Saúde

Dia Mundial de Luta Contra a AIDS

Para celebrar o Dia Mundial de Combate à Aids, neste sábado (01º), o coletivo Be Free, formado pelo redator Chico Lucas, pela dupla de direção FeGus (Fernanda Magalhães e Gustavo Guives Leal) e pelos diretores de arte José Pedro Bortolini e Higor Franco, apresenta o movimento #ComeProtected, que pretende ressaltar a diversidade de gêneros e sexual, reforçando a importância do uso de preservativo.

A comunicação parte do “ponto de vista da camisinha”. “Com as mudanças de comportamento que existem hoje, precisávamos criar algo que tivesse um grande impacto visual e uma linguagem contemporânea”, declara coletivo.

Além do filme (assista abaixo), a campanha conta com pôsteres lambe-lambe e hotsite, produzidos em idiomas diferentes, para alcançar o maior número de pessoas possível.

O coletivo informa que a ideia nasceu com base em dados da OMS, UNAids e Ministério da Saúde de que seis em cada 10 jovens não usam camisinha, cerca de 7 mil mulheres entre 15 e 24 anos são infectadas pelo HIV todas as semanas, e que, nos últimos 10 anos, a quantidade de idosos com Aids no Brasil cresceu 103%.

O projeto conta com o apoio da Dumitriu Filmes, Canja Audio Culture, Psycho n’ Look e do fotógrafo Agê Barros.

Ficha Técnica:

Criação e Roteiro: Chico Lucas, Gustavo Guives leal, Higor Franco e Jose Pedro Bortolini
Direção: FeGus
Produtora: Dumitriu Filmes
Direção de Fotografia: Fernando Dumitriu, Gabriel Ribeiro, Lucas Albuquerque
Produção: Fernanda Magalhães e Daniela Dumitriu
Assistente de Produção: Camila Marinho
Direção de Arte: Jose Pedro Bortolini, Marina Eisenhauer e Higor Franco
Motion graphics: José Pedro Bortolini
Correção de Cor: Psycho N’ LooK
Sound Design: Canja Audio Culture
Fotografia: Agê Barros
Agradecimentos: Thalles Lemari, Lorena Renczakowski, Nelinho, Josi, Anderson

https://youtu.be/tupyEB0qJoY

Fonte: Clube da Criação

Negócios, Saúde

Apple Divulga Resultado de Parceria com RED no Combate à AIDS

A Apple divulgou nesta semana que já conseguiu arrecadar cerca de US$ 200 milhões com a venda de produtos RED, sendo que todo o dinheiro foi revertido para o combate à AIDS. Assim, a empresa se orgulha de estar ajudando na prevenção e no controle do vírus em países pobres da África.

Em um exemplo, dos US$ 600 milhões arrecadados pela RED desde 2006, cerca de US$ 200 milhões foram doados pela Apple com a venda de iPhones. Com isso, a instituição conseguiu fornecer ajuda para moradores do Quênia e isso causou a redução a disseminação do HIV.

Apenas no ano de 2017, o país registrou 53 mil casos de HIV, sendo que isso já representa uma redução considerável, uma vez que em 2000 cerca de 9,3% de todos os adultos do país eram soropositivos.

De acordo com a RED, o tratamento também é muito importante e o Fundo Global já forneceu suporte para 17,5 milhões de pessoas. Isso reduziu a quantidade de soropositivos no Quênia para 4,8% da população adulta em 2017.

A Apple deve estar participando mais uma vez da campanha para arrecadar fundos para a RED  vendendo a versão vermelha do iPhone XR e outros dispositivos. Assim, a cada produto comprado, a empresa fará a doação de US$ 1 para a RED. Já as lojas da companhia também ganharão logos vermelhos para chamar a atenção para o combate à AIDS.

Fonte: https://bit.ly/2E74XDw

Prefeitura, Saúde

Centro Odontológico Morton Mariz Oferece Atendimento 24h para População de Natal

Referência em atendimentos e procedimentos odontológicos de urgência e emergência da rede municipal de saúde, o Centro de Referência Odontológica Dr. Morton Mariz funciona 24h por dia, de domingo a domingo, para atender a todos que necessitem de serviços de saúde bucal na Capital. Situado no bairro da Ribeira, na Praça José da Penha nº 05, ele oferece tratamento em cinco especialidades bucais e acolhimento ambulatorial.

O CRO funciona com três tipos de atendimento com horários diferentes, são eles: Urgência Odontológica, Centro de Especialidades Odontológicas e Atenção Básica. Por mês, são realizados

O serviço de Urgência Odontológica funciona 24 horas. Atende de domingo a domingo todos os pacientes que chegarem com demandas como dor, infecção, abcesso, trauma, pancada, queda de coroas e procedimentos de prótese dentária. Realiza também extração e

Na Atenção Básica, serviços como restauração e exodontia são oferecidos. Neste caso, a demanda deve ser

Já o Centro de Especialidades Odontológicas oferece serviços como tratamento de canal, periodontia (t

Sandra

O Centro de Referência Odontológica

Fonte: SECOM/Natal

Saúde, Tecnologia

O Algoritmo Desenvolvido por Brasileiros para Tentar Prever e Evitar Suicídios

Os pesquisadores criaram um algoritmo capaz de analisar textos em busca de sinais de que o autor daquelas anotações possa vir a se matar. Como paciente fictício, a equipe do HCPA utilizou ninguém menos que Virginia Woolf, escritora britânica que tirou a própria vida aos 41 anos. 

Um dos responsáveis pelo estudo, o médico psiquiatra e professor Ives Cavalcante Passos, explica que a opção por Virginia Woolf se deve ao histórico da escritora, semelhante ao de várias pessoas que acabam por se matar: sofria de transtorno bipolar e ao longo da vida tivera diversos episódios depressivos seguidos de tentativas de suicídio.

Virginia Woolf tinha a vantagem de ter uma vasta produção de textos pessoais publicados, já que escrevia quase diariamente cartas e anotações em seu diário.

O algoritmo escolhido foi o mesmo utilizado pelos e-mails para identificar quais mensagens devem ir para a caixa de spams e quais devem ficar na caixa de entrada. 

O primeiro passo foi “ensinar” o algoritmo a identificar cartas e anotações relacionadas ao desfecho do suicídio. Para isso, foram utilizados textos escritos por Virginia Woolf dentro dos dois meses anteriores à sua morte. 

Este corte temporal foi determinado pelos médicos, que entendem que neste período ela já havia entrado em um estágio crítico para o risco do suicídio.

Depois que o sistema estava treinado, ele foi aplicado aleatoriamente em diversos textos da romancista, escritos tanto em períodos pré-tentativas de suicídio como em outros períodos em que ela estava fora de risco. 

O resultado é que o algoritmo acertou em 80% dos casos. Ou seja, a cada 100 textos analisados, em 80 ele apontou corretamente o desfecho: se Virgínia iria ou não tentar se matar nos próximos meses. 

Segundo Passos, a ideia é que, no futuro, a mesma ferramenta possa ser transplantada para um aplicativo capaz de analisar tudo aquilo que escrevemos no smartphone, como mensagens no WhatsApp e em redes sociais, e que iria emitir um alerta caso haja risco de suicídio.

Mas o médico lembra que o algoritmo é individualizado, já que o padrão de escrita de cada pessoa é diferente. Ou seja, o algoritmo construído para Virginia Woolf funciona apenas para Virginia Woolf. 

Além disso, a ferramenta só pode ser aplicada em pacientes que já tentaram se matar, justamente porque precisa ser treinada com base em eventos prévios. Como explica o professor, o principal fator de risco para suicídio é justamente já ter tentado suicídio.

Mais do que isso, as pessoas costumam deixar sinais de que vão se matar: “Essa pessoa que dá pistas, que fala que vai se matar, que escreve uma carta de suicídio, ou o aluno que no colégio busca o coordenador ou fala pro amiguinho que pode tentar se matar, essa pessoa a gente tem que olhar com calma. Ela pode realmente se matar”.

No futuro, o modelo criado pela equipe de Porto Alegre poderá se tornar ainda mais preciso pela inclusão de outros fatores de risco, como o sexo do paciente (no Brasil os homens se matam 4 vezes mais do que as mulheres), histórico de suicídio na família ou consumo de álcool ou outras drogas. 

O professor não descarta que o aplicativo possa analisar inclusive variações no fenótipo digital do usuário, como o tom de voz ao telefone ou a velocidade de digitação. 

Para o médico, este tipo de algoritmo deve tornar a medicina mais preventiva: “Hoje o sujeito chega deprimido no meu consultório. Imagina que no futuro talvez ele chegue muito antes. Não vamos tratar o episódio depressivo, vamos prevenir o episódio depressivo”. 

O trabalho compôs a dissertação de mestrado de Gabriela de Ávila Berni e contou com a supervisão do professor Flávio Kapczinski, da McMaster University.

Para mim o mundo era preto e branco

Teresinha de Lourdes da Silva tem 60 anos e já tentou se matar duas vezes. A primeira foi há mais de 15 anos, depois do divórcio do ex-marido. Três anos depois, uma nova crise depressiva resultou na segunda tentativa de tirar a vida. “Eu não tinha mais graça em viver, para mim o mundo se resumia em preto e branco.”

As coisas começaram a mudar quando Teresinha decidiu levar a sério o tratamento, com consultas periódicas ao psiquiatra e uso de medicação. O apoio da família também foi fundamental, especialmente nos períodos mais críticos da depressão, em que ela não podia ficar sozinha em casa.Teresinha voltou a trabalhar como babá e fica feliz de servir de exemplo para quem está passando por momentos difíceis. Seu principal conselho é procurar ajuda: “Nunca a gente consegue sozinho. Se eu não tivesse procurado um atendimento especializado eu tinha me consumido. Eles (profissionais de saúde) são os anjos da minha vida”.

Para o médico Ives Cavalcanti Passo, o caso de Teresinha comprova o quanto o suicídio pode ser evitado: “Se a pessoa tem ideação suicida, se tu identifica e trata bem, é um evento extremamente reversível”.

Virgínia Woolf: Traumas familiares e obscurantismo

A “paciente” escolhida no estudo do HCPA teve uma vida conturbada, seja pelo âmbito familiar como pelo contexto histórico que a Europa vivia na primeira metade do século 20. 

Nascida em 1882 em um distrito de Londres, Reino Unido, Virginia Woolf cresceu em meio a artistas e intelectuais fortemente influenciados pelos pensamentos que surgiam na época, entre eles a psicanálise e o niilismo. 

A professora do Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Elaine Indrusiak lembra que este ideário pré-guerras mundiais teve forte influência na vida e obra de Virginia Woolf.

“O choque entre a moralidade vitoriana muito rigorosa e o obscurantismo que começa a surgir, da falência de tudo (…) Virginia coloca em letras essa fragmentação que ela vivia e sentia na psique, mas que também é uma fragmentação da própria sociedade em que ela vive”.

No âmbito pessoal, a vida de Woolf foi marcada pelas perdas da mãe (aos 13 anos) e de dois irmãos. Várias biografias contam que ela e a irmã Vanessa foram abusadas sexualmente por dois meio-irmãos mais velhos. 

Segundo Indrusiak, a escritora também não se conformava com a maneira como a sociedade subjugava as mulheres. Fatores que, associados ao diagnóstico de transtorno bipolar, explicam muitas das angústias reveladas nos diários e cartas analisados pelos médicos do HCPA.Do ponto de vista literário, a professora destaca que Virginia Woolf é uma das escritoras que utilizaram de forma mais magistral a técnica do fluxo de consciência e destaca três obras da romancista inglesa:  Rumo ao Farol , Mrs. Dalloway e Orlando .

O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio de forma voluntária e gratuita pelo telefone 188, sob total sigilo, 24 horas por dia. Para mais informações sobre onde procurar ajuda para si ou para amigos e familiares, acesse: http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/suicidio .

Fonte: Flip

Prefeitura, Saúde

Centro de Controle de Zoonoses Promove Semana de Combate ao Aedes Aegypti em Natal

O local escolhido para receber a Semana foi o bairro do Planalto, por apresentar ambiente favorável para a proliferação do mosquito. Serão realizadas palestras e oficinas em escolas, ações preventivas em comércios e residências, limpeza de ruas e caminhada educativa.

Confira a programação:

De 26 a 30 de novembro
-Palestras para diferentes grupos, como ONGS e associações comunitárias e Escolas
– Ações de fiscalização em diferentes pontos
– Ações de conscientização em residências e espaços públicos (praças e feiras)

Dia 29 de novembro
Caminhada pelo bairro, com distribuição de panfletos e orientações para a população

Fonte: SECOM Natal

Mossoró, Saúde

Saudade Azevedo Assume Secretaria de Saúde de Mossoró

Após conversa com a prefeita Rosalba Ciarlini, Saudade Azevedo, ex-secretária de saúde de Natal, assumirá nos próximos dias a secretaria de saúde de Mossoró.

Experiente, técnica, de portas abertas para os servidores, com boas relações na Câmara Municipal de Natal e entre as secretarias da capital, demonstrando que sabe transitar bem entre a área técnica e a área política, Saudade Azevedo é um nome de peso e credibilidade. Ganha a prefeitura de Mossoró.

O blog deseja sorte para a nova secretária, que já começa a trabalhar em Mossoró semana que vem, e que repita o sucesso dos demais cargos que assumiu.

Ciência, Saúde

Cem Anos Depois, Gripe Espanhola Carrega Lições Para a Próxima Pandemia

Há 100 anos, a gripe espanhola infectou um terço da humanidade, matando dezenas de milhões e provocando pânico em continentes que ainda se recuperavam da guerra.

Cientistas dizem que, embora lições tenham sido aprendidas com a pandemia mais mortal da história, o mundo está mal preparado para o próximo assassino global.

Em particular, eles alertam que alterações demográficas, resistência a antibióticos e mudanças climáticas podem complicar qualquer surto futuro.

“Agora enfrentamos novos desafios, incluindo o envelhecimento da população, pessoas vivendo com doenças como obesidade e diabetes”, disse à AFP nesta segunda-feira (8) Carolien van de Sandt, do Instituto Peter Doherty para Infecção e Imunidade.

Os cientistas preveem que a próxima pandemia de influenza – provavelmente uma cepa da gripe aviária que infectará humanos e se espalhará rapidamente pelo mundo através de viagens aéreas – pode matar até 150 milhões de pessoas.

Van de Sandt e sua equipe examinaram uma grande quantidade de dados sobre a gripe espanhola, que afetou o planeta em 1918.

Os pesquisadores também estudaram três outras pandemias: a gripe asiática de 1957, a gripe de Hong Kong de 1968 e o surto de gripe suína de 2009.

Eles descobriram que, embora a gripe espanhola tenha infectado uma em cada três pessoas, muitos pacientes conseguiram sobreviver à infecção grave e outros apresentaram apenas sintomas leves.

Ao contrário da maioria das nações, que usaram a censura durante a guerra para reprimir as notícias sobre a disseminação do vírus, a Espanha permaneceu neutra durante a Primeira Guerra Mundial. Numerosos relatos da doença na mídia espanhola levaram muitos a supor que a doença se originou lá, e o nome acabou ficando.

Hoje acredita-se amplamente que a cepa da gripe em 1918 na verdade surgiu entre militares americanos e matou uma quantidade desproporcionalmente alta de soldados e jovens, mas os pesquisadores disseram que as coisas seriam diferentes desta vez.

Em 1918, em um mundo que lutava contra o impacto econômico da guerra global, o vírus se tornou mais letal devido às altas taxas de desnutrição.

Mas a equipe por trás de um novo estudo, publicado na revista Journal Frontiers in Cellular and Infection Microbiology, disse que o próximo surto se espalhará no mundo desenvolvido entre uma população que sofre com taxas recordes de obesidade e diabetes.

Duplo fardo

O que sabemos da pandemia de 2009 é que pessoas com certas doenças (como obesidade e diabetes) tiveram probabilidade significativamente maior de serem hospitalizadas e morrer de gripe”, disse à AFP Kirsty Short, da escola de Química e Biociências da Universidade de Queensland.

A equipe alertou que o mundo enfrentava um “duplo fardo” de doenças graves devido à desnutrição generalizada nos países pobres – exacerbada pelas mudanças climáticas – e à supernutrição nos países mais ricos.

E o aquecimento global poderia impactar de outras formas.

Van de Sandt disse que, uma vez que muitas cepas de influenza começam nas aves, um planeta em aquecimento pode alterar onde o próximo surto surgirá.

“A mudança climática pode mudar os padrões de migração das aves, trazendo potenciais vírus pandêmicos para novos locais e potencialmente uma variedade maior de espécies de aves”, disse.

Uma coisa que a investigação sobre 1918 levantou foi que as pessoas mais velhas se saíram significativamente melhor contra a cepa do vírus do que os adultos mais jovens.

A equipe teorizou que isso se devia em parte ao fato de que os cidadãos mais velhos acumularam alguma imunidade por meio de infecções anteriores.

A maioria das mortes no surto de 1918 – cerca de 50 milhões de pessoas, ou 2,5% dos infectados – foi devido a infecções bacterianas secundárias, algo que os antibióticos ajudaram a aliviar durante as pandemias subsequentes.

Mas hoje muitas bactérias são imunes a antibióticos.

“Isso aumenta o risco de que as pessoas sofram novamente e morram como resultado de infecções bacterianas secundárias durante o próximo surto pandêmico”, disse Katherine  Kedzierska, do Instituto Doherty, em Melbourne.

Os autores soaram particularmente alarmados com o influenza  H7N9 aviário – um vírus que mata cerca de 40% das pessoas infectadas, mesmo que atualmente não possa passar de humano para humano.

“No momento, nenhum desses vírus adquiriu a capacidade de se espalhar entre humanos, mas sabemos que o vírus só precisa fazer algumas pequenas mudanças para que isso aconteça e poderia criar uma nova pandemia de gripe”, disse Van de Sandt.

Informar o público

Enquanto o mundo em 2018, com mais de sete bilhões de pessoas, megacidades e viagens aéreas globais, seja muito diferente de um século atrás, os pesquisadores insistem em que há muitas lições que a gripe espanhola pode ensinar aos governos de hoje.

Por natureza, as cepas de vírus pandêmicos são imprevisíveis – se as autoridades soubessem com certeza qual gripe se alastraria, poderiam investir em uma vacina amplamente disponível.

Até que uma vacina universal seja criada, “os governos devem informar o público sobre o que esperar e como agir durante uma pandemia”, disse Van de Sandt.

O estudo disse que os governos poderiam usar o poder comunicativo da internet para ajudar a espalhar o conhecimento e as instruções no caso de uma nova pandemia.

“Uma lição importante da pandemia de influenza de 1918 é que uma resposta pública bem preparada pode salvar muitas vidas”, disse Van de Sandt.

Fonte: UOL