Tecnologia

Tóquio 2020: Toyota Apresenta os Robôs que Estarão nas Olimpíadas e Paralimpíadas

O plano de fazer no Japão a Olimpíada e Paralimpíada mais tecnológicas da históriacomeça a sair do papel com os recentes lançamentos da Toyota. A empresa, além de fornecer os carros oficiais dos jogos, faz parte do chamado “projeto robô Tóquio 2020”, que quer levar o envolvimento das máquinas com o evento a um patamar nunca antes visto, além de divulgar para o mundo todo o potencial tecnológico do país sede.

No total, foram apresentados ao público sete robôs, sendo dois deles os mascotes dos jogos. Com diferentes formas e habilidades, eles serão responsáveis por funções diversas, que incluem desde entretenimento até a assistência de visitantes com dificuldades de mobilidade. Como? Veja abaixo as particularidades de cada um deles:

1. Miraitowa e Someity

A versão robô dos mascotes dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 terá como principal função receber e entreter visitantes e atletas. Bastante flexíveis, eles andam por aí e são capazes de mover os braços com facilidade, além de interagir com humanos por meio de câmeras de reconhecimento facial e “olhos” que mostram diferentes expressões. A empresa ainda trabalha com a possibilidade de pessoas comandarem os robôs remotamente.

2. T-HR3

O robô humanoide foi pensado para intensificar a experiência daqueles que não poderão estar presencialmente nos jogos — possibilitando até a interação com atletas. Segundo a empresa, o robô conseguirá sentir e repassar a sensação de movimento. Ao cumprirmentar um esportista, por exemplo, ele irá transmitir a sensação para que os fãs, usando um outro aparelho, passam sentir o aperto de mão.

3. T-TR1

Se os mascotes robôs e o T-HR3 levam as imagens e sensações dos jogos até os telespectadores, o TR1 concretiza a troca de experiências levando até o ambiente olímpico a imagem de um fã do esporte. Com design mais simples, o robô possui uma base de rodas, uma tela vertical e uma câmera no topo. O suficiente para que o sortudo que estiver no comandando da máquina, não só seja visto, mas também se movimente pelas arenas, assistindo a jogos e até conversando com  fãs e atletas.

4.  HSR (Human Support Robot) e DSR (Delivery Support Robot)

Desenvolvidos com o intuito de ajudar especialmente os visitantes com dificuldades de locomoção, o HSR e o DSR serão responsáveis por guiar os telespectadores que compraram assentos nas áreas de acessibilidade e servi-los com comidas e bebidas. Segundo a Toyota, o DSR ainda entregará bebidas e comidas para aqueles que estão em mesas reservadas.

5. FSR (Field Support Robot)

Capaz de seguir outros membros do staff e carregar itens como varas, bolas e pesos, o robô, que mais parece um minicarro autônomo, foi criado para reduzir e acelerar o trabalho da equipe durantes as competições.

Fonte: Época Negócios

Eventos, Tecnologia

Natal Recebe Segunda Edição da Campus Party de 16 a 18 de Agosto

Fonte: CanalTech

Demorou, mas rolou. Na noite de quinta-feira (30), o Governo do Estado do Rio Grande do Norte confirmou em parceria com a Prefeitura do Natal e da Campus Party Brasil a realização da segunda edição da Campus Party Natal. O evento retorna à capital potiguar com o tema central “Tecnologias para a Transformação” entre os dias 16 e 18 de agosto de 2019 no Centro de Convenções de Natal.

Se na primeira edição a CPNatal se concentrou em destacar as capacidades aeroespaciais da capital do Rio Grande do Norte, desta vez há uma preocupação maior com o poder transformador que um evento desse porte tem sobre a vida dos jovens. “Que a Campus desse ano seja ainda mais pujante e que possa deixar para o Rio Grande do Norte e para a nossa juventude um legado cada vez mais consistente de pesquisa, inovação e empreendedorismo”, destacou a governadora Fátima Bezerra.

A organização fala que a solenidade acontecerá em um “novo formato”, embora não especifique exatamente o que isso significa. “Ficamos muito felizes com o sucesso da primeira edição e com os legados deixados para a cidade e para o Estado. Podemos considerar que foi um casamento perfeito”, destacou Tônico Novaes, diretor-geral da Campus Party Brasil. “Por isso queremos convocar todos os campuseros e comunidades a co-criar a #CPNatal2 conosco, empoderando cada vez mais todo o ecossistema”, completou.

Atrações já confirmadas

Embora estejamos a mais de dois meses da realização do evento, a organização já pôde confirmar pelo menos três atrações confirmadas para a #CPNatal2. A primeira delas é Juliana Vasconsellos, líder de parcerias para a América Latina do Google co mais de 17 anos de experiência no desenvolvimento de negócios, vendas e marketing digital.

Outra atração confirmada é a figura carimbada em todas as Campus Party mundo afora: Jon “Maddog” Hall. Atual presidente do Linux Professional Institute e com uma longa carreira em TI, Hall esteve presente na primeira CPNatal e falou sobre o futuro da nuvem. Ainda não há um tema definido para sua fala nesta nova edição, mas é certo que ela envolverá código aberto.

Para finalizar, também foi confirmada a participação de Cícero Moraes, 3D designer brasileiro especializado em reconstrução facial forense, projeto e confecção de próteses faciais humanas, veterinárias, planejamento de cirurgias faciais e muitas outras especialidades. Moraes também ainda não tem tema definido para sua palestra no evento.

Para fechar, a organização do evento confirmou quais áreas estarão abertas nesta segunda edição da Campus Party Natal. São elas:

  • Open Campus: área gratuita e aberta ao público, com atrações de realidade virtual e aumentada e espaços dedicados ao empreendedorismo, educação, entretenimento, drones e games.
  • Startup & Makers: espaço onde startups poderão apresentar seus projetos, além de receber mentorias e contato com potenciais investidores, aceleradoras e incubadoras.
  • Campus Future: onde projetos acadêmicos de estudantes universitários serão expostos e divulgados.
  • Espaço Educação do Futuro: reunirá desde oficinas de linguagem de programação a palestras e debates para a edução. Poderá ser frequentada por entusiastas da educação, alunos, professores e pais.
  • Gamer: reunirá desde os games do momento, até equipamentos profissionais e campeonatos amadores.
  • Maker Space: área dedicada à cultura maker, robótica educacional e fabricação digital.
  • Hacka Space: aqui serão realizados desafios e maratonas de hackathons para solucionar problemas enfrentados pela sociedade na atualidade.
  • Comunidades: espaço destinado para comunidades relacionadas aos universos do empreendedorismo, criatividade, desenvolvimento, ciência e entretenimento.

Ingressos

A previsão de início das vendas dos ingressos para a #CPNatal2 é dia 7 de junho através do site oficial da Campus Party Brasil. Os preços ainda não foram confirmados pela organização.

O site do evento também deve ir liberando aos poucos a grade de atrações para esta segunda edição da Campus Party Natal.

Negócios, Tecnologia

A REGULAMENTAÇÃO DAS FINTECHS é Tema de Trabalho de Aluno Pesquisador Apresentado no IV Congresso Brasileiro de Direito Penal

Gilson Braga dos Anjos Junior, aluno pesquisador do Grupo de Pesquisa em Ciências Criminais -UnP, apresenta trabalho no IV Congresso Brasileiro de Direito Penal.

Gilson Braga é Especialista em Auditoria e Perícia Contábil pela UNI-RN; Bacharel em Ciências Contábeis pela Faculdade União Americana; Graduando em Direito pela Universidade Potiguar – UnP. Membro do Grupo de Pesquisa em Ciências Criminais – GPCrim – UnP.

Nos dias 17 e 18 de maio de 2019, o portal Criminalítico participou do referido Congresso e entrevistou o Aluno Pesquisador Gilson Braga.

CRIMINALÍTICO – O que são as fintechs?

GILSON FinTechs são empresas, geralmente criadas na modalidade startup, que oferecem serviços financeiros comuns, como cartão de crédito, empréstimos e contas, com taxas e juros menores do que as instituições tradicionais. Possuem estrutura reduzida e sobrevivem com o capital de investidores que confiam seus aportes no novo negócio e com o lucro que é obtido.

Para Kawai (in  Dorfleitner,  et al.  2017. p. 5), o termo fintech refere-se a companhias que combinam serviços financeiros, com modernidade, inovação e tecnologia. NAVA e MEDINA (2017. p. 8) complementam que este tipo de negócio utiliza a tecnologia para atender às necessidades específicas de determinado mercado, ao passo em que cria oportunidade de negócios para quem deseja investir.

As fintechs surgiram em Nova York como uma forma de acelerar startups, em uma parceria realizada com a prefeitura da cidade e a Accenture, maior empresa global de consultoria em gestão, tecnologia da informação e outsourcing e o termo FinTech advém da expressão em inglês “financial technology”, ou, numa tradução literal, tecnologia financeira.

No Brasil, o legislador não se preocupou em definir este novo negócio, reservando esforços tão somente para dispor e disciplinar as operações de empréstimos e financiamentos entre pessoas por meio de plataforma eletrônica.

CRIMINALÍTICO – As fintechs são muito usadas para lavagem de dinheiro? Como é o procedimento ilícito?

GILSON – Não é possível afirmar que as fintechs sejam utilizadas para lavar dinheiro. No Brasil, até o presente momento, não se noticiou sobre instituições deste tipo envolvidas com a lavagem de capital. De outro modo, considerando a estrutura operacional enxuta, comum destes novos negócios, e a deficiente legislação reguladora, é necessário chamar a atenção do Estado para a possibilidade de se lavar dinheiro com estas novas instituições.

Num cenário hipotético, ao considerarmos a facilidade para abertura destas empresas, em especial as empresas chanceladas pela lei complementar 167/2019, onde foi criada a Empresa Simples de Crédito, o dinheiro oriundo de atos ilícitos pode ser lavado e injetado facilmente no mercado financeiro, podendo causar sérios danos à economia e à sociedade.

CRIMINALÍTICO – A regulamentação ajudaria em todos os sentidos?

GILSON – Depende do que será regulamentado. Em princípio, cabe destacar que ao regular confere-se segurança jurídica aos envolvidos na nova atividade. Assim, tanto o investimento quanto a contratação destas empresas são tutelados de maneira específica, afastando analogias para eventuais soluções de conflitos, o que, por si só, já favorece a adesão de novos clientes e participação de novos investidores.

Em se tratando de prevenção de ilícitos neste novo nicho de mercado, em especial o crime de lavagem de dinheiro, as normas promulgadas recentemente, quais sejam a Resolução Bacen nº 4.656, de 26 de abril de 2018, Resolução Bacen nº 4.658, de 26 de abril de 2018 e Lei Complementar nº 167, de 24 de abril de 2019, não se preocuparam em definir claramente a origem do recurso para investimento. O legislador tão somente determinou que, para algumas fintechs, o capital que será girado deve ser oriundo de recursos próprios.

Tal afirmativa traz à tona a ideia de presunção de licitude uma vez que, por se tratar de capital próprio, presume-se que este estaria declarado às autoridades competentes. No entanto, é difícil acreditar que apenas essa assertiva seja suficiente para garantir a legalidade do recurso, visto que a sonegação fiscal ainda é uma realidade – e um outro grande problema a ser enfrentado – no Brasil.

Nesta senda, acredito que o Estado ainda precisa se preocupar com a regulamentação das fintechs em sentido amplo. Atualmente é possível apontar fintechs que trabalham com cerca de 20 operações diferentes, no entanto, o estado tem demonstrado maior preocupação às operações de empréstimos, financiamentos e pagamentos.

CRIMINALÍTICO – As fintechs possuem um mercado promissor?

GILSON – Não restam dúvidas. Instituições tradicionais, rígidas e burocráticas já estão sendo soterradas pela inovação. Mesmo tentando se aproximar à nova realidade, os bancos tradicionais ainda estão presos às suas enormes e custosas estruturas, o que pode, a longo prazo, se tornar um empecilho para enfrentamento do mercado.

Em termos de Brasil, o país vivencia um crescimento monstruoso de FinTechs desde o ano de 2015. Segundo o portal FintechLab (2018), chegamos ao final do primeiro semestre de 2018 com um total de 453 startups financeiras em operação considerando os conceitos de FinTechs propriamente dita e plataformas dedicadas à eficiência financeira. O número representa um crescimento de 23% no montante que era de 369 empresas no final de 2017.

O portal destaca, ainda, a composição percentual desse jovem e dinâmico mercado. Até agosto de 2018, em um universo de 453 empresas, este era o cenário por especialidade: 26% de pagamentos, 17% de gestão financeira, 17% de empréstimos, 9% seguros, 7% de cryptocurrency & DLT, 6% de investimentos, 5% de funding, 5% de negociação de dívidas, 3% de câmbio e remessas, 2% de multisserviços e 2% de bancos digitais. Some-se a isso que 49 FinTechs compõem o cenário dos serviços de eficiência financeira, todas controladas, atualmente, pela Comissão de Valores Mobiliários, Banco Central do Brasil e Superintendência de Seguros Privados.

Vale salientar que, conforme ressaltam Herrera e Vadillo (2018. p. 3) o interesse por esse nicho de mercado transcende às barreiras nacionais: o setor FinTech vem crescendo de forma expressiva na América Latina e no Caribe (ALC) e tornou-se uma alternativa para melhorar os níveis regionais de inclusão financeira. No entanto, as inovações que ele traz consigo apresentam uma série de desafios para os órgãos de regulamentação e supervisão financeira, a quem cabe reduzir a incerteza associada ao fenômeno.

Outro dado que cabe destaque é que, segundo o consultor americano Hoder (2016. p. 24), “embora os dados empíricos sobre os investimentos específicos na ALC sejam escassos, (…) discussões com os participantes do mercado indicam que Brasil e México mostram a maior presença de FinTechs (…), seguidos por Argentina, Chile e Colômbia.

CRIMINALÍTICO – Quais as vantagens das fintechs para os usuários?

GILSON – Sem dúvidas, as inovações democratizam o mercado financeiro, possibilitando o acesso da grande massa a produtos que antes eram adquiridos com dificuldades.

As fitnechs trouxeram praticidade e contribuem para a inclusão social uma vez que vem permitindo às classes menos favorecidas o acesso a cartões de crédito, empréstimos, financiamentos, cobranças, pagamentos e tantos outros serviços com mais facilidade, taxas e juros melhores do que o mercado tradicional.

A título de exemplo, muitas fintechs ofertam cartão de crédito e conta corrente sem a cobrança de tarifas. Outras permitem a emissão de boleto para cobrança, também sem nenhum acréscimo.

Fonte: Criminalítico

Meio Ambiente, Tecnologia

Empresa Recicla Cápsulas Usadas de Café em Novo Centro Instalado em SP

De olho na sustentabilidade, a Nespresso inaugurou um Centro de Reciclagem para receber todas as cápsulas de café feitas de alumínio. Localizado em Osasco, na Grande São Paulo, o centro foi aberto a jornalistas na terça-feira (14 de maio): no evento, a empresa apresentou quais são as novidades no setor para o Dia Internacional da Reciclagem, que será comemorado no dia 17 de maio. 

Segundo Claudia Leite, do setor de sustentabilidade da Nespresso, a empresa tem planos de fazer uma gestão 100% sustentável do alumínio até 2020. Ela conta que o alumínio é um material muito importante por ser o único o capaz de preservar o frescor do café — e ainda ser “infinitamente reciclável”. “A reciclagem do alumínio consome 95% menos energia do que produção de alumínio virgem”, diz Claudia. 

A empresa — que já investiu R$ 5 milhões em sustentabilidade neste ano — não revela a quantidade de cápsulas que são recicladas diariamente no centro, mas Claudia afirma que a capacidade é três vezes maior do que é feito hoje. O local tem máquinas desenvolvidas pela própria Nespresso. que são responsáveis por separar o alumínio dos restos de café e depois triturá-lo.

As máquinas não conseguem separar completamente os dois itens mas, segundo Claudia, isso não prejudica o produto final. No caso do alumínio, é permitido ter até 10% de café impregnado (a Nespresso diz que deixa apenas 3%), enquanto o pó de café pode ter até 1% de alumínio.

Como as cápsulas de café da Nespresso são todas produzidas na Suiça, ficaria inviável enviar o material reciclado até o país para transformá-lo em novas cápsulas. Então a empresa encontrou alternativas no Brasil: o alumínio é encaminhado para a empresa de reciclagem chamada Latasa, enquanto a borra de café é usado pela empresa de fertilizantes Biomix. Além disso, foi produzida uma caneta feita com cápsulas recicladas do café Dharkan. 

Atualmente 81% dos consumidores têm acesso aos mais de 90 pontos de coleta de cápsulas de café. No entanto, apenas 20,1% está reciclando. Para Claudia, isso também tem a ver com a falta de engajamento dos consumidores que não entendem que a reciclagem é um dever coletivo. Ainda assim, houve um aumento na reciclagem, já que em 2018 eram 17%, em 2017 eram 13,3%, e 2016 apenas 8,6%.

Para quem tem interesse em conhecer o centro, é possível agendar uma visita ou fazer um tour virtual no site da Nespresso.

Fonte: Galileu

Negócios, Tecnologia

Banco Central Dá Início a Proposta que Colocará em Prática o Open Banking

O Banco Central publicou na última quinta-feira (25/04) uma circular estabelecendo as principais diretrizes que irão balizar a regulamentação do open banking. A proposta é que no segundo semestre deste ano seja conduzida uma consulta pública sobre normativos e cronograma de implementação – que deve ocorrer em 2020. Com a medida, as instituições financeiras devem compartilhar os dados cadastrais e transacionais dos clientes, inclusive informações sobre contas de depósito, operações de crédito, produtos e serviços contratados pelos clientes. Esse compartilhamento será conduzido por meio de abertura e integração de plataformas e infraestruturas de tecnologia, desde que o correntista autorize.

Em nota divulgada, o Banco Central destaca que open banking “busca aumentar a eficiência no sistema financeiro nacional mediante a promoção de ambiente de negócio mais inclusivo e competitivo, preservando a sua segurança e a promoção dos consumidores”.

Para o consultor financeiro e fundador da plataforma Konkero, comparador de produtos financeiros e finanças pessoais, Guilherme de Almeida Prado, a medida do Bacen visa aumentar a competição do setor financeiro. “Essa é uma tendência mundial. As informações de compra e uso de serviços financeiros é do próprio consumidor. E ele é quem deve decidir se quer compartilhar as suas informações com outras empresas. Hoje, esses dados ficam exclusivamente concentrados em cinco grandes bancos, nos quais os clientes têm conta. Na prática, a medida vai aumentar a competição no mercado e, principalmente, vai permitir que as pequenas fintechs tenham mais chances de competir”, avalia, acrescentando que os grandes bancos têm vantagens na análise de crédito para os clientes.

“Com o open banking, se o cliente autorizar, uma fintech poderá ter acesso a informações que só os grandes bancos têm, ou seja, aumentam as chances de competir. O setor e o consumidor ganham com essa medida”, defende.

Do ponto de vista do cliente, o open banking vai permitir que visualizem – em um único aplicativo – o extrato consolidado de todas as contas bancárias e investimentos; podem, ainda, realizar transferências e pagamentos sem precisar acessar o aplicativo do banco.

Fonte: ItMidia

Tecnologia

Samsung Galaxy S10 5G Tem Bateria de 4.500 mAh e Quatro Câmeras na Traseira

A Samsung anunciou quatro modelos do Galaxy S10 hoje. Temos o S10 padrão, S10+ e o S10e; além disso, há o Galaxy S10 5G com tela e bateria maiores, quatro câmeras na traseira e carregamento super-rápido. Ele será lançado por operadoras como Sprint, Vodafone e Deutsche Telekom — mas não espere vê-lo tão cedo no Brasil.

O Samsung Galaxy S10 5G possui uma tela enorme de 6,7 polegadas, ainda maior que o S10+ de 6,4 polegadas. O leitor de digitais ultrassônico está embutido no display.

A bateria também é maior, com capacidade de 4.500 mAh, para aguentar o consumo de energia dos novos modems 5G. Ela tem suporte a carregamento super-rápido de 25 W, além de Power Share para carregar outros dispositivos sem fios.

Por dentro, você encontrará um processador Snapdragon 855, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento que, curiosamente, não é expansível por microSD.

A câmera traseira tem quatro sensores. Três deles são exatamente os mesmos do Galaxy S10 e S10+; o quarto é um sensor de profundidade 3D para melhorar o desempenho de realidade aumentada. Ele é usado em duas ferramentas: “Video Live Focus”, para borrar o plano de fundo em vídeos; e “Quick Measure” para medir o tamanho de objetos usando o celular.

A câmera frontal é dupla, com sensor principal de 10 megapixels e um sensor ToF que mede a distância dos objetos para capturar imagens em 3D. (O S10+ também tem câmera frontal dupla, mas usa um sensor RGB para dados de profundidade.)

5G vai demorar para chegar ao Brasil

Claro, o destaque fica para o suporte ao 5G. A Samsung diz que o aparelho pode baixar uma temporada completa de uma série em minutos; realizar videochamadas 4K em tempo real; jogar games na nuvem com gráficos pesados praticamente sem lag; e aproveitar experiências conectadas de realidade virtual e aumentada.

Só não espere ver isso tão cedo no Brasil. A Claro pediu para a Anatel deixar a implementação dessa tecnologia para 2021; e a Vivo não quer leilões de frequência tão cedo. Tim e Oi também dizem que não farão uma corrida tecnológica.

O Galaxy S10 5G será exclusivo da operadora Verizon nos EUA no lançamento, mas logo chegará a outras operadoras. O aparelho será lançado em países da Europa e na Coreia do Sul. O preço não foi revelado, mas deve ser salgado: o Galaxy S10+ custa a partir de US$ 1 mil.

Samsung Galaxy S10 5G – Ficha técnica:

  • Tela: 6,7 polegadas, Quad HD+, 505 ppi, entalhe Infinity-O
  • Processador: Snapdragon 855
  • RAM: 8 GB
  • Armazenamento: 256 GB, sem suporte a microSD
  • Bateria: 4.500 mAh, carregamento rápido de 25 W, Power Share, carregamento rápido sem fio 2.0
  • Câmera traseira:
    • 12 megapixels f/2,4 zoom telefoto, estabilização óptica de imagem
    • 12 megapixels f/1,5 e f/2,4 grande-angular (77 graus), estabilização óptica de imagem Dual Pixel
    • 16 megapixels f/2,2 Ultra Wide (123 graus)
    • sensor 3D de profundidade (ToF, time of flight)
  • Câmera frontal: 10 megapixels f/1,9 + sensor 3D ToF de profundidade
  • Sistema operacional: Android 9 Pie com interface One UI
  • Mais: suporte a apenas um chip de celular, porta USB-C, entrada 3,5 mm para fone de ouvido, leitor de digitais ultrassônico, resistência IP68 a água e poeira
  • Dimensões: 77,1 x 162,6 x 7,94 mm, 198 g

Fonte: Tecnoblog

Tecnologia

Clientes Itaú, Credicard e Itaucard Agora Podem Realizar Pagamentos com Google Pay

Os clientes que possuem algum dos cartões de crédito Itaú, Credicard ou Itaucard já podem usar o Google Pay para fazer pagamentos. A novidade foi anunciada nesta quinta-feira (31) e, segundo as empresas, cartões adicionais e de débito do Itaú devem passar a funcionar em breve.

O Google Pay consiste na união de dois produtos do Google: o Android Pay (que permite pagamentos em lojas físicas) e o Pagar com o Google (que permite fazer pagamentos online, como no iFood, a partir de um cartão vinculado a sua conta de e-mail).

Quem tem um smartphone Android (a partir do Lollipop 5.0) com tecnologia NFC pode fazer pagamento por aproximação nas maquininhas compatíveis – é só encostar o celular. Uma das vantagens desse método de pagamento é o fato de o número do seu cartão não ser compartilhado com os estabelecimentos. É uma forma, inclusive, de se proteger de clonagem e roubo de informações.

As compras são sempre validadas por senha ou pelo leitor de impressão digital do celular. Para completar uma operação, “é enviado um número de conta virtual para representar as informações da sua conta”, como explica o próprio Google.

A novidade está disponível para clientes que possuem smartphones Android e cartões de crédito Itaú, Credicard ou Itaucard (Nacional, Internacional, Gold e Platinum) com as bandeiras Visa ou Mastercard. Clientes que possuem cartão múltiplo (funções débito e crédito no mesmo plástico) também poderão usar o Google Pay, mas por enquanto apenas na função crédito.

Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Neon, Next e Porto Seguro são alguns dos bancos e instituições financeiras que possuem compatibilidade com o Google Pay. Você pode conferir a lista completa neste link.

Fonte: Gizmodo