Economia, Negócios

BNDES Lança Crédito de R$ 2 Bilhões para Equipamentos de Energia Renovável

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou hoje (27) novas linhas de crédito para investimento em energias renováveis. O banco disponibiliza R$ 2,2 bilhões para aquisição de sistemas de geração de energia solar, eólica e de aquecimento de água por meio de placas solares.

O lançamento das linhas de crédito ocorreu no Rio de Janeiro e contou com a presença do presidente Michel Temer. Ele afirmou que a promoção de energia limpa e desenvolvimento sustentável é uma “bandeira importante” do seu governo.

A linha de crédito está disponível para empresas de todos os portes, produtores rurais, condomínios, além de pessoas físicas e poderá financiar até 100% do valor total dos equipamentos, com até dez anos para pagar e dois anos de carência. A taxa final para micro, pequenas e médias empresas ficará em torno de 1,3% ao mês.

Durante o evento, o presidente lembrou também a sua passagem pela Assembléia-Geral da ONU, no início da semana.

“Aproveitei a ocasião para reafirmar o compromisso do Brasil com a economia de baixo carbono. Apenas para dar um exemplo, hoje temos a maior reserva marinha ambiental do mundo. Alcança um espaço equivalente à soma da França e Alemanha juntos. Verifiquei quantos e quantos chefes de Estado, de governo, vieram nos cumprimentar por isso. Trata-se, portanto, de um compromisso de princípio que nosso governo tem convertido em ações concretas, como a de hoje”.

Fonte: PEGN

Economia

Caixa Disponibiliza Consignado com Garantia do FGTS

CEF

Os trabalhadores do setor privado poderão contar com uma nova opção de crédito a partir de hoje (26), o empréstimo consignado com uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como garantia. De acordo com o Ministério do Trabalho, por enquanto, apenas a Caixa Econômica Federal oferece a linha de crédito, que poderá ser solicitada em qualquer agência do banco público.

Outras instituições financeiras também poderão disponibilizar a nova linha de crédito, desde que sigam as regras estabelecidas. O crédito está disponível para 36,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Os juros não poderão ultrapassar 3,5% ao mês, percentual até 50% menor do que o de outras operações de crédito disponíveis no mercado, informou o ministério. O prazo de pagamento será de até 48 meses (quatro anos).

O uso do FGTS como garantia para o crédito consignado proporciona juros mais baixos para os tomadores, porque os recursos da conta do trabalhador no fundo cobrirão eventuais calotes, o que reduz o risco para os bancos e permite à Caixa oferecer empréstimos com taxas menores.

Segundo o ministério, os valores emprestados dependerão do quanto os trabalhadores têm depositado na conta vinculada do FGTS. Pelas regras, eles podem dar como garantia até 10% do saldo da conta e a totalidade da multa em caso de demissão sem justa causa, valores que podem ser retidos pelo banco no momento em que o trabalhador perder o vínculo com a empresa em que estava quando fez o empréstimo consignado.

Desde 2016, a Lei 13.313 previa o uso de parte do saldo do FGTS como garantia nas operações de crédito consignado. A modalidade, no entanto, não deslanchou porque a falta de regulamentação não trazia segurança para os bancos. As instituições financeiras só eram informadas do saldo do Fundo de Garantia do trabalhador no caso de um eventual desligamento da empresa. A possibilidade de que o funcionário, durante a vigência do crédito consignado, sacasse parte do FGTS para comprar um imóvel reduziria a quantia que poderia servir de garantia.

Mudança

Para dar maior garantia aos bancos, no mês passado foi feita uma nova regulamentação da modalidade de crédito e a Caixa criou um sistema que permite fazer a reserva de valores da conta do FGTS como garantia ao contrato consignado.

O valor reservado como garantia do empréstimo permanecerá na conta do FGTS do trabalhador, rendendo normalmente, até a quitação do empréstimo. A garantia será usada caso o empregado seja demitido sem justa causa e o banco não tenha mais como descontar as parcelas do crédito consignado do salário.

Fonte: Terra

Economia, Eleições 2018

Paulo Guedes Quer Nova CPMF e Imposto de Renda Único de 20%

Revista Veja 10/08/2018 - Amarelas Paulo Guedes - RJ

O economista Paulo Guedes, coordenador do programa econômico do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), quer recriar um imposto sobre movimentação financeira nos moldes da CPMF e pretende estabelecer uma alíquota única de Imposto de Renda de 20% para pessoas físicas e jurídicas, que incidiria também sobre a distribuição de lucros e dividendos, de acordo com o jornal “Folha de S.Paulo” desta quarta-feira (19).

Guedes também pretende eliminar a contribuição patronal para a Previdência, que tem a mesma alíquota de 20% e incide sobre a folha de pagamentos, acrescentou o jornal.

De acordo com a colunista da “Folha” Mônica Bergamo, o pacote tributário que Guedes pretende implantar caso Bolsonaro seja eleito foi apresentado a uma plateia restrita reunida pela GPS Investimentos, gestora especialista em grandes fortunas, na terça-feira.

O novo imposto sobre movimentações financeiras se chamaria Contribuição Previdenciária e seria destinado a financiar o INSS, segundo a “Folha”. A equipe econômica liderada por Guedes defende o modelo de capitalização para a Previdência, mas o atual sistema seguiria existindo paralelamente, e a contribuição seria criada para garantir sua solvência, acrescentou o jornal.

Em mensagem publicada no Twitter nesta manhã, Bolsonaro afirmou que sua equipe econômica trabalha para reduzir a carga tributária. O candidato não citou as declarações de Paulo Guedes.

“Nossa equipe econômica trabalha para redução de carga tributária, desburocratização e desregulamentações. Chega de impostos é o nosso lema! Somos e faremos diferente. Esse é o Brasil que queremos!”, disse Bolsonaro na publicação. Bolsonaro, que está hospitalizado desde o dia 6 de setembro após levar uma facada durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), lidera as pesquisas de intenção de voto para a eleição de outubro. O candidato tem utilizado as redes sociais para fazer campanha enquanto internado.

Fonte: Terra

Economia

Caixa Reduz Juros Para a Compra de Imóveis de Até R$ 1,5 Milhão

CEF

A Caixa Econômica Federal anunciou hoje a redução da taxa de juros do crédito imobiliário para imóveis com valor de até 1,5 milhão de reais. Segundo a Caixa, a taxa mínima passará de 9,5% para 8,75% ao ano e a máxima, de 11% para 10,25% ao ano. As novas condições passam a valer a partir de 24 de setembro na aquisição de imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

Desde abril, a Caixa vem reduzindo as taxas de juros para financiamento de imóveis. Em abril, o banco baixou em até 1,25 ponto porcentual as taxas para operações com recursos da poupança. O banco também promoveu melhoria das condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite de cota de financiamento do imóvel usado subiu de 50% para 70%.

Em julho o banco reduziu as taxas do crédito imobiliário para pessoa jurídica. Em agosto, a Caixa promoveu uma redução nos juros do crédito imobiliário com recursos da poupança. O limite de cota de financiamento de imóveis usados para pessoa física também subiu de 70% para 80%.

A Caixa conta neste ano com um orçamento de 85 bilhões de reais para o crédito habitacional. No 1º semestre de 2018 já foram contratados mais de 40 bilhões de reais. Atualmente, a Caixa mantém a liderança no setor com cerca de 70% das operações para aquisição da casa própria.

O banco também informou que vai oferecer um novo serviço de avaliações de imóveis a partir de novembro. Esse serviço vai disponibilizar laudos de avaliação diretamente para pessoas físicas e jurídicas com contratação digital.

Economia, Livros

Dionísio Gomes, Professor da UFRN e Ex-Controlador do Município de Natal, é Autor de Livro Sobre Controladoria Governamental

Apenas para apresentar o currículo de um dos autores do livro já sendo vendido na Amazon Brasil, “Controladoria Governamental – Avaliação de Resultados”, José Dionísio Gomes da Silva, graduado em Ciências Contábeis pela UFRN, especialista em Gestão Universitária pra UFRN, mestre em Administração pela UFRN, doutor em Controladoria e Contabilidade pela USP/SP. Professor da UFRN e Secretário-Chefe da Controladoria Municipal de Natal até 2018.

O livro, publicado pela Editora Biblioteca24horas e em parceria com Maurício Correia da Silva, tem por finalidade tratar de um conjunto de temas que fazem parte da competência da Controladoria Governamental e de forma mais detalhada o tema avaliação. Distingue-se dos demais livros sobre a Controladoria Governamental por fixar sua preocupação com as avaliações normativas (legais) e acadêmicas (pesquisas avaliativas). São indicadas uma literatura teórica e prática de avaliação de eficiência alocativa (Análise Envoltória de Dados) e avaliação de desempenho (Análise de Componentes Principais e Análise Fatorial).

A recomendação do livro é para alunos de graduação e pós-graduação dos Cursos de Ciências Sociais Aplicadas (Ciência Contábeis, Administração, Gestão Pública e Economia) e para os profissionais que labutam no setor público.O livro é indicado também como livro-texto para a disciplina Controladoria Governamental do curso de Ciências Contábeis e leitura complementar para as seguintes disciplinas: Administração Pública do curso de Administração; Controle e Administração Pública do Curso Superior de Gestão Pública e Finanças Públicas do Curso de Economia.

Economia, Negócios

Por Que o Ródio se Tornou o Metal Precioso Mais Caro do Mundo

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O ouro, a prata e a platina são os metais preciosos mais populares do mundo. O mais valioso, entretanto, é praticamente um desconhecido: o ródio. Seu preço cresceu impressionantes 265% nos últimos dois anos. E pode continuar subindo, segundo analistas de mercado.

O ródio é usado principalmente nos catalisadores automotivos, para diminuir as emissões de gases tóxicos. Como o controle de poluentes é uma tendência em alta, a indústria automobilística “o demanda cada vez mais para cumprir suas metas ambientais”, afirma David Holmes, vice-presidente de comércio da Heraeus Metals, empresa que trabalha com venda de metais.

Por outro lado, o ródio é escasso, extraído por poucos países, entre eles Rússia e África do Sul – a maior mineradora do metal, onde a produção, aliás, está em queda. Essa combinação de demanda em alta e oferta em baixa cria grande incerteza no mercado. Há uma década, o preço do ródio era de US$ 10 mil por onça (28 gramas), valor que despencou para US$ 1 mil em 2009. Em agosto de 2016, atingiu seu menor valor, US$ 639. Hoje está em expressivos US$ 2,3 mil. Uma montanha-russa que deixa qualquer investidor nervoso.

De catalisador automotivo a revestimento de jóias

O ródio tem grande variedade de usos comerciais porque é um bom condutor de eletricidade. Além disso, devido à elevada dureza, é utilizado em ligas com outros metais, para que elas tenham resistência mais alta à corrosão. É demandado na indústria eletrônica, que o utiliza em alguns equipamentos ópticos e em certos tipos de espelhos. Na joalheria, é utilizado em quantidades muito pequenas para aumentar a resistência do ouro e lhe dar uma aparência mais brilhante.

Não existem minas de ródio. Ele é, na verdade, um subproduto de outras atividades da mineração. Na África do Sul, que concentra 80% da produção, é um subproduto da platina. Na Rússia, é um subproduto do níquel. A redução da produção sul-africana se deve à queda no preço da platina, que levou a mineradora Impala Platinum Holdings a anunciar que vai reduzir sua extração do metal – e, por consequência, do ródio – no país em um terço até 2021.

A comunicação contribuiu para a nova alta no preço do ródio. E é provável que ele continue subindo: a China vem aumentando seu apetite pelo metal, em sua cruzada para reduzir as emissões poluentes dos automóveis.

Fonte: UOL Economia

Economia, Eleições 2018, Negócios, Política

MAIS RN é Apresentado para Participantes de Plano de Governo dos Candidatos Majoritários

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Em lançamento do Plano Mais RN 2018-2022, no auditório da FIERN, as equipes de técnicos de todos os candidatos foram chamadas para assistirem um resumo do que foi identificado no RN até 2017 pela empresa Macroplan, baseadas em fontes oficiais.

Lá esteve parte da equipe de técnicos do plano de governo do candidato Carlos Eduardo, como Dionísio Gomes, ex-controlador do município de Natal, e hoje novamente professor da UFRN no curso de Contabilidade; Luís Renato da Rocha, graduado em gestão pública e mestre em estudos urbanos e ambientais; além de Saudade Azevedo, ex-secretária de saúde de Natal, e Terezinha Rêgo, secretária adjunta da secretaria de saúde de Natal, duas especialistas em estudos e soluções para SUS.

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Durante a apresentação do Mais RN 2018, ficou claro que o Rio Grande do Norte perdeu tempo, espaço, posições no ranking de desenvolvimento nacional. Tentou se fazer um pacto político e social em 2014, que não foi concretizado. De 2014 para cá os dados mostram que o RN entrou em franco declínio, como por exemplo, o desenvolvimento econômico, com uma queda de oito posições, indicando o RN como o penúltimo estado brasileiro nesse quesito. Para a Macroplan, neste ritmo atual de gestão, em 2022 o RN será o 23º no ranking DGE, caindo dez posições.

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Aqui fica a recomendação da leitura dessa Agenda 2019-2022 do MAIS RN com todos os detalhes da agenda, com considerações, números e sugestões para quem for gerir o RN a partir de 2019.