Tecnologia

Samsung Indica Chegada de Smartphone Dobrável com Foto em Redes Sociais

O aguardado smartphone de tela dobrável da Samsung parece estar prestes a virar a realidade. Isso porque a divisão móvel da empresa deu um indicativo e tanto ao mudar as suas fotos de perfil nas redes sociais.

Como pode ser visto acima, a imagem adotada pela Samsung Mobile no Facebook e no Twitter traz o logo da companhia “dobrado”, o que parece sugerir de forma bastante clara que teremos o tão falado celular dobrável muito em breve.

A expectativa é que o dispositivo seja finalmente anunciado de forma oficial pela empresa sul-coreana durante a sua conferência para desenvolvedores, a Samsung Developer Conference, que acontece em 7 e 8 de novembro em San Francisco, nos EUA.

Vale notar que uma startup dos EUA chamada Royole apresentou na última semana o que afirma ser o primeiro smartphone dobrável do mundo. O aparelho é chamado de FlexPai e deve chegar ao mercado em dezembro com preços a partir de 1.290 dólares.

Fonte: IDGNow

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Huawei Bate Apple e Continua Como a Segunda Maior Fabricante de Smartphones

Um dos planos da Huawei é se tornar a maior fabricante de smartphones do mundo até o fim de 2019 e, a cada mês que passa, a companhia parece se aproximar desse sonho. Assim como aconteceu no último trimestre, a empresa chinesa bateu a Apple novamente em número de smartphones vendidos.

De acordo com os dados da Strategy Analytics, a Huawei vendeu 51,8 milhões de smartphones durante o último trimestre, enquanto a Apple comercializou quase 47 milhões de unidades dos seus iPhones. A fabricante chinesa teve um crescimento de 32,5% em comparação ao mesmo período do ano anterior

No topo da lista de empresas que mais vendem smartphones aparece a Samsung. A dona dos aparelhos Galaxy entregou 72,3 milhões de smartphones durante o trimestre passado, mas registrou uma queda de 13,3% em comparação ao mesmo período de 2017. Outra empresa que merece destaque nos números da Strategy Analytics é a Xiaomi, que conseguiu vencer a recessão e registrou um crescimento anual de 19,1% nas vendas do trimestre.

Mesmo com recessão do mercado, Huawei e Xiaomi registraram crescimento

Segundo a Strategy Analitics, o mercado mundial de smartphones teve cerca de 360 milhões de dispositivos comercializados no total,  um declínio de 8,4% em comparação ao ano passado. A estratégia das empresas chinesas para driblar a queda é oferecer produtos high-end com preços mais amigáveis. Para o último trimestre do ano, tanto a Huawei quanto a Xiaomi têm aparelhos novos e competitivos para disputar na Black Friday e feriados de fim de ano.

A Huawei recentemente lançou a linha de smartphones Mate 20, que trazem o primeiro processador de 7 nanômetros da companhia, o Kirin 980, e modelos com até três câmeras traseiras. Já a Xiaomi tem como trunfo o Mi Mix 3, que possui câmera retrátil, tela com bordas extremamente finas e até 10GB de RAM. O representante da Samsung para o fim do ano é o topo de linha Galaxy Note 9, enquanto a Apple lançou recentemente o iPhone Xs, Xs Pro e o iPhone Xr. 

Fonte: Tecmundo

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Nem Samsung, Nem Huawei: O 1º Celular Dobrável do Mundo Está Entre Nós

Nem Samsung, nem Huawei, nem LG. A companhia que apresentou o primeiro celular dobrável do mundo foi a desconhecida chinesa Rouyu Technology (Royole Corporation), que mostrou o dispositivo, ainda que seja bem rudimentar, nesta quarta (31) em um evento realizado na cidade de Pequim, na China.

Especializada em fabricar displays flexíveis, a companhia fundada há seis anos apresentou o aparelho chamado de FlexPai e já o colocou à venda. O preço do produto, que será disponibilizado a partir deste 1º de novembro, não será nada barato: custará, em três versões diferentes, de US$ 1.290 a US$ 1.860 (de R$ 5.100 a R$ 7.360).

Quando aberto, o aparelho apresenta um display único com 7,8 polegadas, maior do que alguns tablets no mercado. Já quando está fechada, a tela se divide em três diferentes menores – uma na frente, uma na traseira e outra na lateral do dispositivo, de acordo com a BBC.

As diferenças entre os dois modelos à venda estão na memória e no armazenamento dos aparelhos. Uma outra versão diferente do dispositivo ainda será oferecida a desenvolvedores no resto do mundo.

O aparelho tem o perfil de top de linha, contando ainda com o Snapdragon 8150, que substitui o atual melhor processador da Qualcomm, o Snapdragon 845. Ele ainda tem duas câmeras na traseira e uma bateria de 3.800 mAh. A resolução da tela, com qualidade Amoled, é Full HD.

Em um vídeo, é possível verificar o funcionamento do dispositivo. O vídeo mostra alguns problemas no touch e um funcionamento bem rudimentar do sistema com a tela dobrável – mas é possível ver ela realmente se dobrando sem problemas.

O celular ainda tem um aspecto bem grosso por causa da tela que se dobra e pesará 320g – cerca do dobro do peso de celulares comuns da atualidade.

Modelos de marcas maiores a caminho

O lançamento pegou de surpresa a indústria de dispositivos móveis, já que era esperado que Samsung ou Huawei apresentassem o primeiro aparelho do tipo. A Samsung confirmou recentemente que seu aparelho, após quatro anos de espera, está “nos últimos estágios de desenvolvimento” e há a possibilidade que seja ao menos mostrado em novembro, durante a conferência de desenvolvedores da empresa.

É bom esperar o lançamento de companhias maiores. Segundo a Bloomberg, a Samsung, por exemplo, trabalha com o Google para fazer um sistema operacional específico para o celular dobrável – o sistema aparenta ser um ponto falho do smartphone apresentado nesta quarta na China.

A LG é outra que deve lançar um smartphone dobrável em breve. Segundo Evan Blass, que costuma antecipar com grande grau de acerto novidades da indústria de smartphones, a empresa sul-coreana planeja apresentar ao menos um protótipo durante a CES 2019, feira de tecnologia que ocorre em Las Vegas (Estados Unidos) no início de janeiro.

Consultores ouvidos pela BBC relataram espanto pelo lançamento da Royole, que ao menos colocará seu nome no mercado como a primeira companhia do mundo a apresentar um aparelho do tipo. Ela não deve, contudo, esperar grandes vendas do aparelho.

Fonte: UOL Tecnologia

Tecnologia

SAMSUNG Pode Lançar Celular com Bateria de Grafeno

Se você costuma utilizar bastante seu celular, deve saber como é incômodo ter um aparelho cuja bateria não dura muito. Em novembro do ano passado, a gigante coreana Samsung recebeu uma patente de algo muito interessante para resolver este problema: uma solução feita com base de grafeno. Pode não parecer muita coisa, mas essa substância pode fazer com que as baterias durem até 45% mais do que as atuais baterias de lítio.

Agora, praticamente 1 ano depois, parece que a empresa está com as novas baterias finalmente desenvolvidas, prontas para serem comercializadas no próximo ano – tanto que a Samsung pode se tornar a primeira empresa a lançar dispositivos com bateria de grafeno. Se isso ocorrer com o lançamento do Galaxy S10, o dispositivo deverá ter um desempenho da bateria que saia na frente dos concorrentes.

Além dos benefícios claros no tempo de duração da bateria, o grafeno possui outra vantagem: as soluções feitas desta substância podem ser carregadas por volta de 5 vezes mais rápido do que as soluções atuais. Na prática, isso significa se que uma bateria de lítio demora 1 hora para alcançar um determinado nível de bateria, o grafeno demoraria apenas 12 minutos para alcançar a mesma carga.

Por enquanto, o custo de produção das baterias de grafeno ainda é alto se for comparado com o lítio. Contudo, é tudo uma questão de como a produção irá ocorrer daqui pra frente, já que este custo deverá cair quando a indústria, em geral, resolver mudar para o grafeno. Além disso, o grafeno também sai na frente quando o assunto é o impacto ambiental causado pela produção da substância. Para completar, ele também não explode – o que evitaria os episódios que ocorreram envolvendo com o Galaxy Note 7.

Fonte: Tecmundo

Eleições 2018, Tecnologia

Voto em Casa e pelo Celular! Como é a Tecnologia em Eleições pelo Mundo

Enquanto os eleitores brasileiros decidem o futuro do país depositando seus votos em urnas eletrônicas, como vai ocorrer neste domingo (28), vários lugares do mundo adotam outras formas tecnológicas bastante diferentes para escolher seus representantes — desculpe, mas nenhuma delas envolve imprimir o voto.

Vindos de países tão diversos como Estônia, Colômbia, Estados Unidos e Dinamarca, esses métodos vão de voto enviado pela internet até votação usando aplicativo para celular blockchain, a tecnologia por trás da moeda virtual bitcoin.

A implantação dessas diferentes abordagens tecnológicas divide analistas. Para defensores, elas têm o poder de minimizar as suspeitas de fraude, já que a apuração poderia ocorrer em tempo real e seria possível conferir se um voto foi colocado, de fato, na conta de um candidato. Para críticos, votar pela internet não acaba com os problemas existentes e a transparência pode ser usada para coagir eleitores a apoiar um determinado candidato.

Votação Online mais antiga do mundo

O mais antigo sistema eleitoral a usar algum tipo de votação pela internet é o da Estônia. Um dos países mais conectamos do mundo, a ex república soviética é exemplo em governo eletrônico, ou seja, muitas das interações entre o cidadão e a esfera pública são feitas sem sair de casa, por meio do celular.O sistema de votação eletrônica criado em 2005 foi o primeiro do mundo a ser usado em eleições parlamentares, o que ocorreu dois anos mais tarde. Desde então, 30% dos estonianos preferem votar dessa forma.

Chamado de i-Voting, o sistema funciona assim: durante o período eleitoral, o cidadão se conecta à plataforma eleitoral usando sua identidade digital, uma espécie de RG digital que confere um código único; quando o voto chega à Comissão Nacional Eleitoral, a identidade do votante é removida para garantir que o apoio a um candidato seja anônimo.

Prevendo que o voto remoto pode estar sujeito à pressão externa, a Estônia criou uma forma de contornar coações: cada eleitor pode votar quantas vezes quiser. Só que cada novo voto anula o anterior, de forma que permanece a lógica de um voto por cabeça.

Experiência norte-americana

Já a blockchain passou a ser empregada no registro de votos mais recentemente. O primeiro caso foi o do estado norte-americano de West Virgínia. Em maio deste ano, o governo estadual testou um sistema para militares em missões no exterior votarem nas primárias eleitorais.

Os interessados se cadastraram junto ao sistema eleitoral do estado, que enviou credenciais de acesso. Com elas e usando dados biométricos, votaram usando um aplicativo para celular. O governo de West Virginia pretende agora usar esse mesmo sistema durante as chamadas eleições de meio de mandato, que ocorrerão em novembro e renovarão parte das cadeiras de deputados e senados do Congresso dos EUA.

Apesar de também ser feita pela internet, a votação usando blockchain (inglês para “corrente de blocos”) funciona de forma diferente. Cada voto é incluído em um pacote de dados criptografados. Esses pacotinhos são emparelhados em uma grande “corrente de blocos”.

Apuração ao vivo – “quem ganhou meu voto?”

A blockchain, criada junto com o bitcoin, funciona como um grande e seguro livro contábil com cópias por várias bibliotecas – para evitar que o sistema seja tirado do ar, há várias cópias dele espalhadas pela internet. Como os dados que compõem esse livro estão bastante embaralhados, tentar alterá-los é uma tarefa árdua.

Além disso, fazer isso corromperia a corrente inteira, já que cada elo está intrinsecamente ligado ao outro.

O processo também é transparente, porque os elos dessa corrente podem ser checados por qualquer um e à medida que são incorporados. Também é anônimo, já que você não vê o nome de quem deu determinado voto, mas, sim, o código usado por aquela pessoa.

Para Tatiana Trícia de Paiva Revoredo, especialista em blockchain, isso traz as seguintes vantagens:

  • Você pode checar se seu voto foi, de fato, computado para determinado candidato: responde à pergunta: “meu voto foi mesmo para o meu candidato?”
  • apuração em tempo real, ou seja, o resultado vai sendo mostrado à medida que os votos vão saindo dos celulares.

Antes de West Virginia, a blockchain foi usada em outras votações. A Dinamarca fez um teste no ano passado: enquanto a eleição ocorria da forma tradicional, os eleitores podiam também votar pela “corrente de blocos”.

Já na Colômbia, o sistema foi usado no plebiscito para selar a paz com as Forças Armadas Revolucionárias (Farc). A ação foi voltada aos colombianos que estavam fora do país.

Quem defende x quem é contra

Para Revoredo, sistemas eleitorais que se apoiem na internet e garantam transparência da apuração e identidade anônima dos eleitores é o futuro.

A gente está indo para um mundo descentralizado, em que a internet é 100 % descentralizada, usa inteligência artificial e transações feitas de uma pessoa a outra

“Uma das coisas mais fantástica da blockchain é que você evita a fraude, pois coloca a possibilidade de transacionar nas mãos do cidadão.”

Nem todos os entendidos nessa tecnologia, porém, são entusiasta de sua aplicação para registrar e apurar votos.

“O problema aqui não é que a blockchain é ruim, é que qualquer coisa que você possa querer ao usar blockchain em eleições civis traz novas vulnerabilidades que não existiam antes e é mais fácil, simples e seguro de fazer com outras abordagens”, afirma Matt Blaze, pesquisador de segurança da Universidade da Pensilvânia.

Com 25 anos de pesquisa em como usar criptografia para levar maior segurança a sistemas conectados indispensáveis para a sociedade, ele é um dos críticos das inovações promovidas em West Virginia.

Parem essa besteira. Eleições importam muito. Os requerimentos para elas evoluíram durante séculos de democracia. A votação não é uma zona livre para testes de uma ideiazinha inteligente de startup.

E no Brasil, funcionaria?

Ainda que defenda a tecnologia, Revoredo enxerga alguns entraves para que seja implantada no Brasil:

  • falta de maturidade: a tecnologia precisa ser melhor desenvolvida antes de ser aplicada na votação;
  • acesso a banda larga ainda não é universal e as pessoas ainda têm dificuldade de lidar com processos digitais;
  • barreiras regulamentares com relação a proteção de dados: como a blockchain é global e não ficaria necessariamente só no Brasil, a legislação poderia ser um entrave;
  • resistência de líderes políticos e do sistema público.

Tirar a votação de um ambiente controlado e levá-la para a casa do eleitor, por exemplo, cria calafrios em autoridades eleitorais. Algumas características do sistema eleitoral brasileiro foram criadas para evitar que a figura do voto de cabresto, comum na República Velha (1889-1930), ganhe uma edição 2.0.

Naquela época, líderes regionais controlavam, entre outras coisas, como votavam uma determinada população local. Para Revoredo, a tecnologia pode apaziguar muitos das discussões que temos atualmente. E, caso surjam outros problemas, talvez não sejam culpa da tecnologia.

Com relação ao coronelismo, eu te respondo com outra pergunta: todo mundo aqui tem conta em banco. Quando você vai lá e saca dinheiro, pode vir um ladrão na porta e te roubar? Pode. Mas é por isso que você vai dizer que o banco não é útil?

Fonte: UOL Notícias

Justiça, Política, Tecnologia

Agência Que Contratava Pessoas Pró-PT no Twitter Tem Perfis Excluídos no Facebook

No caso, foram excluídas 11 páginas e 42 perfis associados com as atividades da agência Follow, que supostamente pertence ao deputado Miguel Corrêa (PT-MG).

A questão toda envolvendo a Follow é que a agência supostamente pagava para pessoas distribuírem conteúdos de teor político no Facebook para que eles parecessem orgânicos.

É permitido fazer propaganda política na internet. A questão é a identificação. A legislação brasileira prevê que isso seja feito por meio de impulsionamento e que a plataforma disponibilize informações da campanha, como partido, candidato e CNPJ.

Em agosto, nós noticiamos que a agência Follow desenvolveu uma aplicação para o Twitter chamada “Brasil feliz de novo”, associada ao PT e divulgada nas redes sociais do partido. A aplicação se definia como uma “plataforma de compartilhamento de notícias” e que possibilitava pagamentos para usuários que cumpriam certas missões.

Aparentemente, após verificar o tipo de atividade deles no Twitter, o Facebook resolveu ir atrás e notou que havia algo parecido na rede social.

“Nós queremos que as pessoas possam confiar nas conexões que elas têm no Facebook e, por isso, nossos Padrões da Comunidade não permitem que contas operem de maneira coordenada para enganar as pessoas sobre a origem de conteúdos ou para permitir outras violações de nossas políticas. Também não permitimos contas falsas”, afirmou o Facebook em blog post.

Exclusão de perfis tem precedentes

Importante lembrar que essa não é a primeira vez que o Facebook exclui páginas envolvidas em um contexto político. Em julho, o MBL (Movimento Brasil Livre) foi alvo de exclusão de perfis e páginas. No caso, tratava-se de uma “rede coordenada que se ocultava com o uso de contas falsas no Facebook, e escondia das pessoas a natureza e a origem do seu conteúdo com o propósito de gerar divisão e espalhar desinformação.”

Na época, o Facebook anunciou que tinham sido excluídas 196 páginas.

O MBL, por sua vez, protestou em frente à sede do Facebook em São Paulo, mas não obteve respostas ou o restauro das páginas e perfis excluídos.

Fonte: Gizmodo

Tecnologia

Veja a Apresentação de Um dos Primeiros Computadores Pessoais da História

Antes de 1968, ninguém no planeta julgava possível unir, em uma mesma frase, as palavras “computação” e “pessoal”: naquela época, computadores eram sinônimos de grandes aparelhos que tomavam um espaço enorme em escritórios corporativos de multinacionais e agências do governo. Ter um daqueles em casa não era sequer um sonho — tratava-se de uma impossibilidade física.

Eis que veio Douglas Engelbart. Engenheiro, inventor, especialista no trabalho desenvolvido para a interação de humanos com computadores. Precursor do mouse. E da internet. E dos hipertextos que usamos para referenciar links de matérias antigas do Canaltech.

Douglas Engelbart, em 2008: o engenheiro, pesquisador e inventor foi o precursor da miniaturização da informática, levando o mundo à computação moderna atual. Ele faleceu em 2013, aos 88 anos (Foto: Alex Handy/Flickr)

Em dezembro de 1968, Engelbart, então um pesquisador da Universidade de Stanford, mostrou ao mundo, pela primeira vez, um computador de uso pessoal. A apresentação em si não teve complicações: basicamente, o inventor editou uma lista de compras e passeou com o indicador do mouse na tela. E “só” isso ficou conhecido como “A Mãe de Todas as Demos”.

No contexto da época, as ações simples de Engelbart significariam uma mudança de paradigma na computação: se antes essas máquinas eram relegadas a agentes do governo, cuja operação dependia de terminais de acesso e cartões de ponto, com objetivos mais grandiosos como calcular trajetória de mísseis ou computar dados de pesquisas acadêmicas; após a introdução de Engelbart, os computadores foram cada vez mais miniaturizados, entrando pouco a pouco nas residências americanas (e do resto do mundo), provando que não havia a necessidade de ser um PhD em programação para executar comandos simples do dia a dia.

Veja abaixo a “Mãe de Todas as Demos”.

Fonte: Canaltech