o turismo, à medida que o país se abre para o mundo depois de décadas isolamento e autoritarismo.

Entre 1989 e 2016, o Uzbequistão foi dirigido com mão de ferro por Islam Karimov, que foi presidente até sua morte, em setembro daquele ano. Seu primeiro-ministro, Shavkat Mirziyayev, assumiu o país com um discurso de ruptura com o antecessor e se mantém no poder desde então.

Samarcanda é o lar de dezenas de magníficas tumbas. Figuras notáveis ​​como o imperador Tamerlão, o astrônomo Ulugh Beg e Kusam Ibn Abbas, o primo do profeta Maomé, que levou o islã para a região no século 7º, estão todos enterrados no local.

Mas há uma tumba que não se parece com nenhuma outra. Todas as manhãs, centenas de pessoas sobem até o topo de uma colina nos arredores da cidade para visitar um túmulo largo e com formas estranhas, rodeado de árvores de pistache e damasqueiros, entre as ruínas da antiga cidade.

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O ar está cheio de canções de pássaros e o murmúrio de orações. As famílias compartilham o almoço sentadas nos bancos e os jovens casais tiram selfies. Mas entre os peregrinos não há apenas muçulmanos, porque se acredita que esta tumba é o lugar do descanso final do profeta bíblico Daniel, ou Daniyar, como era chamado pelos uzbeques. “Muçulmanos, cristãos e judeus vêm aqui e rezam suas orações de acordo com sua própria religião”, diz Firdovsi, um jovem guia. “São Daniel era judeu, mas os muçulmanos o respeitam porque ele era o profeta de Alá.”

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“Eu sempre venho aqui e rezo por sua alma”, conta uma mulher chamada Dilrabo. “Ele não era apenas um profeta judeu. Ele foi enviado para toda a humanidade. Batizei meu neto de Daniyar em sua homenagem.” Dilrabo foi ao local com sua filha Setora e uma neta. Depois das orações lideradas por um mulá – nome dado a alguns clérigos muçulmanos -, eles entram na fila para observar a tumba mais de perto.

Trata-se de um edifício com mais de 20 metros de comprimento, feito de tijolos cor de areia no estilo islâmico medieval, com arcos internos e um teto abobadado. Dentro do mausoléu – ou maqbarah – há um sarcófago de 18 metros de comprimento coberto com um pano de veludo verde escuro bordado em ouro com versículos do Alcorão.

Este lugar é um dos poucos no mundo onde pessoas de diferentes religiões se reúnem para orar.

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“Eu sou judia e, se quiser, posso orar aqui, da mesma forma que um cristão”, diz Suzanne, de Israel. “Tem a ver com a tolerância uzbeque. Este lugar une a gente.”

Kristina, de Moscou, disse que seus amigos vieram da Rússia para pedir a cura de uma doença. “Agora estão curados”, diz ele.

Acreditar na magia ou poderes de santos ou lugares sagrados de cura é uma forte tradição no Uzbequistão, assim como a peregrinação a santuários que remontam há milhares de anos, para os tempos de xamãs, dos budistas e dos zoroastristas. Mais de 1,2 mil anos de presença islâmica não apagaram essas antigas tradições, já que os uzbeques, de certa forma, misturaram as velhas crenças com a fé muçulmana.

Não é de se admirar que os lugares sagrados estejam cercados de mitos. Em relação ao túmulo de Daniel, por exemplo, muita gente acredita que ele tem 18 metros de comprimento porque o profeta era um homem muito, mas muito alto. Outros dizem que, na verdade, é a sepultura que cresce um pouquinho a cada ano que passa.

O Uzbequistão tem centenas de santuários em todo o país, muitos dos quais foram abandonados ou fechados durante o período de dominação soviética. “O islã da Ásia Central é bastante flexível, inclusivo, se mistura com as tradições locais”, diz Khurshid Yuldoshev, ex-aluno de uma escola religiosa. “É por isso que a religião é interpretada de uma maneira mais tolerante. A tradição de visitar santuários é benigna, e parte de nossa cultura e não tem nada a ver com o islã político. Esses peregrinos são pacíficos.”

O islamismo político é algo que o governo uzbeque teme há muito tempo. Nos 26 anos de governo de Karimov, milhares de muçulmanos independentes foram presos. Agora o Uzbequistão diz estar mudando. Mirziyoyev, que chegou ao poder depois da morte de Karimov em 2016, prometeu mais liberdade religiosa. “O governo está liberando aqueles que verdadeiramente se arrependeram”, diz Shoazim Minvarov, o chefe do recém-fundado Centro da Civilização Islâmica na capital, Tashkent.

Minovarv acredita que os uzbeques que viveram na União Soviética ateia careciam de conhecimento e orientação quando o comunismo desapareceu. Durante a década de 1990, centenas de jovens uzbeques desiludidos uniram-se a organizações afiliadas ao Taleban e à al-Qaeda.

Agora, as autoridades esperam que uma ênfase renovada nas tradições religiosas locais contraste com crenças extremistas. “Radicalismo é a consequência da ignorância”, diz Minovarov. “Queremos ensinar ao nosso povo o islã da iluminação.”

Ninguém sabe ao certo quantos santuários existem no Uzbequistão. Algumas autoridades estimam que cerca de dois mil. E essa riqueza é uma oportunidade para o governo impulsionar o turismo. “Só no ano passado, cerca de 9 milhões de cidadãos uzbeques fizeram uma peregrinação”, disse Abdulaziz Aqqulov, vice-diretor do Comitê de Turismo do Uzbequistão.

O número de turistas estrangeiros ainda é considerado baixo, com cerca de dois milhões por ano. Mas o Uzbequistão já abriu suas fronteiras para os países vizinhos e reduziu as restrições de vistos para muitos outros. “Os cientistas e acadêmicos islâmicos mundialmente famosos, como Imã Muhammad al-Bukhari ou Bahauddin Naqshband estão enterrados no Uzbequistão”, diz Aqqulov. “Países como Indonésia, Malásia, Turquia ou Índia têm o potencial de enviar milhões de peregrinos a esses locais.”

O potencial é realmente significativo. Acredita-se que apenas o líder Sufi do século 14 Bahauddin Naqshband tem mais de 100 milhões de seguidores em todo o mundo, o que representa um grande potencial de peregrinos ao seu túmulo, na antiga cidade uzbeque de Bukhara. Por enquanto, a maioria dos visitantes é de locais. No santuário de Daniel, em Samarcanda, Dilrabo e sua filha completaram sua peregrinação sob os olhos curiosos da pequena filha de Setora. Depois que a mãe e a avó terminam, a menina deixa seus doces em um banco e se aproxima de uma velha árvore de pistache para lhe sussurrar um desejo.

Fonte: BBC

Turismo

Jornal Diz que o Setor de Turismo Encolheu 9% no RN

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Recomenda-se ler a matéria da Tribuna do Norte sobre o encolhimento do turismo no Rio Grande do Norte em 9% e pensar em cada palavra e cada argumento, e tirar alguma conclusão. Diz a TN que os especialistas imputam responsabilidade desse encolhimento à recessão nacional, crise na segurança pública estadual e problemas na pista de pouso do aeroporto Aluizio Alves. Quem são os especialistas a matérias não diz, mas vale muito a opinião do secretário estadual de turismo, Manoel Gaspar, e do diretor da EMPROTUR/RN, Rogério Pessoa Diniz.

Manoel Gaspar atribui esse encolhimento ao problema na pista de pouso do aeroporto Aluízio Alves, que os voos da TAP deixaram de operar nesse período. E não voltou ainda por qual razão? Só existiam voos internacionais da TAP? E tanto empréstimo ao Banco Mundial, para feiras, propagandas, comitivas e mais comitivas internacionais e nacionais, serviu para atrair quais turistas, de onde?

Rogério Pessoa Diniz já atribuiu esse encolhimento ao momento de crise econômica e ainda disse que o valor do Dólar traz o turista internacional, mas que o problema nacional de segurança não contribui para a vinda desses turistas. Ele precisa analisar melhor a situação sobre segurança nacional e local para ter uma ideia por que uns estados encolheram e outros cresceram.

Podemos analisar melhor. A crise econômica brasileira não parece ter afetado tão gravemente o turismo dos vizinhos do Ceará e da Paraíba, a impressão é até que ajudou. No Ceará dois HUBs foram criados em Fortaleza, o da LATAM (prometido e garantido pelo Governo do Estado, como se a decisão fosse tomada pelo governador) e da KLM/Air France.

A pista de pouso do aeroporto, fechada para os voos noturnos, realmente incomodou e prejudicou até os potiguares que iam ou vinham de algum lugar, mas não o suficiente para acabar com os voos diretos, e caríssimos da TAP, partindo do ponto mais próximo da Europa. Não foram seis meses de pausa, e já sabendo disso, um gestor deveria conversar com as empresas aéreas e com a administradora do aeroporto.

Fato é que a segurança tem um imenso peso na escolha dos destinos turísticos. O Rio Grande do Norte tem sido destaque negativo não só no Brasil, mas internacionalmente também. Se o problema fosse de segurança nacional, no mesmo nível, o Brasil não teria mais turistas internacionais.

Talvez a estratégia montada nesses quatro anos para atrair os turistas, e melhor dizendo, retormar caminhos que foram feitos há mais de 20 anos, não tenha sido a ideal. Talvez o orgulho de um governo mais preocupado em delegar culpas do que assumir alguma falha, e corrigir, tenha sido maior do que fazer acontecer verdadeiramente a retomada do turismo no RN. Há ex-secretário que culpa a imprensa pelos problemas com o turismo. A imprensa divulga o que acontece na cidade, no estado, e não se pode culpar uma imprensa muito bem relacionada com o Governo do Estado, como a nossa.

É hora de retomar, sem vaidades, sem querer ser maior do que precisa, o turismo do Rio Grande do Norte, e que volte a ser competitivo, que se criem novas estratégias, novas oportunidades, novas atrações. Não precisa ser especialista para ver o quanto João Pessoa cresceu turisticamente, o quanto Fortaleza voltou a ser competitiva. A impressão é que Natal, por implicância política, foi descartada e não entrou em nenhum planejamento. A Prefeitura do Natal não tem linha de crédito como o Governo do Estado tem com o Banco Mundial, e ainda assim claramente errou a estratégia, e não assume esse erro, e muito menos corrige. Lamentável.

Governo do Estado, Justiça, Meio Ambiente, Turismo

MPF Recomenda Paralisação do Costeira Parque, a Obra 0955 de Robinson Faria

Costeira

Sabe aquela frase de que a pressa é inimiga da perfeição? Pois, não foi nem a pressa, foi excesso de lentidão e a pressa só aparecer quando o governador precisava “inaugurar” alguma coisa antes de ser proibido pela Lei Eleitoral. Pois, ele “inaugurou” os tapumes que fecham a área do antigo Vale das Cascatas, também conhecido com área dos pinheiros, na Via Costeira. Em toda essa situação, o Ministério Público Federal questionou o projeto do “Costeira Parque”, obra 0955 (mesmo sem ter começado e já é obra). Um pouco tarde, é verdade. Antes tarde, mas nem tanto. Diz o site do MPF/RN:

MPF detectou falhas, como falta de projeto de drenagem para a área e ausência de estudo sobre a ação do mar na estabilização da base do terreno, além da ausência de Estudo de Impacto Ambiental

O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte enviou nessa terça-feira, 17 de julho, recomendação ao Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) para que o órgão faça uma série de adequações no projeto de construção do parque urbano de utilidade pública, denominado Costeira Parque, localizado na Via Costeira de Natal. Até que esteja regular, o Idema deve suspender todas as obras.

De acordo com o MPF, depois de realizar reuniões e requisitar informações aos órgãos envolvidos na construção, foi possível identificar diversas inadequações do projeto, como construção em área ecologicamente frágil não edificante, desconsideração da análise sobre inexistência de alternativa técnica ou locacional, falta de prévio Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do respectivo Relatório de Impacto Ambiental (Rima) para o licenciamento, além da não realização de audiências públicas para permitir a efetiva participação popular na discussão, elaboração e licenciamento do empreendimento.

A recomendação destaca que o licenciamento de obra de possível impacto local é de competência municipal (SEMURB) e que se a referida Secretaria confirmar a informação de que não tem capacidade técnica para realizar a análise – especificamente do estudo de erosão da costa – do projeto “Costeira Parque”, é recomendável que o licenciamento seja feito pelo Ibama. Assim, se evitaria “a estranha situação de o Idema ser, ao mesmo tempo, o empreendedor e licenciador do empreendimento”, frisa o documento.

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Ou seja, nem o Governo do Estado seguiu as regras que ele mesmo cobra de outros e ninguém viu.

Turismo

A Montanha de 7 Cores que Atrai Multidões de Turistas ao Peru

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Cerca de 100 Km a sudeste de Cusco, no Peru, existe um arco-íris em forma de montanha. É a Montanha das Sete Cores, também conhecida como Vinicunca ou Arco-íris, situada na Cordilheira do Vilcanota, 5,2 mil metros acima do nível do mar, no distrito de Pitumarca.

Suas encostas e cumes são decorados por franjas em tons intensos de fúcsia, turquesa, roxo e dourado. Desde 2016, o espetáculo visual que a montanha proporciona vem atraindo visitantes, disse à BBC News a funcionária da secretaria de Turismo de Pitumarca, Haydee Pacheco.

Segundo a mídia local, o número de turistas subiu de algumas dezenas a cerca de 1 mil por dia – isso apesar do frio e da grande altitude.

Impulsionado pelas redes sociais, o crescimento na popularidade da Montanha das Sete Cores fez com que ela fosse incluída nos rankings internacionais de atrações turísticas. Em agosto de 2017, por exemplo, a Vinicunca apareceu na lista dos cem lugares que você deve conhecer antes de morrer, compilada pelo site Business Insider. A explosão no turismo local é recente, mas a história da montanha e de suas lindas cores começou há milhões de anos.

Oxidação de minerais

As cores que decoram as encostas da montanha resultam de “uma história geológica complexa, com sedimentos marinhos, lacustres e fluviais”, de acordo com um relatório do Escritório de Paisagismo Cultural da Diretoria de Cultura de Cusco.

Esses sedimentos, transportados pela água que antes cobria todo o lugar, datam dos períodos Terciário e Quaternário, ou seja, de 65 milhões até 2 milhões de anos atrás. Ao longo do tempo, os sedimentos foram formando camadas (com grãos de tamanhos diferentes) que hoje compõem as franjas coloridas.

O movimento das placas tectônicas da área elevou esses sedimentos até que se transformassem no que hoje é a montanha. Aos poucos, as diferentes camadas foram adquirindo suas cores chamativas. Elas resultam da oxidação dos diferentes minerais – em virtude da umidade da área – e também da erosão dos mesmos. Foi o que explicou à BBC News o geólogo César Muñoz, membro da Sociedade Geológica do Peru (SGP).

Com base em um estudo do Escritório de Paisagismo Cultural e em suas próprias pesquisas, Muñoz explicou a composição de cada uma das camadas, de acordo com a cor:

– Rosa ou fúcsia: mescla de argila vermelha, lama e areia.

– Branco: arenito (areia de quartzo) e calcário.

– Roxo ou lavanda: marga (mistura de argila e carbonato de cálcio) e silicatos.

– Vermelho: argilitos e argilas.

– Verde: argilas ricas em minerais ferromagnesianos (mistura de ferro e magnésio) e óxido de cobre.

– Castanho amarelado, mostarda ou dourado: limonites, arenitos calcários ricos em minerais sulfurosos (combinados com enxofre).

Fabián Drenkhan, pesquisador do Instituto de Ciências da Natureza da Pontificia Universidade Católica do Peru, disse à BBC News que essas misturas também contêm óxidos de ferro, geralmente de cor avermelhada.

Vinicunca 1

Divulgação pelas redes sociais

Mas, se essas cores chamativas já decoram a montanha há milhões de anos, por que ela só ficou famosa recentemente? Artigos publicados pela mídia peruana e internacional sugerem que Vinicunca teria sido descoberta porque mudanças climáticas teriam derretido a neve que a cobria.

No entanto, os geólogos consultados pela reportagem dizem não estar absolutamente certos disso. Juan Carlos Gómez, do Instituto Geofísico do Peru (IGP), disse que a montanha estava apenas parcialmente coberta de gelo e que recebia neve temporariamente até o início dos anos 1990.

Fabián Drenkhan, por sua vez, disse não acreditar que o cume tenha sido uma geleira nos últimos anos ou décadas. “Não tenho evidências do que exatamente aconteceu nessa montanha e teria muita cautela em afirmar (que a mudança climática deixou Vinicunca descoberta). Mas, sim, pode-se dizer que, nos arredores, houve um derretimento glacial bastante forte”, disse Dernkhan.

O povo de Pitumarca diz que não houve neve nos últimos 70 anos, segundo Haydee Pacheco, da secretaria de Turismo. Pacheco explica que a montanha ganhou popularidade graças aos turistas que passam por ali a caminho de Ausangate, um monte sagrado para os cusquenhos. A revista colombiana Semana atribui o sucesso de Vinicunca à divulgação feita pelos usuários do Instagram e do Facebook, que atraiu multidões de turistas.

Fonte: BBC Brasil

Governo do Estado, Turismo

Governo do Estado Contrata Holandesa Para Dizer ao Brasileiro Que Venha ao RN

Caras

O Governo do Rio Grande do Norte e suas quebras de paradigmas. A Secretaria Estadual de Turismo – SETUR, a EMPROTUR e o trade turístico, anunciam que trarão a equipe da Revista Caras, comandada por Sabrina Parlatore, cantora, ex-VJ, e modelo para visitar o estado. Até aí tudo bem, é comum de várias gestões trazer programas, revistas, novelas, para divulgação do destino RN.

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A parte mais interessante é a contratação da Digital Influencer holandesa Nienke Helthuis, que tem no YouTube 2 Milhões 831 mil de inscritos, tem no Instagram 662 mil seguidores e no Twitter 79,6 mil seguidores. Ela virá, por conta do Governo do Estado via empréstimo ao Banco Mundial (novamente), e fará conteúdos para o público brasileiro. Além disso, Nienke participará da Mostra Viajar, no início de junho, em São Paulo, e estará no stand do RN, recebendo os visitantes.

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Ou seja, uma holandesa (sem preconceito!) dirá ao brasileiro como é bacana vir ao Rio Grande do Norte, como foi o período dela nas cidades parceiras. Certamente ela não andará por aí por conta própria, como os turistas comuns, afinal não se pode arriscar que um investimento passe pelo medo e o constragimento de ter um celular roubado, ou ouça sobre o medo de quem mora no RN. Isso é o RN, nunca decepciona e quebra a banca negativamente.

Turismo

Air France-KLM Oferecerá 44 voos Semanais Para o Brasil, e seis serão para Fortaleza

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O Grupo Air France-KLM terá em 2018 a maior operação de sua história em território brasileiro, com 44 voos por semana. Trata-se de um aumento de 26% em relação ao cenário atual. A partir de 3 de maio, serão cinco voos semanais para Fortaleza. E em outubro a capital cearense ganha mais uma frequência, passando para seis.

O Rio de Janeiro terá outras três frequências adicionais também em outubro. A oferta anual de assentos disponíveis nestas rotas excederá a marca de 1,3 milhão, outro recorde para o Grupo Air France-KLM.

“O lançamento do Hub Nordeste em Fortaleza com a Gol, aeronaves maiores operando em São Paulo e o aumento da oferta e aeronaves mais modernas no Rio de Janeiro são parte desse plano de expansão no país e nos levaram a atingir essa operação recorde no Brasil”, afirma Jean-Marc Pouchol, diretor geral Air France KLM para a América do Sul.

A Business da Air France e a World Business Class da KLM oferecem um dos assentos mais espaçosos do mercado, que viram camas e oferecem serviços dignos de uma experiência em restaurante Michelin, com atendimento premiado

Para Fortaleza, a partir de maio, serão duas frequências de Paris e três de Amsterdã. As vendas iniciaram tão bem que a partir de 31 de outubro a Air France (operada pela Joon) terá mais um voo para a capital cearense, totalizando seis voos semanais.

Os clientes do Grupo Air France-KLM têm acesso a uma malha aérea de 314 destinos em 116 países. Tal fato possibilita que o passageiro, seja nos sites das companhias, seja com o agente de viagens de preferência, escolha entre sair do Brasil com a Air France e voltar com a KLM, e vice-versa.

Outro fator a ser levado em conta no momento da compra é a possibilidade de o cliente fazer paradas grátis em Paris e Amsterdã na ida e na volta, devido ao acordo entre as companhias. Desta forma poderá conhecer três destinos pelo preço de um.

Do Blog: E o RN se orgulhando de um resultado, comparado com os vizinhos, pífios e HUBs que nunca chegam.

Fonte: Tribuna do Norte eTurismo