Eleições 2018

Saiba quem são os 13 candidatos a presidente do Brasil

Eleitores de todo o Brasil vão votar para eleger o futuro presidente

Com a convenção do PPL, que lançou, neste domingo (5), a candidatura de João Goulart Filho à Presidência da República, são 14 os postulantes ao cargo de presidente da República. Há informações sobre a possiblidade de a candidata do PCdo B, Manuela D’Ávila, desistir de concorrer. Caso isso se confirme, haverá 13 candidatos à eleição para presidente da República no dia 7 de outubro.

Segundo a legislação eleitoral, as chapas completas com os candidatos, vices, alianças ou coligações têm de ser oficializadas até amanhã (6).

 

Veja quem são os candidatos a presidente:

Álvaro Dias (Podemos)

O senador Álvaro Dias foi escolhido pelos convencionais do Podemos para ser candidato à Presidência da República. A candidatura do parlamentar pelo Paraná foi oficializada em Curitiba, durante convenção nacional do partido. Na primeira fala como candidato, Álvaro Dias anunciou que, se eleito, vai convidar o juiz federal Sérgio Moro para ser ministro da Justiça, e repetiu a promessa de “refundar a República”.

Ele vai compor a chapa com o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, cujo partido, o PSC, havia decidido lançar candidatura própria à Presidência, mas desistiu em favor de uma aliança com o Podemos. Além do PSC, fazem parte da coligação até agora os partidos PTC e PRP.

Cabo Daciolo (Patriota)

A convenção nacional do Patriota oficializou a candidatura do deputado federal Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, o Cabo Daciolo. O evento ocorreu no município de Barrinha, no interior de São Paulo. O candidato foi escolhido por unanimidade. A candidata a vice é Suelene Balduino Nascimento, do mesmo partido. Ela é pedagoga com 23 anos de experiência e atua na rede pública de ensino do Distrito Federal.

Daciolo defende mais investimentos em educação e segurança por considerar áreas essenciais para o crescimento do país. Em discurso durante a convenção, Daciolo se posicionou contrário à legalização do aborto e à ideologia de gênero.

Ciro Gomes (PDT)

O PDT confirmou no dia 20 de julho a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, na convenção nacional que reuniu filiados do partido.

Esta é a terceira vez que Ciro Gomes será candidato à Presidência da República: em 1998 e 2002, ele concorreu pelo PPS. Natural de Pindamonhangaba (SP), construiu sua carreira política no Ceará, onde foi prefeito de Fortaleza, eleito em 1988, e governador do estado, eleito em 1990. Renunciou ao cargo de governador, em 1994, para assumir o Ministério da Fazenda, no governo Itamar Franco (1992-1994), por indicação do PSDB, seu partido na época. Ciro Gomes foi ministro da Integração Nacional de 2003 a 2006, no governo do ex-presidente Lula. Tem 60 anos e quatro filhos.

Geraldo Alckmin (PSDB)

Em convenção nacional realizada na capital federal, o PSDB confirmou, nesse sábado (4), a candidatura do presidente do partido e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, à Presidência da República nas eleições de outubro. Dos 290 votantes, 288 aprovaram a candidatura de Alckmin. Houve um voto contra e uma abstenção. A senadora Ana Amélia (PP-RS) é a vice na chapa.

No primeiro discurso como candidato, Alckmin disse que quer ser presidente para unir o país e recuperar a “dignidade roubada” dos brasileiros. Ele defendeu a reforma política, a diminuição do tamanho do Estado e a simplificação tributária para destravar a economia.

Guilherme Boulos (PSOL)

O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores SemTeto (MTST), Guilherme Boulos, foi lançado no dia 21 de julho como candidato à Presidência da República pelo PSOL, na convenção nacional em São Paulo. Também foi homologado o nome de Sônia Guajajara, representante do povo indígena, para vice-presidente.

Boulos destacou que irá defender temas que pertencem aos princípios do partido, como o direito ao aborto e à desmilitarização da polícia.

Henrique Meirelles (MDB)

O MDB confirmou, no dia 2 de agosto, o nome de Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda, como candidato à Presidência da República. O partido informou que Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul, será o vice na chapa.

Henrique Meirelles destacou como prioridades investimentos em infraestrutura, para diminuir as distâncias no país, além de saúde e segurança pública. O presidenciável também prometeu reforçar o Bolsa Família. Para gerar empregos, Meirelles disse que pretende resgatar a política econômica, atrair investimentos e fazer as reformas para que o país cresça 4% ao ano.

Jair Bolsonaro (PSL)

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), 63 anos, foi confirmado, no dia 22 de julho, como o candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo PSL. O vice é o general Hamilton Mourão, do PRTB.

Na convenção, Bolsonaro adiantou que, se eleito, quer excluir o ministério das Cidades e fundir pastas como Fazenda e Planejamento, assim como Agricultura e Meio Ambiente. O candidato prometeu ainda privatizar estatais.

João Amoêdo (Partido Novo)

João Dionisio Amoêdo foi oficializado candidato à Presidência da República pelo Partido Novo durante convenção na capital paulista, no dia 4 de agosto. O cientista político Christian Lohbauer foi escolhido como candidato à vice-presidente. Entre as principais propostas de Amoêdo estão equilibrar as contas públicas, acabar com privilégios de determinadas categorias profissionais, melhorar a educação básica e atuar fortemente na segurança. O presidenciável também é favorável à revisão do Estatuto do Desarmamento.

João Amoêdo disse que quer levar renovação à política e mudar o Brasil. O presidenciável defendeu a privatização de empresas estatais.

João Goulart Filho (PPL)

O PPL lançou, no dia 5 de agosto, João Goulart Filho como candidato à Presidência da República. Ele é filho do ex-presidente João Goulart, o Jango, que teve mandato presidencial, de 1961 a 1964, interrompido pela ditadura militar. É a primeira vez que João Goulart Filho concorre ao cargo.

O candidato a vice é Léo Alves, professor da Universidade Católica de Brasília. Algumas propostas do candidato são a redução drástica dos juros da dívida pública para dar condições ao Estado de investir no desenvolvimento social, o resgate da soberania, o controle das remessas de lucros das empresas estrangeiras e a revisão do conceito de segurança nacional.

José Maria Eymael (DC)

O partido Democracia Cristã (DC) confirmou, no dia 28 de julho, durante convenção na capital paulista, a candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República, nas eleições de outubro, e do pastor da Assembleia de Deus Helvio Costa como vice-presidente.

Na área econômica, as diretrizes gerais de governo do DC incluem política macroeconômica orientada para diminuição do custo do crédito ao setor produtivo, apoio e incentivo ao turismo e a valorização do agronegócio com ações de governo específicas, que ainda não foram divulgadas, e apoio aos pequenos e médios produtores rurais.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

A convenção nacional do PT escolheu, por aclamação, no dia 4 de agosto, o nome de Luiz Inácio Lula da Silva para ser o candidato à Presidência da República. O encontro também homologou o apoio do PCO e do PROS à candidatura do PT.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está preso em Curitiba, desde 7 de abril, após ter sido condenado em segunda instância no caso do triplex de Guarujá. O ator Sérgio Mamberti leu, na convenção, uma carta escrita por Lula, onde ele afirmou que “querem fazer uma eleição presidencial de cartas marcadas, excluindo o nome que está à frente na preferência popular em todas as pesquisas”.

Manuela D’ Ávila (PCdoB)

A deputada estadual Manuela D’Ávila foi confirmada pelo PCdoB, no dia 1º de agosto, como candidata do partido à Presidência da República.

Depois de ter a candidatura lançada com apoio unânime dos delegados do partido, Manuela D’Ávila apresentou bandeiras como a da reforma da segurança pública, a justiça tributária, o combate às grandes corporações e a revogação da reforma trabalhista e da emenda constitucional que estabeleceu um teto para os gastos públicos por 20 anos. Ela criticou o “desemprego recorde”, a queda da massa salarial e a evasão de jovens de universidades e escolas técnicas.

No fim da noite de domingo (5), o PCdoB fez um acordo com o PT, retirando a candidatura de Manuela D’Ávila, que deverá acompanhar o candidato petista à Vice-Presidência, Fernando Haddad, em viagens pelo país. Eles farão campanha em nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aclamado no sábado como candidato do PT.

Marina Silva (Rede)

A primeira convenção nacional da Rede Sustentabilidade confirmou, por aclamação, no dia 4 de agosto, o nome Marina Silva como candidata da sigla à Presidência da República. O candidato à vice na chapa, o médico sanitarista, Eduardo Jorge, do Partido Verde (PV), também foi apresentado oficialmente no encontro.

A presidenciável prometeu uma campanha limpa, sem notícias falsas e sem destruir biografias. Se comprometeu com as reformas da Previdência, tributária e política, que acabe com a reeleição e incentive candidaturas independentes. Se eleita, Marina também disse que pretende fazer uma revisão dos “pontos draconianos” da reforma trabalhista que, segundo ela, seriam feitas a partir de um diálogo com o Congresso.

Vera Lúcia (PSTU)

Em convenção nacional, o PSTU oficializou, no dia 20 de julho, a candidatura de Vera Lúcia à Presidência da República e de Hertz Dias como vice na chapa. A escolha foi feita por aclamação pelos filiados ao partido presentes na quadra do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, na zona leste da capital paulista.

De acordo com Vera Lúcia, o plano de governo prevê reforma agrária, redução da jornada de trabalho sem redução de salário e um plano de obras públicas para atender as necessidades da classe trabalhadora.

O PSTU decidiu que não fará nenhuma coligação para a disputa presidencial, nem alianças nas eleições estaduais.

Eleições 2018

“É desastrosa em todos os aspectos”, disse Kadu Ciarlini sobre a gestão do Governado do RN Robinson Faria

Kadu sem meias palvras –  Em seu primeiro discurso como pré-candidato a vice-governador, Kadu Ciarlini (PP), fez duras críticas à atual gestão do Governo do Estado. Kadu disse que a gestão de Robinson Faria é incompetente, e que não tem compromisso com as pessoas. “É desastrosa em todos os aspectos”, disse Kadu.

Indicado pelo partido Progressista ao cargo de vice-governador, Kadu ainda não havia se posicionado sobre o convite e indicação do seu grupo politico. Em sua conta no Instagram, Kadu usou a plataforma nesta quarta-feira (25), para confirmar sua pré-candidatura: “Minha motivação é mostrar que nós jovens somos capazes, sim. Mostrar que posso auxiliar o governador Carlos Eduardo no caminho de soluções (em especial para Oeste), superando os desafios do RN que se agudizaram nessa péssima gestão do atual governador”.

Não só Kadu, ultilizou as redes para afirmar sua candidatura, sua mãe, atual prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), também utilizou a rede social para confirmar a pré-candidatura do filho: “Kadu é a prova de que há jovens extremamente preparados na nossa sociedade. Surpreenderá positivamente a todos que ainda não conhecem. Vamos com ele e Carlos Eduardo para Governado.

Eleições 2018

Convenções partidárias chancelam candidatos até dia 5 de agosto; veja as datas e locais

 

Os partidos definiram as datas de suas convenções estaduais quando homologarão as candidaturas de governador, senador, deputado federal, estadual e as coligações majoritárias e proporcionais. O período de realização das convenções, segundo o calendário eleitoral, será encerrado no dia 5 de agosto.

No dia 28 de Julho (Sábado):

PTB, PTC e PMB – No Kintal II Casa Show, zona norte de Natal.

Rede – No campus central da UFRN.

 

No dia 29 de Julho (Domingo):

PSDB – No Hotel Holiday Inn, Lagoa Nova, em Natal.

No dia 02 de Agosto (Quinta-feira):

 PR – Na sede do partido, em Natal.

No dia 03 de Agosto (Sexta-feira):

PSTU – Na sede do Sinpol, Avenida Rio Branco, em Natal.
PP –  Em Mossoró, no Sitio do Canto.

No dia 04 de Agosto (Sábado):

PTC/PC do B e PHS – No Espaço América, em Natal.
PDT – No Palácio dos Esportes Djalma Marinho, em Natal;
Podemos –  Na sede do partido, Lagoa Nova, Natal.
MDB – Na sede do partido, Tirol, em Natal.
PSB –  Na sede do partido, barro Vermelho, em Natal.
DEM – Na sede do partido, em Lagoa Nova, Natal.

No dia 04 de Agosto (Domingo):
PSD – No Centro cultural da Uern, zona norte de Natal.

PPL – No Cuxá, Lagoa Nova, Natal.

Até aqui, realizam as suas convenções o Solidariedade, PSC e PSDC. As três siglas oficializaram apoio a candidatura a governador de Breno Queiroga, do Solidariedade.

Eleições 2018

Sítio Canto a fortaleza da Rosa

O Sítio Canto passa por ajustes e organização para sediar a convenção do PP, dia 3 de Agosto, como sempre  será o “QG – quartel general” das campanhas do deputado federal Beto Rosado e do candidato a vice-governador Kadu Ciarlini. O Canto é a fortaleza de todas as campanhas do rosalbismo, local simbolico e cheio de boas energias, por lá a Rosa deu seu ponta pé para todas as suas vitorias e conquistas eleitorais.

Eleições 2018, Mídias Sociais

Facebook vai dar transparência para anúncios eleitorais no Brasil

 

FACEBOOKO Facebook confirmou ontem (25) que vai adotar no Brasil ferramentas de transparência para o uso da plataforma durante as eleições, especialmente por partidos e candidatos e no impulsionamento de conteúdos. O país será o segundo do mundo, depois dos Estados Unidos, onde esses recursos técnicos serão disponibilizados.

Os anúncios pagos relacionados às eleições serão identificados como “propaganda eleitoral”. Aqueles publicados por candidatos vão mostrar o CPF dele, bem como a legenda à qual é filiado. Já os anúncios de partidos vão conter o CNPJ da agremiação. Segundo a legislação eleitoral, apenas esses dois atores podem impulsionar conteúdos no pleito de outubro.