Mídias Sociais, Tecnologia, Televisão

Portal No Ar Estreará TV No Ar

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O Portal No Ar vai estrear novo layout e também a TV No Ar. Através da webtv, a redação oferecerá mais informação a quem acessa o http://portalnoar.com.br/ e segue o Portal nas redes sociais.

Em parceria com a Cena2 Produções, do empresário Riccardo Carvalho, a TV No Ar produzirá conteúdo jornalístico dentro e fora do estúdio, em entrevistas, coberturas, programas diversos e debates.

Para primeira entrevista, que vai ao ar segunda-feira (17), receberão Marcelo Queiroz, empresário, presidente licenciado da Fecomércio/RN, filiado ao PDT e candidato a primeiro suplente do senador Garibaldi Filho, do MDB, para falar sobre o momento pelo qual Brasil e Rio Grande do Norte passam na política e na economia.

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Televisão

Grandes Temas, da TVU, Discute Feminismo Negro

O tradicional programa da Televisão Universitária da UFRN (TVU), Grandes Temas, abordou recentemente o tema Feminismo Negro. O programa Grandes Temas vai ao ar toda segunda-feira às 20h e nas redes sociais você pode conferir aqui.

Participam do debate: Maria Aparecida De França Gomes, Professora do curso de Psicologia da UNP; Elizabeth Lima, Assistente Social e Militante da Organização De Mulheres Negras Do Rio Grande do Norte – Ajagun Obinrin; Ivaneide Paulina Do Nascimento, Advogada e Integrante da Kilombo – Organização Negra do Rio Grande Do Norte; Marília Negra Flor, Pedagoga, Cantora e pesquisadora das manifestações artísticas afro-brasileiras.

Televisão

“La Casa de Papel” e a História de “Ciao Bella”, o Hino dos Protagonistas

La Casa de Papel 3

Todo fã de verdade de “La Casa de Papel”, a série espanhola de ficção que mostra quase em tempo real um assalto bilionário à Casa da Moeda de Madri, já conhece “Bella Ciao”, a canção entoada pelos protagonistas em momentos-chave da trama. A música é ouvida pela primeira vez em um flashback que mostra os personagens Professor (Álvaro Morte) e Berlim (Pedro Alonso). Berlim pede que o Professor prometa que eles não serão presos se as coisas se complicarem durante o assalto. A canção também é entoada em outros momentos da série (vamos evitar dar mais spoilers aqui).

Muitas pessoas podem não saber, mas “Bella Ciao” tem muita história, não é uma canção feita para o popular seriado da Netflix. A música foi hino da resistência italiana contra o fascismo de Benito Mussolini e das tropas nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Essa referência aparece na série, sendo revelada pela personagem Tóquio (Úrsula Corberó), ao falar do mentor do assalto. “A vida de Professor girava em torno de uma única ideia ‘Resistência’. Seu avô, que tinha ficado ao lado dos ‘partigiani’ (como são chamados os heróis da resistência antifascista na Itália) para derrotar os fascistas na Itália, lhe havia ensinado essa música e depois ele nos ensinou”, diz ela numa cena.

Na última quarta-feira, 25, quando a Itália celebrava 73 anos de sua libertação do nazifascismo, a música foi entoada em diversas cidades do país.

Origem Disputada

Mas a origem de “Bella Ciao” pode ser ainda mais antiga. Alguns sugerem que a melodia é uma adaptação de uma canção Klezmer, um gênero que emerge da tradição musical de judeus asquenazes, da Europa Oriental. Mais especificamente de “Oi Oi di Koilen”, do acordeonista ucraniano Mishka Ziganoff, que foi gravada em Nova York em 1919. Ao ouvir esta melodia em iídiche (dialeto das comunidades judaicas da Europa Central e Oriental) são várias as semelhanças com “Bella Ciao”.

O hino da resistência italiana teria sido levado ao país por um imigrante que estava nos Estados Unidos. De acordo com outra versão, “Bella Ciao” teria surgido das canções populares das trabalhadoras dos campos de arroz do vale do rio Pó, no norte da Itália, no século 19. Canções populares como “Picchia alla porticella” e “Fior di tomba” têm trechos que lembram “Bella Ciao”.

Hino Internacional da Resistência

Mas a história de “Bella Ciao” não termina aí. Nos anos 60, a música se tornou um hino popular durante as manifestações de trabalhadores e estudantes na Itália. No governo de Silvio Berlusconi, partidos de esquerda italianos cantavam a música antifascista como forma de protesto. Mais recentemente, durante uma manifestação de bancários por aumento salarial em Buenos Aires, os funcionários parodiaram a letra de “Bella Ciao” e cantaram para o governo de Mauricio Macri: “Somos bancários, queremos aumento e Macri tchau, tchau, tchau”.

Em 2013, “Bella Ciao” foi entoada em protestos em Istambul e, em 2014, nos atos pró-democracia em Hong Kong. Na Grécia, partidos de extrema esquerda também utlizaram a canção em campanhas eleitorais. Há várias versões de “Bella Ciao” em ritmos que vão do punk ao ska. A canção foi gravada por Mercedes Sosa e Manu Chao, entre outros. No Chile, no início dos anos 70, durante o governo de Salvador Allende, o grupo Quilapayún adotou “Bella Ciao” como uma canção de protesto.

La Casa de Papel 2

A letra em versão livre para Português

Uma manhã, eu acordei
Bela, tchau! Bela, tchau! Bela, tchau, tchau, tchau!
Uma manhã, eu acordei
E encontrei um invasor
Oh, partigiano (membro da Resistência), leve-me embora
Bela, tchau! Bela, tchau! Bela, tchau! Bela, tchau, tchau, tchau!
Oh, membro da Resistência, leve-me embora
Porque sinto que vou morrer
E se eu morrer como partigiano,
Bela, tchau! Bela, tchau! Bela, tchau, tchau, tchau!
E se eu morrer como partigiano,
Você deve me enterrar
E me enterre no alto das montanhas
Bela, tchau! Bela, tchau! Bela, tchau, tchau, tchau!
E me enterre no alto das montanhas
Sob a sombra de uma bela flor
E todas as pessoas que passarem
Bela, tchau! Bela, tchau! Bela, tchau, tchau, tchau!
E todas as pessoas que passarem
Te dirão: Que bela flor!
E essa será a flor da Resistência
Daquele que morreu pela liberdade
E essa será a flor da Resistência
Daquele que morreu pela liberdade

Fonte: BBC Brasil

Televisão

Agildo Ribeiro Morre aos 86 anos

Agildo 1

Agildo Ribeiro morreu aos 86 anos, no Leblon, no Rio de Janeiro, na manhã deste sábado (28). Agildo sofria de problemas cardíacos.

Agildo da Gama Barata Ribeiro Filho nasceu no Rio de Janeiro em 26 de abril de 1932. Conhecido também como “capitão do riso”, o ator iniciou a carreira no rádio, mas seu reconhecimento foi após seus trabalhos cômicos na televisão. “Virou hábito: eu abro a boca e todo mundo ri. Eu nasci para ser artista”, declarou o ator em entrevista.

O ator tem dezenas de trabalhos no teatro, cinema e TV. Agildo foi o primeiro ator a interpretar João Grilo, personagem central da peça “Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna.

Entre os destaques na TV estão os trabalhos em “O Planeta dos Homens” (1976), seu programa próprio, chamado de “Estúdio A… Gildo” (1982), “Escolinha do Professor Raimundo” (1999) e “Zorra Total” (1999). O último trabalho do ator foi no humorístico “Tá no Ar: a TV na TV”.

Já no cinema, seus trabalhos mais recentes foram em “Casa da Mãe Joana” (2008) e “O homem do ano” (2003). Outro trabalho que marcou a história de Agildo foi na companhia do ratinho Topo Gigio, personagem de um programa infantil na TV no final da década de 1960.

Agildinho, como era conhecido na infância, se inspirava na realidade para fazer graça desde criança. “Eu sou muito observador, tenho um ouvido incrível. Tenho mania de imitar os outros e a imitação é o caminho inicial para fazer um tipo”, dizia Agildo. Em março de 2018, o ator foi homenageado no Prêmio do Humor, evento idealizado e apresentado por Fábio Porchat. Em 2012, Agildo Ribeiro descobriu que tinha um filho, na época, com 47 anos. Marcelo Galvão é de uma relação de Agildo em 1965. Em um encontro com o rapaz durante o programa “Fantástico”, em 2013, o ator descobriu também que era avô de uma menina.

Ao longo da vida, o ator teve diversos casamentos, incluindo com as atrizes Marília Pera e Consuelo Leandro. Seu último casamento foi com a atriz e bailarina Didi Barata Ribeiro. Os dois ficaram juntos durante 35 anos. Didi morreu em 2009.

Fonte: G1