Eventos, Tecnologia

Natal Recebe Segunda Edição da Campus Party de 16 a 18 de Agosto

Fonte: CanalTech

Demorou, mas rolou. Na noite de quinta-feira (30), o Governo do Estado do Rio Grande do Norte confirmou em parceria com a Prefeitura do Natal e da Campus Party Brasil a realização da segunda edição da Campus Party Natal. O evento retorna à capital potiguar com o tema central “Tecnologias para a Transformação” entre os dias 16 e 18 de agosto de 2019 no Centro de Convenções de Natal.

Se na primeira edição a CPNatal se concentrou em destacar as capacidades aeroespaciais da capital do Rio Grande do Norte, desta vez há uma preocupação maior com o poder transformador que um evento desse porte tem sobre a vida dos jovens. “Que a Campus desse ano seja ainda mais pujante e que possa deixar para o Rio Grande do Norte e para a nossa juventude um legado cada vez mais consistente de pesquisa, inovação e empreendedorismo”, destacou a governadora Fátima Bezerra.

A organização fala que a solenidade acontecerá em um “novo formato”, embora não especifique exatamente o que isso significa. “Ficamos muito felizes com o sucesso da primeira edição e com os legados deixados para a cidade e para o Estado. Podemos considerar que foi um casamento perfeito”, destacou Tônico Novaes, diretor-geral da Campus Party Brasil. “Por isso queremos convocar todos os campuseros e comunidades a co-criar a #CPNatal2 conosco, empoderando cada vez mais todo o ecossistema”, completou.

Atrações já confirmadas

Embora estejamos a mais de dois meses da realização do evento, a organização já pôde confirmar pelo menos três atrações confirmadas para a #CPNatal2. A primeira delas é Juliana Vasconsellos, líder de parcerias para a América Latina do Google co mais de 17 anos de experiência no desenvolvimento de negócios, vendas e marketing digital.

Outra atração confirmada é a figura carimbada em todas as Campus Party mundo afora: Jon “Maddog” Hall. Atual presidente do Linux Professional Institute e com uma longa carreira em TI, Hall esteve presente na primeira CPNatal e falou sobre o futuro da nuvem. Ainda não há um tema definido para sua fala nesta nova edição, mas é certo que ela envolverá código aberto.

Para finalizar, também foi confirmada a participação de Cícero Moraes, 3D designer brasileiro especializado em reconstrução facial forense, projeto e confecção de próteses faciais humanas, veterinárias, planejamento de cirurgias faciais e muitas outras especialidades. Moraes também ainda não tem tema definido para sua palestra no evento.

Para fechar, a organização do evento confirmou quais áreas estarão abertas nesta segunda edição da Campus Party Natal. São elas:

  • Open Campus: área gratuita e aberta ao público, com atrações de realidade virtual e aumentada e espaços dedicados ao empreendedorismo, educação, entretenimento, drones e games.
  • Startup & Makers: espaço onde startups poderão apresentar seus projetos, além de receber mentorias e contato com potenciais investidores, aceleradoras e incubadoras.
  • Campus Future: onde projetos acadêmicos de estudantes universitários serão expostos e divulgados.
  • Espaço Educação do Futuro: reunirá desde oficinas de linguagem de programação a palestras e debates para a edução. Poderá ser frequentada por entusiastas da educação, alunos, professores e pais.
  • Gamer: reunirá desde os games do momento, até equipamentos profissionais e campeonatos amadores.
  • Maker Space: área dedicada à cultura maker, robótica educacional e fabricação digital.
  • Hacka Space: aqui serão realizados desafios e maratonas de hackathons para solucionar problemas enfrentados pela sociedade na atualidade.
  • Comunidades: espaço destinado para comunidades relacionadas aos universos do empreendedorismo, criatividade, desenvolvimento, ciência e entretenimento.

Ingressos

A previsão de início das vendas dos ingressos para a #CPNatal2 é dia 7 de junho através do site oficial da Campus Party Brasil. Os preços ainda não foram confirmados pela organização.

O site do evento também deve ir liberando aos poucos a grade de atrações para esta segunda edição da Campus Party Natal.

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Xiaomi Abre Primeira Loja no Brasil e Tem Gadgets Para Todos os Bolsos

A Xiaomi deixou o Brasil en 2016 e recentemente anunciou sua volta ao mercado nacional, numa parceria coma DL EletrônicosAgora, além da venda de produtos oficiais online, a marca chinesa abriu neste sábado (1º) sua primeira loja física no país, que fica no Shopping Ibirapuera, em São Paulo.

Apesar de a marca ser conhecida pelo smartphones com boas especificações e a preços acessíveis (a companhia já é a quarta do mundo em participação de mercado), a loja da Xiaomi conta com mais de cem itens. Estamos falando aqui de pulseira para medir atividade física (Mi Band), patinete elétrico, escova de dente elétrica, mochila, mala de viagem, lâmpada inteligente, e mais um monte de cacarecos.

O que chama a atenção na Mi Store, além do visual CLARAMENTE inspirado numa loja de uma empresa cujo logo é uma maçã, é que ela é democrática. Dando uma passeada, deu para ver desde produtos de R$ 25 (um fidget spinner) até uma bicicleta elétrica dobrável de R$ 9.000.

Como ocorre em outros países, a inauguração da loja em São Paulo contou com um monte de fãs da marca — a fila estava quase dobrando o quarteirão do Shopping Ibirapuera. Não só pelos produtos em si, mas também pelos preços. Na estreia, o Redmi Note 7 sai por R$ 1.299 (64 GB + 4 GB de RAM) e o Mi 9 (128 GB + 6 GB de RAM) sai por R$ 2.799, mas as unidades são limitadas. O preço normal desses aparelhos é R$ 1.699 e R$ 3.999, respectivamente.

A última vez que presenciei algo do tipo foi na abertura das lojas da Apple no Brasil que, mesmo com preços altos, sempre atraiu gente pra caramba. Com a Xiaomi e sua legião de fãs, não poderia ser diferente.

Voltando à loja, ela segue o padrão que a Apple tornou popular. Tem mesas e prateleiras de madeira por toda a parte com os produtos expostos. Vários atendentes ficam espalhados para explicar e fazer demonstrações. Algo que achei interessante é que, na seção de fones de ouvido, tem sempre uma unidade solta para teste — assim, você consegue checar na hora se o produto é bom ou não.

A empresa diz que vai vender mais de cem itens na loja física. De antemão, digo que não deu para ver tudo, mas aqui vão alguns preços de produtos que estão à venda na Mi Store de São Paulo:

SMARTPHONES
Redmi Go – R$ 799,99
Redmi 7 – R$ 1499,99 (3 GB + 32 GB)
Redmi 7 – R$ 1699,99 (3 GB + 64 GB)
Redmi Note 6 Pro – R$ 1699,99 (4 GB + 64 GB)
Redmi Note 7 – R$ 1.299 (4 GB + 64 GB) – preço promocional
Mi 8 Lite – R$ 2499,99 (4 GB + 64 GB)
Mi 8 Lite – R$ 2999,99 (6 GB + 128 GB)
Pocophone F1 – R$ 2999,99 (6 GB + 128)
Mi 9 – R$ 2799 (6 GB + 128 GB) – preço promocional

ACESSÓRIOS E OUTROS ITENS
Amazfit Pace – R$ 1299,99
Amazfit Bip – R$ 699,99
Mi Band 3 – R$ 199,99
Balança corporal – R$ 359,99
Mi Box S – R$ 649,99
Repetidor de Wi-Fi – R$ 69,99
Câmera de ação Mi Action 4K – R$ 1.199,99
Patinete elétrico M365 – R$3999,99 – autonomia de 30 km
Guarda chuva inteligente – R$199,99
Escova de dente inteligente -R$ 329,99
Powerbank 10.000 mAh Power 2qs – R$ 149,99
Mouse sem fio – R$119,99
Fone de ouvido type-C – R$ 169,99

Não consegui comparar os preços com equivalentes de outras marcas, mas uma coisa é certa: a loja da Xiaomi tem opções para tudo quanto é bolso. Se você curte minimamente gadgets e estiver pela região, vale muito dar uma volta na loja, pois no mínimo você vai achar alguma coisa que você curta ou que queira dar de presente pra alguém.

Fonte: GIZMODO

Negócios, Tecnologia

A REGULAMENTAÇÃO DAS FINTECHS é Tema de Trabalho de Aluno Pesquisador Apresentado no IV Congresso Brasileiro de Direito Penal

Gilson Braga dos Anjos Junior, aluno pesquisador do Grupo de Pesquisa em Ciências Criminais -UnP, apresenta trabalho no IV Congresso Brasileiro de Direito Penal.

Gilson Braga é Especialista em Auditoria e Perícia Contábil pela UNI-RN; Bacharel em Ciências Contábeis pela Faculdade União Americana; Graduando em Direito pela Universidade Potiguar – UnP. Membro do Grupo de Pesquisa em Ciências Criminais – GPCrim – UnP.

Nos dias 17 e 18 de maio de 2019, o portal Criminalítico participou do referido Congresso e entrevistou o Aluno Pesquisador Gilson Braga.

CRIMINALÍTICO – O que são as fintechs?

GILSON FinTechs são empresas, geralmente criadas na modalidade startup, que oferecem serviços financeiros comuns, como cartão de crédito, empréstimos e contas, com taxas e juros menores do que as instituições tradicionais. Possuem estrutura reduzida e sobrevivem com o capital de investidores que confiam seus aportes no novo negócio e com o lucro que é obtido.

Para Kawai (in  Dorfleitner,  et al.  2017. p. 5), o termo fintech refere-se a companhias que combinam serviços financeiros, com modernidade, inovação e tecnologia. NAVA e MEDINA (2017. p. 8) complementam que este tipo de negócio utiliza a tecnologia para atender às necessidades específicas de determinado mercado, ao passo em que cria oportunidade de negócios para quem deseja investir.

As fintechs surgiram em Nova York como uma forma de acelerar startups, em uma parceria realizada com a prefeitura da cidade e a Accenture, maior empresa global de consultoria em gestão, tecnologia da informação e outsourcing e o termo FinTech advém da expressão em inglês “financial technology”, ou, numa tradução literal, tecnologia financeira.

No Brasil, o legislador não se preocupou em definir este novo negócio, reservando esforços tão somente para dispor e disciplinar as operações de empréstimos e financiamentos entre pessoas por meio de plataforma eletrônica.

CRIMINALÍTICO – As fintechs são muito usadas para lavagem de dinheiro? Como é o procedimento ilícito?

GILSON – Não é possível afirmar que as fintechs sejam utilizadas para lavar dinheiro. No Brasil, até o presente momento, não se noticiou sobre instituições deste tipo envolvidas com a lavagem de capital. De outro modo, considerando a estrutura operacional enxuta, comum destes novos negócios, e a deficiente legislação reguladora, é necessário chamar a atenção do Estado para a possibilidade de se lavar dinheiro com estas novas instituições.

Num cenário hipotético, ao considerarmos a facilidade para abertura destas empresas, em especial as empresas chanceladas pela lei complementar 167/2019, onde foi criada a Empresa Simples de Crédito, o dinheiro oriundo de atos ilícitos pode ser lavado e injetado facilmente no mercado financeiro, podendo causar sérios danos à economia e à sociedade.

CRIMINALÍTICO – A regulamentação ajudaria em todos os sentidos?

GILSON – Depende do que será regulamentado. Em princípio, cabe destacar que ao regular confere-se segurança jurídica aos envolvidos na nova atividade. Assim, tanto o investimento quanto a contratação destas empresas são tutelados de maneira específica, afastando analogias para eventuais soluções de conflitos, o que, por si só, já favorece a adesão de novos clientes e participação de novos investidores.

Em se tratando de prevenção de ilícitos neste novo nicho de mercado, em especial o crime de lavagem de dinheiro, as normas promulgadas recentemente, quais sejam a Resolução Bacen nº 4.656, de 26 de abril de 2018, Resolução Bacen nº 4.658, de 26 de abril de 2018 e Lei Complementar nº 167, de 24 de abril de 2019, não se preocuparam em definir claramente a origem do recurso para investimento. O legislador tão somente determinou que, para algumas fintechs, o capital que será girado deve ser oriundo de recursos próprios.

Tal afirmativa traz à tona a ideia de presunção de licitude uma vez que, por se tratar de capital próprio, presume-se que este estaria declarado às autoridades competentes. No entanto, é difícil acreditar que apenas essa assertiva seja suficiente para garantir a legalidade do recurso, visto que a sonegação fiscal ainda é uma realidade – e um outro grande problema a ser enfrentado – no Brasil.

Nesta senda, acredito que o Estado ainda precisa se preocupar com a regulamentação das fintechs em sentido amplo. Atualmente é possível apontar fintechs que trabalham com cerca de 20 operações diferentes, no entanto, o estado tem demonstrado maior preocupação às operações de empréstimos, financiamentos e pagamentos.

CRIMINALÍTICO – As fintechs possuem um mercado promissor?

GILSON – Não restam dúvidas. Instituições tradicionais, rígidas e burocráticas já estão sendo soterradas pela inovação. Mesmo tentando se aproximar à nova realidade, os bancos tradicionais ainda estão presos às suas enormes e custosas estruturas, o que pode, a longo prazo, se tornar um empecilho para enfrentamento do mercado.

Em termos de Brasil, o país vivencia um crescimento monstruoso de FinTechs desde o ano de 2015. Segundo o portal FintechLab (2018), chegamos ao final do primeiro semestre de 2018 com um total de 453 startups financeiras em operação considerando os conceitos de FinTechs propriamente dita e plataformas dedicadas à eficiência financeira. O número representa um crescimento de 23% no montante que era de 369 empresas no final de 2017.

O portal destaca, ainda, a composição percentual desse jovem e dinâmico mercado. Até agosto de 2018, em um universo de 453 empresas, este era o cenário por especialidade: 26% de pagamentos, 17% de gestão financeira, 17% de empréstimos, 9% seguros, 7% de cryptocurrency & DLT, 6% de investimentos, 5% de funding, 5% de negociação de dívidas, 3% de câmbio e remessas, 2% de multisserviços e 2% de bancos digitais. Some-se a isso que 49 FinTechs compõem o cenário dos serviços de eficiência financeira, todas controladas, atualmente, pela Comissão de Valores Mobiliários, Banco Central do Brasil e Superintendência de Seguros Privados.

Vale salientar que, conforme ressaltam Herrera e Vadillo (2018. p. 3) o interesse por esse nicho de mercado transcende às barreiras nacionais: o setor FinTech vem crescendo de forma expressiva na América Latina e no Caribe (ALC) e tornou-se uma alternativa para melhorar os níveis regionais de inclusão financeira. No entanto, as inovações que ele traz consigo apresentam uma série de desafios para os órgãos de regulamentação e supervisão financeira, a quem cabe reduzir a incerteza associada ao fenômeno.

Outro dado que cabe destaque é que, segundo o consultor americano Hoder (2016. p. 24), “embora os dados empíricos sobre os investimentos específicos na ALC sejam escassos, (…) discussões com os participantes do mercado indicam que Brasil e México mostram a maior presença de FinTechs (…), seguidos por Argentina, Chile e Colômbia.

CRIMINALÍTICO – Quais as vantagens das fintechs para os usuários?

GILSON – Sem dúvidas, as inovações democratizam o mercado financeiro, possibilitando o acesso da grande massa a produtos que antes eram adquiridos com dificuldades.

As fitnechs trouxeram praticidade e contribuem para a inclusão social uma vez que vem permitindo às classes menos favorecidas o acesso a cartões de crédito, empréstimos, financiamentos, cobranças, pagamentos e tantos outros serviços com mais facilidade, taxas e juros melhores do que o mercado tradicional.

A título de exemplo, muitas fintechs ofertam cartão de crédito e conta corrente sem a cobrança de tarifas. Outras permitem a emissão de boleto para cobrança, também sem nenhum acréscimo.

Fonte: Criminalítico

Cinema, Internacional

Filme Brasileiro ‘Bacurau’ Ganha Prêmio do Júri no Festival de Cannes

“Bacurau”, filme dos brasileiros Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, venceu, neste sábado (25), o Prêmio do Júri do 72º Festival de Cannes, uma honra dividida com “Les Miserables”, de Ladj Ly.

“Há 20 anos venho a Cannes. No início, era jornalista. Conquistar esse prêmio do Júri significa muito”, disse Mendonça Filho, que concorreu à Palma de Ouro com “Aquarius” em 2016, após receber o prêmio das mãos do cineasta americano Michael Moore.

“Bacurau” é repleto de críticas e de referencias à atual situação da política brasileira, marcada por cortes em diversos setores, entre eles o da Cultura, que perdeu ministério próprio.

Ao falar sobre a vitória, Dornelles dedicou a prêmio a “todos os trabalhadores brasileiros da ciência, da educação e da cultura”.

“Somos embaixadores da cultura no Brasil”, concluiu Mendonça Filho, que lembrou que “A vida invisível de Eurídice Gusmão”, do brasileiro Karim Ainouz, conquistou ontem o principal prêmio da mostra “Um Certo Olhar”, a segunda mais importante em Cannes.

Já Ly, que dividiu a conquista do Prêmio do Júri com os brasileiros, afirmou que “Les Miserables” é uma denúncia crua das condições de vida em muitos subúrbios de Paris, capital do país.

A diretora dedicou a prêmio a “todos os miseráveis” da França, em uma referência ao título de seu filme.

Abaixo link com teaser do filme:

Fonte: Jovem Pan

Economia

Quem é Gita Gopinath, Primeira Mulher Economista-Chefe do FMI

A economista indiana Gita Gopinath é a primeira mulher a tornar-se economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), cargo para o qual foi indicada em outubro de 2018 e tomou posse no início deste ano.

Na função, Gopinath será a responsável por comandar o World Economic Outlook, relatório publicada a cada dois anos com um panorama da economia mundial. Conheça melhor a vida e trajetória da economista.

Ela aprendeu matemática com verduras e frutas

Nascida em uma família de classe média da cidade indiana de Calcutá, em dezembro de 1971, seu pai era uma empresário do setor agrícola. Para ajudar a filha a compreender conceitos matemáticos, como o de multiplicação, ele usava verduras e frutas na mesa do jantar.

Ela deixou os esportes para focar nos estudos…

Desde pequena, a economista gostava de esportes, mas surpreendeu a todos quando os largou para focar nos estudos. “Um belo dia, ela me disse que não queria ir treinar. ‘Esportes são complicados. A não ser que você seja o melhor da Índia, você não é ninguém. Mas se você for o primeiro ou o segundo melhor de uma universidade, você pode ser alguém muito importante”, disse seu pai, T.V. Gopinath, em entrevista à revista indiana The Week.

… e se dedicou à carreira acadêmica a partir de então

Gopinath se formou em Economia pela Universidade de Delhi em 1992 e obteve um mestrado pela mesma universidade em 1994. Ela então se mudou para os Estados Unidos, onde obteve um novo diploma de mestre na Universidade de Washington em 1996. Em 2001, recebeu um Ph.D em Economia na Universidade Princeton. Ela atualmente é professora do departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Harvard, em licença para exercer o cargo no FMI. Sua área de pesquisa é Macroeconomia e Finanças Internacionais.

Recebeu diversas honrarias ao longo da carreira

Em 2011, Gopinath foi eleita uma Young Global Líder no Fórum Econômico Mundial para um mandato de seis anos representando “a voz do futuro e esperança de uma nova geração”. Em 2012, o Financial Times a elegeu uma das “25 indianas para observar”. Em 2014, foi eleita uma das melhores 25 economistas com menos de 25 anos. E, em 2019, a revista Foreign Policy a considerou uma das principais pensadoras globais.

Fonte: Galileu

Indústria

Sistema FIERN Promove Rodada de Negócios para a Indústria

O Dia da Nacional da Indústria, celebrado no dia 25 de maio, será comemorado, este ano, pelo Sistema FIERN (FIERN, SESI, SENAI e IEL) na véspera (24) com uma rodada de negócios com serviços para indústria. O evento acontecerá simultaneamente, a partir das 8h, em sete cidades do RN: Natal, Mossoró, João Câmara, Goianinha, Assu, Pau dos Ferros e Caicó.

Neste dia, cursos e serviços da FIERN, SESI, SENAI e IEL estarão com condições especiais de preço e pagamento somente no local. Entre as ofertas estão o Sesi Viva +, CIPA, cursos profissionalizantes do SENAI, cursos de pós-graduação do IEL, além da emissão de certificado digital e orientação para o crédito.

Os descontos chegam até 70% nos cursos e serviços. As inscrições podem ser realizadas online através do endereço http://bit.ly/2Jndq8s . As vagas são limitadas.

Em Natal, o evento será realizado no hotel Holiday Inn, no bairro de Lagoa Nova. Em Mossoró, o SENAI Ítalo Bologna sediará o evento. Em João Câmara, Goianinha, Assú, Pau dos Ferros e Caicó, o evento acontece nos escritórios de negócios do Sistema FIERN na região. Confira abaixo os endereços:

  • Natal: Hotel Holiday Inn Natal
    Av. Sen. Salgado Filho, 1906 – Lagoa Nova⠀
  • Mossoró: SENAI Ítalo Bologna
    R. José Leite, 100 – Abolição
  • João Câmara: Escritório de Negócios
    Rua Antônio Proença, N° 567 – Centro⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
  • Goianinha: Escritório de Negócios
    Rua Vigário Antônio Montenegro, nº 85 – Centro
  • Assu: Escritório de Negócios
    Avenida Dr. Luiz Carlos N°3646 – Novo Horizonte
  • Pau dos Ferros: Escritório de Negócios
    Rua Quintino Bocaiuva, 281 – Centro
  • Caicó: Escritório de Negócios
    Praça Dr. José Augusto, nº 34 – Centro

Palestra

À noite, a partir das 19h, o auditório Albano Franco, na Casa da Indústria, recebe o consultor e economista Cláudio de Moura Castro e o presidente para a América Latina da SKF, Claudinei Reche. Eles ministrarão, na sexta-feira (24), respectivamente, as seguintes palestras: “O DNA da Inovação” e “A Indústria em Movimento”.

Claudio de Moura Castro é formado em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e tem mestrado pela Universidade de Yale. Atualmente, é consultor da Eduqualis. Como pesquisador, seu trabalho se concentra em Educação, Formação Profissional e políticas sociais e de ciência e tecnologia. Autor de 50 livros e mais de 300 artigos científicos. É articulista da revista Veja.

Claudinei Reche é economista com pós-graduação em Marketing pela FGV e Mestrado Profissional pela Universidade de Ohio. Iniciou sua carreira profissional na Mercedes-Benz, onde seu último cargo foi Supervisor de vendas de automóveis e depois com passagens pela SKF, chegando a ser Diretor de Vendas para o Segmento Industrial e depois Presidente América do Sul para a Höganäs e nos últimos quatro anos, de volta a SKF é Presidente para a América Latina. Possui competências em promover Turn Around e desenvolver Industry Footprint.

Ciência

Como o Muco dos Peixes Pode Originar uma Nova Geração de Antibióticos?

Um dia, no futuro, você poderá tomar uma pílula para tratar uma doença e agradecer a minúsculos micróbios encontrados no muco escorregadio que reveste os peixes pela recuperação. A previsão é da professora assistente de química da Universidade Estadual de Oregon Sandra Loesgen, que está realizando estudos para possibilitar uma nova geração de antibióticos.

A incidência de infecções bacterianas resistentes aos antibióticos atuais está aumentando. A Organização Mundial da Saúde alertou que o problema se tornará mais grave, e um estudo recenteprevê que, até 2050, as infecções resistentes a medicamentos afetarão mais pessoas do que o câncer.

De acordo com Loesgen, mais de 70% dos antibióticos utilizados atualmente foram derivados de substâncias químicas naturais geradas por plantas e micróbios, que são capazes de produzir compostos químicos com propriedades antibióticas ou antivirais. Um exemplo é o antibiótico amoxicilina, um dos mais comumentes prescritos. Ele é derivado de uma substância química isolada do fungo Penicillium.Tanto humanos como animais hospedam uma comunidade diversa de micróbios na pele e dentro do sistema gastrointestinal. Esses micróbios podem interagir com seus organismos hospedeiros de maneiras positivas e negativas, seja ajudando na digestão ou contribuindo para alguns tipos de doenças.

Mas eles também podem ser uma fonte de novos antibióticos, como no caso de pesquisadores que identificaram recentemente um novo antibiótico de uma bactéria encontrada no nariz humano.

A pesquisa de Loesgen na Universidade Estadual do Oregon é voltada para os micróbios encontrados em peixes marinhos e de água doce. Esses animais geralmente vivem em ambientes desafiadores e tendem a suportar micróbios que os ajudam a resistir a infecções. O muco viscoso que reveste os peixes atua como uma barreira física protetora, conforme o animal se move na água e entra em contato com todos os tipos de bactérias, fungos, vírus e mais.

Durante o estudo, 47 grupos bacterianos dessas amostras de muco de peixe foram isolados, cultivados e depois tiveram os produtos químicos produzidos extraídos, para serem colocados à prova se eram capazes de inibir agentes infecciosos humanos comuns. Descobriu-se que vários extratos bacterianos tiveram atividade antimicrobiana, com 15 extratos exibindo forte inibição de Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA). O MRSA é um agente infeccioso humano resistente a medicamentos e é responsável por muitas infecções difíceis de tratar.

Motivados por esses achados, os pesquisadores testaram se os compostos desses extratos também poderiam afetar as células cancerígenas e descobriram que a bactéria Pseudomonas, derivada de peixes, estava produzindo um metabólito que inibia o crescimento de células do câncer de cólon humano.

Loesgen e outros pesquisadores continuam a realizar novos estudos. Mas os resultados atuais sugerem que os micróbios associados ao peixe produzem uma ampla gama de substâncias químicas diversas e complexas e são uma excelente fonte para os esforços de descoberta de  medicamentos.

Fonte: Revista Galileu