Eleições 2018, Mídias Sociais, Política

Vídeo da Discórdia

Proibida pela justiça eleitoral, ainda não se viu nenhuma posição sobre as fake news soltas dentro da campanha eleitoral de 2018, mas não surpreende, em um país em que regras não são obedecidas no dia a dia, elas não seriam obedecidas em 45 dias de campanha eleitoral.

A mais nova fake news diz respeito a um vídeo em que a prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini, teria falado sobre o PT e a tentativa de homicídio ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Cabe ao TRE fiscalizar e punir quem erra, quem age fora das regras.

Os veículos de comunicação de Mossoró publicaram o texto do Padre Francisco Cornélio, que resolveu dar sua opinião e se posicionar politicamente na sua página do Facebook. Aliás, esse é o texto que está sendo repassado por todos os simpatizantes da campanha da senadora Fátima Bezerra. O tom do texto é forte, mas amargo, ressentido. Confira abaixo:

O DESESPERO DE UMA PREFEITA MEDÍOCRE, que carrega em si o status de pior governadora da história do Rio Grande do Norte, de senadora menos produtiva de todos os tempos e, hoje, sabe que a sua forma ultrapassada de fazer política, ainda baseada no sistema de capitanias hereditárias, está chegando ao fim.

Já quase certa de que seu filho não será eleito vice-governador, ela ataca desesperadamente quem sempre esteve ao lado dos trabalhadores e trabalhadoras do RN.

A saúde e a educação, sobretudo a UERN, sabem o quanto foram duros os quatro anos de gestão Rosalba. Por isso, a chapa ALVES-ROSADO está sendo rejeitada pela população do RN.

A oligarquia Maia já não ameaça mais o RN. O suspiro das oligarquias ALVES-ROSADO está ameaçado no momento, com a tendência de derrota da chapa CARLOS ALVES-KADU CIARLINI. Por isso, a PREFEITA MEDÍOCRE está desesperada, partindo para a baixaria.

Finalmente, o pobre RN está tendo a chance de deixar, definitivamente, de ser capitania hereditária, com políticos eleitos sem necessitar do sobrenome de um clã oligárquico. Fátima, vítima dos ataques e causa do desespero da prefeita, é a única esperança para esse estado, pobre e sofrido, sair do caos. Essa esperança aumenta quanto o assunto é educação/UERN, uma das áreas mais negligenciadas pela prefeita desesperada, quando foi governadora.

#FÁTIMA13 #NemAlvesNemRosados
#RNlivre

Como o padre falou em produção parlamentar, há que se colocar que a senadora Fátima Bezerra está, no ranking dos políticos do congresso, na posição 79 de 81 senadores, e não destinou nenhuma emenda para o município de Mossoró em seu mandato.

Em relação aos textos e publicações sobre o episódio do vídeo, a prefeita de Mossoró emitiu nota, que segue abaixo:

COMPARTILHE A VERDADE

1) O processo eleitoral em curso é o mais importante instrumento de legitimidade da democracia, respeitando principalmente cada cidadão. No entanto, a postagem de conteúdos falsos na Internet tendem a criar dentro do atual processo eleitoral um ambiente não-democrático, tendencioso e faltando com a verdade.

2) Em postagem publicada hoje, dia 16, no Portal Mossoró Hoje, fui vítima de uma fake news (notícia falsa). A matéria diz que em discurso insinuei que o PT tentou matar Jair Bolsonaro. Antes de mais nada, gostaria de lembrar que isso é uma acusação grave. O vídeo está na Internet e mostra claramente que defendo o fim do radicalismo na política. A paz e o debate de ideias é o principal instrumento de defesa da democracia. Portanto, jamais acusaria qualquer partido de um ato tão violento.

3) Gostaria de solicitar às autoridades que monitoram o processo eleitoral que atentem com vigor, nos próximos dias de campanha, para situações como essa, pois elas só tumultuam o processo eleitoral e confundem o eleitor.

4)A fake news fica ainda mais clara quando se observa que o discurso do vídeo não aconteceu na movimentação de ontem, como foi noticiado pelo portal. A candidata Larissa Rosado sequer havia chegado na nossa carreata no trecho em que fizemos o discurso, entre o Conjunto Redenção e o Santa Delmira, assim como o candidato a Vice-governador Kadu Ciarlini que estava ontem na carreata ao meu lado, mas não aparece no vídeo.

5) Por fim, gostaria de deixar um último recado. Em toda a minha trajetória política sempre tracei um caminho de verdade e transparência com o povo. Sempre adotei uma postura de respeito aos adversários dentro do processo eleitoral. E é assim que faremos a nossa campanha até o dia 7 de outubro, quando vamos juntos mostrar que o povo de Mossoró merece respeito, elegendo Carlos Eduardo e Kadu Ciarlini.
ROSALBA CIARLINI

Mídias Sociais, Tecnologia, Televisão

Portal No Ar Estreará TV No Ar

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O Portal No Ar vai estrear novo layout e também a TV No Ar. Através da webtv, a redação oferecerá mais informação a quem acessa o http://portalnoar.com.br/ e segue o Portal nas redes sociais.

Em parceria com a Cena2 Produções, do empresário Riccardo Carvalho, a TV No Ar produzirá conteúdo jornalístico dentro e fora do estúdio, em entrevistas, coberturas, programas diversos e debates.

Para primeira entrevista, que vai ao ar segunda-feira (17), receberão Marcelo Queiroz, empresário, presidente licenciado da Fecomércio/RN, filiado ao PDT e candidato a primeiro suplente do senador Garibaldi Filho, do MDB, para falar sobre o momento pelo qual Brasil e Rio Grande do Norte passam na política e na economia.

Participe! Clica no link, para assinar o WhatsNoAr, receber nossas notícias e mandar sugestões: https://goo.gl/forms/Fa365px8kynFV2lf1

Eleições 2018, Mídias Sociais, Política

Como ‘Comportamento de Manada’ Permite Manipulação da Opinião Pública por Fakes

Manada

A estratégia que vem sendo usada por perfis falsos no Brasil e no mundo para influenciar a opinião pública nas redes sociais se aproveita de uma característica psicológica conhecida como “comportamento de manada”.

O conceito faz referência ao comportamento de animais que se juntam para se proteger ou fugir de um predador. Aplicado aos seres humanos, refere-se à tendência das pessoas de seguirem um grande influenciador ou mesmo um determinado grupo, sem que a decisão passe, necessariamente, por uma reflexão individual.

“Se muitas pessoas compartilham uma ideia, outras tendem a segui-la. É semelhante à escolha de um restaurante quando você não tem informação. Você vê que um está vazio e que outro tem três casais. Escolhe qual? O que tem gente. Você escolhe porque acredita que, se outros já escolheram, deve ter algum fundamento nisso”, diz Fabrício Benevenuto, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), sobre a atuação de usuários nas redes sociais.

Ele estuda desinformação nas redes e testou sua teoria com um experimento: controlou quais comentários apareciam em um vídeo do YouTube e monitorou a reação de diferentes pessoas.

Quanto mais elas eram expostas só a comentários negativos, mais tendiam a ter uma reação negativa em relação àquele vídeo, e vice-versa.

“Um vai com a opinião do outro”, conclui Benevenuto. Em seu experimento, os pesquisadores chegaram à conclusão de que a influência estava também ligada a níveis de escolaridade: quanto menor o nível, mais fácil era ser influenciado.

Exército de Fakes

Fakes

Evidências reunidas por uma investigação da BBC Brasil ao longo de três meses, que deram origem à série Democracia Ciborgue, da qual esta reportagem faz parte, sugerem que uma espécie de exército virtual de fakes foi usado por uma empresa com base no Rio de Janeiro para manipular a opinião pública, principalmente, no pleito de 2014. E há indícios de que os mais de 100 perfis detectados no Twitter e no Facebook sejam apenas a ponta do iceberg de uma problema muito mais amplo no Brasil.

A estratégia de influenciar usuários nas redes incluía ação conjunta para tentar “bombar” uma hashtag (símbolo que agrupa um assunto que está sendo falado nas redes sociais), retuítes de políticos, curtidas em suas postagens, comentários elogiosos, ataques coordenados a adversários e até mesmo falsos “debates” entre os fakes.

Alguns dos usuários identificados como fakes tinham mais de 2 mil amigos no Facebook. Os perfis publicavam constantemente mensagens a favor de políticos como Aécio Neves (PSDB) e o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), além de outros 11 políticos brasileiros.

Eles negam ter contratado qualquer serviço de divulgação nas redes sociais por meio de perfis falsos. A investigação da BBC Brasil não descobriu evidências de que os políticos soubessem do expediente supostamente usado.

Eduardo Trevisan, dono da Facemedia, empresa que seria especializada em criar e gerir perfis falsos, nega ter produzido fakes. “A gente nunca criou perfil falso. Não é esse nosso trabalho. Nós fazemos monitoramento e rastreamento de redes sociais”, disse à BBC Brasil.

Personas

As pessoas que afirmam ser ex-funcionárias da Facemedia entrevistadas pela BBC Brasil disseram que, ao começar na empresa, recebiam uma espécie de “pacote” com diferentes perfis falsos, que chamavam de “personas”. Esses perfis simulavam pessoas comuns em detalhes: profissão, história familiar, hobbies. As mensagens que elas publicavam refletiam as características criadas.

“As pessoas estão mais abertas a confiar numa opinião de um igual do que na opinião de uma marca, de um político”, disse um dos entrevistados.

“Ou vencíamos pelo volume, já que a nossa quantidade de posts era muito maior do que o público em geral conseguia contra-argumentar, ou conseguíamos estimular pessoas reais, militâncias, a comprarem nossa briga. Criávamos uma noção de maioria”, diz um ex-funcionário.

Para Yasodara Córdova, pesquisadora da Digital Kennedy School, da Universidade Harvard, nos EUA, e mentora do projeto Serenata de Amor, que busca identificar indícios de práticas de gestão fraudulentas envolvendo recursos públicos no Brasil, “a internet só replica a importância que se dá à opinião das pessoas ao redor na vida real”.

“Se três amigos seus falam que um carro de uma determinada marca não é bom, aquilo entra na sua cabeça como um conhecimento”, diz ela.

Confiança abalada

Para Lee Foster, da FireEye, empresa americana de segurança cibernética que identificou alguns perfis fakes criados por russos nas eleições americanas, essa tentativa de manipulação pode não fazer as pessoas mudarem seus votos. “Mas podem passar a ver o processo eleitoral todo como mais corrupto, diminuindo sua confiança na democracia”, afirma.

“As redes sociais estão permitindo cada vez mais coisas avançadas em termos de manipulação nas eleições”, diz Benevenuto, citando as propagandas direcionadas do Facebook. “Estamos entrando em um caminho capaz de aniquilar democracias.”

A solução proposta por pesquisadores para o problema dos perfis falsos e robôs em redes sociais vai da transparência das plataformas ao esforço político de “despolarizar” a sociedade.

Córdova diz que não se deve pensar em “derrubar todos os robôs” – que não são necessariamente maliciosos, são mecanismos que automatizam determinadas tarefas e podem ser usadas para o bem e para o mal nas redes sociais.

“É impossível proibi-los. A saída democrática é ter transparência para outros eleitores”, afirma. Se “robôs políticos” existem e estão voluntariamente cedendo seus perfis para reproduzir conteúdo de um político, eles devem estar marcados como tal, como, por exemplo, “pertencente ao ‘exército’ do candidato X”.

Transparência

Defensora do direito à privacidade e da liberdade de expressão, a pesquisadora Joana Varon, fundadora do projeto Coding Rights (“direitos de programação”), também defende a transparência como melhor via. “Anonimato e privacidade existem para proteger humanos. Bots (robôs de internet) feitos para campanha eleitoral precisam ser identificáveis e registrados, para não enganar o eleitor”, afirma.

Mas como aplicar essa lógica para os perfis falsos controlados por pessoas que prestariam serviço secretamente para políticos, como os identificados pela BBC Brasil?

Para Pablo Ortellado, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da Universidade de São Paulo (USP), deve haver maior transparência e regulação em plataformas como o Facebook, que deve começar a agir “como se fosse um Estado, já que virou a nova esfera pública”, onde acontecem discussões e interações. Ou seja, a plataforma deve começar a se autorregular, se não quiser ser regulada pelos Estados.

Uma de suas tarefas, diz ele, deve ser excluir esses perfis falsos da rede – algo que a própria empresa diz, sem dar detalhes, que pretende fazer no Brasil antes das eleições de 2018. “Mas o grande desafio mesmo é desarmar a sociedade, que está muito polarizada e sendo estimulada nos dois campos. Sem essa polarização, cai a efetividade dos perfis falsos”, diz Ortellado.

Córdova defende que os usuários sejam educados sobre o que são robôs e que mais pessoas os estudem. “O remédio contra esses exércitos de robôs é um exército de pessoas que entendam a natureza dessas entidades na internet.”

Além disso, diz, a tendência é que as plataformas deixem as pessoas controlarem seus próprios feeds e que existam cada vez mais empresas de checagem de notícias, já que outra preocupação em 2018 são as “fake news” (notícias falsas). “Não tem solução mágica. É um ecossistema que está sendo criado.”

À BBC Brasil, o Twitter informou que “a falsa identidade é uma violação” de suas regras e que contas que representem “outra pessoa de maneira confusa ou enganosa poderão ser permanentemente suspensas”.

O Facebook diz que suas políticas não permitem perfis falsos e que está aperfeiçoando seus sistemas para “detectar e remover essas contas e todo o conteúdo relacionado a elas”. “Estamos eliminando contas falsas em todo o mundo e cooperando com autoridades eleitorais sobre temas relacionados à segurança online, e esperamos tomar medidas também no Brasil antes das eleições de 2018.”

Fonte: BBC Brasil

Mídias Sociais, Política

Atestado Reprovado

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Caiu nas redes sociais fotos de professor concursado, coordenador do SINTE (sindicato dos professores) de Nísia Floresta, que alegou problemas para subir escadas para não dar aula ou fazer qualquer outro trabalho administrativo por 30 dias, com atestado assinado pelo médico. O mesmo professor aparece em fotos ao lado da candidata ao governo do PT, Fátima Bezerra, nas publicações da própria candidata nas caminhadas e também no carro palanque, que não é dos mais fáceis para subir as escadas. Com atestado apresentado talvez não haja nada ilegal, mas certamente, com toda essa disposição para campanha e não para exercer suas reais funções haja algum desvio de sentido de moralidade. Segue abaixo o que caiu nas redes.

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Eleições 2018, Mídias Sociais

Plágio, Barraco e Gritaria

Já no começo da semana a movimentação nas redes sociais, e nos jornais pegou fogo.

2018-08-29_13-44-09Primeiro apareceu o plágio da candidata Fátima Bezerra ao Plano de Governo do estado do Piauí, e tão fotocópia que nem o nome do Estado foi mudado, ou seja, o que serve pro piauiense e suas particularidades, também serve para nós, potiguares. O caso foi motivo de chacota e manchete em vários meios de comunicação pelo Brasil.

Fátima

Em um país sério, o fato de mentir, omitir ou dar crédito para um texto, currículo, ou algo do tipo que não seja de sua propriedade intelectual em um cargo público, é motivo de vergonha e saída do cargo que ocupa, porque além de anti-ético, cria um enorme desconfiança no cidadão. Mas aqui, no Brasil e ainda mais no RN, é comum dizer que tem que copiar, imitar, o que presta. Mas precisa pelo menos dar os créditos. Afinal, o PT, sempre conhecido como partido que aglomera intelectuais deve ter um quadro técnico que pense o Rio Grande do Norte, e valorize que aqui vive e convive com nossos problemas.

E neste início de semana, foi demonstrado como o governo Robinson e seu Acordão da Dama de Espadas opera nos bastidores da “prostituição” da comunicação do Rio Grande do Norte. Uma blogueira conhecida por vários cargos ocupados em gestões desastrosas, pela sua total falta de credibilidade, pela grande amizade com um ex-secretário de justiça, que passava informações em primeira mão para a cidadã, pela sua chantagem explícita no uso das redes sociais especialmente com políticos, pela capacidade de barganhar cargo para mãe (embora detestada pelos colegas de trabalho e achar que pode ameaçar porque acha que a filha é muio “poderosa”) e para si mesma, além de fazer os “merchans” (propagandas) para obter produtos e serviços gratuitamente, resolveu sair atirando até em Jesus Cristo, que ela diz crer. Bem aquele tipo que Jesus deve ter feito o mundo só pra ela. E que aqui fique claro, não é importante a blogueira mas o modus operandi do marketing, ou da comunicação, do Acordão Dama de Espadas. Diria até a comunicação do Governo do Estado, porque há claramente o benefício de nomear um terceiro em cargo público para que o segundo cumpra a missão de falar bobagens, leviandades, por onde passar.

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Informação obviamente pública

Ao acusar alguns de presidiários, ou de “malfazejos”, deveria procurar saber quem consta em lista de doações, delações, e quem são réus no RN, e mais que isso, lembrar da extinta ATIVA, mais ou menos em 2011/2012 e os seus cheques passados para funcionários que estavam recebendo da Câmara Municipal do Natal e da ATIVA ao mesmo tempo, muitos ainda respondem processo por peculato (crime que consiste na subtração ou desvio de dinheiro público, para proveito próprio ou alheio, por funcionário público; abuso de confiança pública).

Enfim, fraca, rasteira, impopular, uma verdadeira crença que os eleitores potiguares são estúpidos, ou possuem uma memória muito ruim, por parte do candidato Robinson Faria e seu Acordão da Dama de Espadas percorrendo a Via Ápia. Os potiguares estão de olho, e talvez isso esteja aborrecendo muita gente.

Eleições 2018, Mídias Sociais

Facebook vai dar transparência para anúncios eleitorais no Brasil

 

FACEBOOKO Facebook confirmou ontem (25) que vai adotar no Brasil ferramentas de transparência para o uso da plataforma durante as eleições, especialmente por partidos e candidatos e no impulsionamento de conteúdos. O país será o segundo do mundo, depois dos Estados Unidos, onde esses recursos técnicos serão disponibilizados.

Os anúncios pagos relacionados às eleições serão identificados como “propaganda eleitoral”. Aqueles publicados por candidatos vão mostrar o CPF dele, bem como a legenda à qual é filiado. Já os anúncios de partidos vão conter o CNPJ da agremiação. Segundo a legislação eleitoral, apenas esses dois atores podem impulsionar conteúdos no pleito de outubro.