Esporte

Brasil Tem Campanha Histórica e Avança no Mundial Masculino de Handebol

handball

Precisando da vitória para sonhar com uma vaga na próxima fase do Mundial de Handebol, o Brasil entrou em quadra nesta quinta-feira para enfrentar a seleção unificada da Coréia, atração de competição. Em partida realizada na Mercedes-Benz Arena, em Berlim, a equipe brasileira venceu por 35 a 26, está classificada para a próxima fase do torneio. De quebra, conquistou a melhor posição na história dos mundiais.

Depois de um começo de Mundial ruim, com derrotas para França e Alemanha, o Brasil se recuperou e venceu as duas últimas partidas do grupo A da competição, contra Sérvia e Rússia, o que reacendeu as esperanças pela classificação. A terceira posição no grupo, ou o Top 12 na competição já é a melhor campanha da história do país. Anteriormente, a melhor colocação havia acontecido no Mundial da 2013, no qual o país ficou em 13º lugar.

Na partida desta quinta-feira, a equipe brasileira não teve muitas dificuldades e foi superior aos asiáticos durante toda a partida. Com um combinado de atletas das Coreias do Sul e do Norte, os adversários não foram capazes de fazer frente ao Brasil, que venceu o primeiro tempo por 18 a 10 e a etapa final por 17 a 16. Borges (6) e Rudolph (5) foram os artilheiros do jogo.

Fonte: R7

Esporte, Futebol

Alemanha Desbanca Turquia e Será Sede da Eurocopa de 2024

Alemanha

O Comitê Executivo da Uefa decidiu nesta quinta-feira que a Alemanha sediará a edição de 2024 da Eurocopa, em votação realizada em Nyon, na Suíça, em que a Turquia também estava na disputa e acabou derrotada.

Esta será a primeira vez após a unificação, ocorrida há 28 anos, que o país organizará o torneio. Em 1988, a Alemanha Ocidental recebeu a competição, que acabou sendo conquistada pela Holanda.

As cidades de Berlim, Colônia, Dortmund, Dusseldorf, Frankfurt, Gelsenkirchen, Hamburgo, Leipzig, Stuttgart e Munique serão as sedes dos jogos da Euro, de acordo com o projeto apresentado ao Comitê Executivo da Uefa.

Fonte: Agência EFE

Esporte

Coletor de Lixo Cria Legião de Atletas no Sertão da Bahia ao Investir do Próprio Bolso em Corridas de Rua

Ivanildo

Quando Ivanildo Dias de Souza era criança, no sertão da Bahia, sua mãe não tinha dinheiro sobrando nem para comprar as balas que o menino pedia quando ela ia ao mercado. “Tinha vontade de chupar bala, mas não tínhamos condições nem para isso”, conta ele, que foi criado só pela mãe no povoado rural de Lagoa do Meio, em Monte Santo, a 340 km de Salvador, e hoje tem 38 anos.

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“Quando me mudei para São Paulo, fiquei pensando nas dificuldades das crianças de lá, porque continuava tudo a mesma coisa. Elas são bem carentes mesmo. Daí coloquei na minha cabeça de fazer uma festa para essa molecada.”

Ivanildo veio para São Paulo há mais de duas décadas, tornou-se coletor de lixo e, na capital paulista, acabou desenvolvendo sua grande paixão: correr. Além de percorrer cerca de 10 km correndo atrás do caminhão e coletando mais de 3 toneladas de lixo por dia, ele treina diariamente cerca de 20 km na zona leste paulista, onde mora.

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O resultado tem vindo em dezenas de vitórias e boas colocações em tradicionais provas de rua: só neste ano, ele diz ter vencido 44 troféus em provas atléticas, incluindo um segundo lugar nos 10 km do Troféu da Independência. Na São Silvestre do ano passado, Ivanildo ficou em 27º lugar, entre 30 mil inscritos, e sua história de superação já rendeu reportagens na imprensa (a BBC News Brasil publicou um perfil em reportagem de 2016).

Corrida de rua anuais

A premiação em dinheiro de algumas provas Ivanildo poupa para uma destinação especial: incentivar nova legião de corredores em sua cidade natal na Bahia. Ele criou, há 13 anos, uma corrida de rua que leva o seu nome e que virou atração entre os cerca de 8 mil habitantes de Lagoa do Meio e região. “É uma corrida tanto para a molecada como para os adultos”, explica ele à BBC News Brasil. “Faço provas de 100 mestros para os pequenos, de mil metros para as crianças de 12 anos e de 6 km para quem tem 17 anos ou mais.”

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Por ano, Ivanildo diz investir R$ 9 mil do próprio bolso e do que ganha de patrocinadores para financiar sua própria viagem à Bahia e para distribuir lanches, camisetas e prêmios da corrida, que vão desde brinquedos até cheques de até R$ 300 para os mais bem colocados. “Minha mãe morreu dois anos atrás, então só viajo para a Bahia por causa dessa corrida. E sofro muito quando vou daqui (SP) para lá. Afinal, quem ainda está me esperando lá? Mas tem essa molecada, e prometi que ia fazer a corrida para elas por toda a minha vida.” A tradição criada pelo atleta acabou impactando a vida de muitas pessoas em seu povoado, onde até então a única opção de esporte era o futebol de várzea.

Joelton

“São crianças de classe média muito baixa mesmo, elas ficam na expectativa pela corrida”, conta Joelton Dias de Jesus, 34, que participa das provas adultas desde o início e se diz seu “maior vencedor”: já ganhou sete vezes nas categorias em que competiu. Acabou sendo apadrinhado por Ivanildo, que o trouxe a São Paulo e arrumou-lhe um emprego também como coletor de lixo da empresa Ecourbis – além de pagar sua inscrição para a última edição da São Silvestre. “Era o meu sonho participar da São Silvestre. Acabei ficando aqui (em SP) por causa da corrida e do emprego”, diz Joelton, que assim como Ivanildo treina diariamente “correndo atrás do caminhão de lixo”. “A corrida virou uma paixão para mim; é saúde e é lazer.” Seu filho, de 7 anos, também participa regularmente das provas de Ivanildo, e ficou em primeiro lugar na corrida do ano passado. Joelton torce para que um dia ele também corra a São Silvestre.

Grupo de corridas

O ânimo gerado pelas provas deu origem, há cinco anos, ao grupo de corridas “Flash Sport”, que reúne algumas das dezenas de corredores amadores de Monte Santo e região para compartilhar dicas de treino via WhatsApp, além de fazer vaquinha para dividir os custos de transporte para as provas de rua regionais.

O grupo também levou à criação de mais uma corrida de rua na região, esta no povoado de Lagoa do Saco, a 20 km de Lagoa do Meio. “A gente ouvia falar das corridas de Lagoa do Meio e quisemos fazer uma aqui. E o público só aumenta, desde crianças até gente da terceira idade”, conta o guarda municipal José Raimundo Andrade de Brito, o Magrão, organizador do Flash Sport. “Na próxima corrida daqui de Lagoa do Saco, esperamos que passe de 200 inscritos de oito cidades”, prossegue Magrão.

“E tem gente que busca não só pódio, mas mais saúde. Aqui a maioria dos empregos é na prefeitura – professores, profissionais da saúde -, e muita gente vai do trabalho pro sofá e do sofá pra casa. Então correr incentiva o pessoal a sair do sedentarismo.”

É o caso de Marina Eunice de Souza, 41, que passava o dia inteiro sentada no mercadinho onde trabalha com o marido. “Fiquei com vontade de participar de uma das corridas porque aqui quase não tem esporte para mulheres”, diz ela, que há dois anos participa do grupo de Magrão e perdeu seis quilos com a atividade física. “E foi muito bom para mim. Eu faço mais caminhada do que corrida, mas minha saúde melhorou bastante. Eu estava precisando mesmo de um esporte.”

Grupo

Mas, entre que competem com Magrão no Flash Sport, tem gente com expectativa maior do que apenas manter a boa forma: o lavrador Fabio Jesus Correia, 18 anos, até pensa em se profissionalizar no atletismo, depois de obter boas colocações em provas de rua do interior baiano. “Neste ano já corri em quatro provas da região; fiz 7 km em 18 minutos”, conta. “Hoje faço provas de 6 km, mas quero correr maratonas. Se conseguir apoio, quero virar corredor.”

Fabio participa das corridas de Ivanildo desde os 11 anos – e chegou a correr descalço nas primeiras provas. “Eu não tinha condições nem de comprar sapato, e o Ivanildo me ajudou.” Hoje, o plano de Ivanildo é trazer Fábio para trabalhar em São Paulo, assim como fez com Joelton. Fabio treina três vezes por semana, entre 10 km e 12 km por vez, bem cedo pela manhã, antes de seguir para roça para trabalhar. “Temos alguns meninos como o Fábio, que podem ter futuro na corrida”, argumenta Magrão. “Eles treinam bastante e conseguem pódio em quase toda a corrida de que participam por aqui. Se alguém investir neles, essas sementinhas (plantadas) pelo Ivanildo podem dar fruto.”

Fonte: BBC

Esporte, Futebol

Há 105 Anos Nascia Leônidas, o Homem que Popularizou a Bicicleta no Futebol

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Com nome de rei e sobrenome que nos remete ao país do futebol-arte, Leônidas da Silva foi o primeiro brasileiro a ganhar fãs pelo mundo pelas habilidades com as pernas.

Eleito melhor jogador e artilheiro da Copa do Mundo de 1938, com sete gols, virou nome de chocolate, o Diamante Negro, ao encantar os amantes de um esporte que começava a caminhar para o profissionalismo. Com suas pedaladas no ar, foi o maior ídolo do futebol brasileiro na era pré-Pelé.

Nesta quinta-feira, data em que completam-se 105 anos do nascimento do homem que eternizou a bicicleta e marca o meu retorno das férias, o 10 e Faixa Ou Não volta cinco anos no passado para reproduzir um especial em homenagem ao craque que defendeu Bonsucesso, Botafogo, Vasco, Flamengo e São Paulo. Além, é claro, da Seleção.

Já que no dia 6 de setembro de 2013, quando eu ainda começava a escrever minhas primeiras linhas para o site, em parceria com meus amigos e antigos companheiros de redação, Chandy Teixeira e Tébaro Schmidt, tive a honra de viajar no tempo e resgatar a história de um ídolo do passado que deveríamos falar mais nele – assim como em tantos outros. Até hoje, este é um dos trabalhos que mais me orgulho em ter participado.

Diamante Negro

Histórias incríveis: O mito Leônidas, diamante da bola, batiza chocolate

Como materializar o prazer de ver Leônidas da Silva desfilar nos gramados? Talvez somente uma substância capaz de inundar o cérebro de êxtase: o chocolate. No período em que o mundo da bola transitava entre o amadorismo e o profissionalismo, os pés de um homem inspiraram uma geração inteira e ajudaram a difundir o futebol como um esporte tipicamente brasileiro. Das peladas em São Cristóvão, no Rio de Janeiro, para as prateleiras dos supermercados, o Diamante Negro brilhou e transcendeu o tempo presente para ficar para sempre nos livros de história. Sim, um apelido de jogador de futebol virou nome de chocolate. E não era um jogador qualquer. Era, simplesmente, um fora de série. Fosse vivo, Leônidas completaria 100 anos nesta sexta-feira (este ano, 2018, completaria 105). Porém, a eternidade da sua obra de arte mais conhecida, a bicicleta, jogada das mais difíceis de serem executadas e que o centroavante fazia com maestria, estará garantida até que o último campo de terra batida desapareça.

Seduzida pela fama alcançada pelo melhor jogador e artilheiro da Copa do Mundo de 1938, com sete gols, a fábrica Lacta resolveu rebatizar um de seus produtos mais badalados em uma homenagem ao atacante. Primeiro, se chamava Chocolate ao Leite com Crocante Lacta. Depois, o primeiro chocolate crocante do Brasil passou a se chamar Diamante Negro. Além de popularizar o futebol e, sobretudo, o Flamengo, a imagem de Leônidas alavancou a venda da barra, ainda hoje uma das mais vendida do país.

O mito que foi Leônidas não se baseia apenas nas lembranças daqueles que o acompanharam. Os números também sustentam seus feitos. Afinal, ninguém possui uma média de gols maior com a camisa da seleção brasileira. Foram 38 tentos em 38 partidas – um gol por jogo. Somente em Copas do Mundo, balançou a rede oito vezes em cinco partidas.

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– Era um artilheiro espetacular. Um grande jogador. Técnico, rápido, sabia tudo. Era simplesmente um craque – disse aquele que entende do assunto: Ademir da Guia, um dos maiores ídolos do Palmeiras e filho de Domingos da Guia, grande amigo de Leônidas.

Pelo clube que o alavancou, o Bonsucesso, Leônidas colocou seu nome em definitivo no livro da eternidade. Foi vestindo a camisa do Leão da Leopoldina que executou, pela primeira vez, a bicicleta. Jogada da qual não foi inventor, mas que de longe foi o maior executor. O estádio do clube por onde marcou o primeiro gol dessa maneira, inclusive, ganhou seu nome.

– Leônidas era o Pelé da época. No entanto, foi Pelé numa época em que ainda não existia a grande mídia. Um jogador fora de série – resumiu André Ribeiro, jornalista responsável pela biografia mais completa do jogador.

O início e a bicicleta

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Nascido em São Cristóvão, Leônidas deu seus primeiros passos no clube do bairro, em 1923. Ficou por lá até 1929, quando se transferiu para o clube também carioca Sírio Libanês. Embora já se passassem seis anos de carreira, o Brasil só conheceu o jogador em 1931. Leônidas se transferia para o Bonsucesso. Leônidas se transferia para a história.

No dia 24 de abril do ano seguinte, na partida entre Bonsucesso e Carioca, executou a bicicleta pela primeira vez na carreira.

– Acho que a história do Leônidas, apesar de ter começado no Bonsucesso, se deu a partir da sua fama na Seleção. Mas foi no Bonsucesso, clube pelo qual fez aquele gol de bicicleta, que marcou a história. Ele lançou a jogada no Teixeira de Castro, que, anos depois, foi eternizado com o nome dele – contou José Ferreira Simões, então presidente do clube carioca.

Na equipe rubroanil, Leônidas ficou apenas dois anos. Mas o suficiente para explodir e chamar a atenção de outras equipes. Inclusive do exterior. Fechou com o Peñarol, do Uruguai, de onde já teria voltado com seu primeiro apelido: Homem-Borracha. Uma alusão a sua elasticidade, necessária para executar a bicicleta. Também passou por Vasco e Botafogo antes de chegar ao Flamengo, em 1936. E foi campeão carioca nos dois clubes. Pelo time cruz-maltino, em 1934. Pelo alvinegro, em 1935.

O inventor ou maior executor?

Por muito tempo, acreditou-se que Leônidas teria sido o inventor da bicicleta. Reza a lenda que o craque teria visto Petronilho de Brito executar a difícil jogada e a aperfeiçoou. O próprio Leônidas nunca rogou a si mesmo a invenção da obra, mas também não deixava de dizer que a popularizou – o Rei Pelé, após ter visto o Diamante Negro fazê-la, foi um dos que também a realizaram com sucesso.

– Um dia, ele ainda lúcido, me disse: “Já se fazia. Eu, por ser um homem famoso, a popularizei. Não sou o inventor, não cometeria essa leviandade. Eu era apenas um dos melhores executores” – disse André Ribeiro.

A viúva do jogador faz coro com o jornalista. Ela acrescentou que o próprio marido acreditava que foi o maior divulgador da jogada.

– Olha, é o seguinte: ele sabia muito bem do talento dele. Sabia o que era, o que ele valia. Eu vou dizer o que ele sempre disse. São palavras dele: “O futebol tem mais de 100 anos. Com certeza, alguns jogadores fizeram essa jogada, só que não deram nome. Era uma jogada qualquer. Ele não acha que inventou, mas acha que foi quem mais divulgou a jogada – disse.

Anos de ouro

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Em 1936, Leônidas chegou a um Flamengo que amargava um jejum para lá de desconfortável. Afinal, eram nove anos sem um título sequer. Antes de levantar a taça pelo Rubro-Negro, no entanto, o jogador sentiu o gosto amargo de ser derrotado em Estaduais pelo maior rival da época, o Fluminense, da dupla Romeu e Tim. O título que deu fim à sequência negativa do clube surgiu apenas em 1939. Em seis anos de Flamengo, o atacante marcou incríveis 153 gols em 149 partidas, o que o faz o jogador com a maior média de gols da história do clube rubro-negro.

A contratação de Leônidas, juntamente com as de outros dois craques negros, Domingos da Guia, o Divino Mestre, e Fausto dos Santos, o Maravilha Negra, elevou o Flamengo a um patamar que o tornou definitivamente um clube de massa. Foi um salto gigantesco de popularidade da equipe que hoje possui a maior torcida do Brasil.

Durante a Copa de 1938, Leônidas chegou ao auge da carreira. Em pesquisa, sua popularidade foi comparada com a do presidente da República, Getúlio Vargas. No Mundial, encantou o mundo e o jornalista francês Raymond Thourmagen, que, reza a lenda, criou o apelido de “Diamante Negro”. Além da alcunha, o craque voltou como artilheiro da Copa – há quem diga que marcou oito gols, mas, segundo a Fifa, fez sete – e com o status de melhor atleta da competição na bagagem. O Brasil ficou em terceiro lugar, a melhor posição da Seleção até então. Uma lesão o tirou do jogo contra a Itália, equivalente à semifinal do torneio, que culminou com a eliminação do Brasil.

– A genialidade dele fez falta naquela última partida da Seleção – lamentou Ademir da Guia.

Fonte: Globo Esporte

Esporte, Futebol

Marta é Mais Uma Vez Indicada ao Prêmio de Melhor Jogadora da Fifa

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Cinco vezes eleita a melhor jogadora de futebol do mundo, a brasileira Marta tenta mais uma vez faturar o prêmio concedido pela Fifa. As dez finalistas que concorrem à honraria foram divulgados nesta terça-feira (24), e Marta não tem como adversárias as duas últimas vencedoras do prêmio: a norte-americana Carli Lloyd e a holandesa Lieke Martens estão fora das dez selecionadas.

Na temporada, Marta anotou 13 gols e distribuiu seis assistências com a camisa do Orlando Pride, pela Liga norte-americana de futebol feminino. A camisa 10 ainda foi a capitã da seleção brasileira na campanha perfeita de sete vitórias na Copa América, balançando a rede uma vez, contra a Venezuela.

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Marta foi eleita a melhor do mundo pela Fifa em 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010. A camisa 10 da seleção brasileira ainda ficou com a ‘prata’ em quatro ocasiões: 2005, 2011, 2012 e 2014, além de dois bronzes, em 2004 e 2013.

As dez concorrentes ao prêmio The Best

– Lucy Bronze (Lyon e Inglaterra);
– Pernille Harder (Wolfsburg e Dinamarca);
– Ada Hegerberg (Lyon e Noruega);
– Amandine Henry (Lyon e França);
– Sam Kerr (Sky Blue FC e Austrália);
– Saki Kumagai (Lyon e Japão);
– Dzsenifer Marozsan (Lyon e Alemanha);
– Marta (Orlando Pride e Brasil);
– Megan Rapinoe (Seattle Reign e Estados Unidos);
– Wendie Renard (Lyon e França).

Fonte: R7

Eleições 2018, Esporte, Política

Pré-Candidata a Deputada Estadual pelo PDT, Nina Souza Esteve no Lançamento da Candidatura de Ciro Gomes

A inquieta pré-candidata a deputada estadual, Nina Souza (PDT), esteve em Brasília neste final de semana para o lançamento da campanha de Ciro Gomes à presidência da república, junto com um grupo pedetista potiguar comandado pelo pré-candidato do partido ao Governo do Rio Grande do Norte, o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo.

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Em Natal, sua equipe acompanhou de perto a Missa dos Anjos, na comunidade da Redinha e a 2ª Copa Natal de Taekwondo, no Palácio dos Esportes, promovido pela Prefeitura do Natal, através da Secretaria de Esportes e Lazer – SEL, e com atletas apoiados pelo mandato da vereadora pré-candidata. “O esporte precisa ser levado à sério, como uma forma de criar cidadãos conscientes de seus direitos e deveres. Formar campeões é uma consequência de um processo árduo de descobertas e criação de oportunidades. No nosso mandato buscamos unir as duas coisas, valorizando a educação e o esporte como transformadores de vida.”, disse Nina Souza.

Esporte, Futebol, Russia 2018

A Lista, O Talento, Le Bleus e Repeteco 20 Anos Depois

Mbappé
Mbappé

E lá se vão 20 anos do primeiro título mundial de futebol da França. Todo brasileiro lembra daquela final arrasadora da França x Brasil, a convulsão de Ronaldo, a quase entrada de Edmundo, a apatia do Brasil em campo, e Zidane fazendo dois gols quase iguais, e um de Petit para fazer sofrer mais. Uma grande festa francesa em Paris. Hoje a França entrou com seu uniforme número 01, toda de azul.

Uniforme

 

Agora, um dia após a comemoração da Queda da Bastilha (14 de Julho 1789) a França está em uma final, em que seu técnico, Didier Deschamps (que ergueu a Taça do Mundo em 1998), é o terceiro da história das Copas a conseguir ser campeão como jogador e depois como técnico, após o brasileiro Zagallo e o alemão Beckenbauer.

Hoje a França tem uma seleção multicultural em um momento que muito se discute, na Europa, como reduzir a enorme quantidade de imigrantes que chegam no continente diariamente. O aspecto multicultural da seleção francesa de futebol deixou de ser colocado em primeiro plano nesta Copa do Mundo, como foi em 1998, destacando o argelino francês Zinedine Zidane, no sentido de serem uma nação só, apesar das diferenças, e não apenas porque deixou de ser novidade, mas talvez porque se tornou comum em vários países da Europa. São 17 nações envolvidas (Há Franceses e descendentes de Espanha, Filipinas, Mali, Mauritânia, Senegal, Argélia, Itália, República Democrática do Congo, Haiti, Angola, Camarões, Guiné, Marrocos, Togo e Martinica e Guadalupe), mas desses, apenas dois jogadores nasceram fora da França, o goleiro Steve Mandanda, do Congo, e zagueiro Samuel Umtiti, de Camarões.

A França, claramente favorita, leva sua segunda Copa do Mundo com o jovem Mbappé, de 19 anos, jogando como titular e confirmando ser a realidade de um grande talento do país. Junto com ele, a seleção francesas trouxe importantes nomes como Griezmann, Kanté, Lloris, Pogba, Umtiti, Matuidi, Giroud, Fekir, Dembélé, Rami, Rabiot. Um grupo que já era um dos favoritos antes de começar a Copa e foi a destruidora de seleções sul-americanas, começou jogando contra a Austrália, 2 x 1; França 1 x 0 Peru; França 0 x 0 Dinarmarca; França 4 x 3 Argentina; França 2 x 0 Uruguai; França 1 x 0 Bélgica. E hoje, Allez le Bleus!
Abaixo, o que dizem ter vazado do novo uniforme francês bi-campeão mundial feito pela Nike.

França duas estrelas