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Governador Mais Uma Vez Vaiado, Agora em Parelhas

Parece que o governador não anda numa semana muito boa. Vaia na Escola Estadual Winston Churchill, em Natal. Agora uma sonora vaia em Parelhas. O vídeo pode ser visto no blog do jornalista Heitor Gregório, clicando AQUI.

O mais interessante é que Robinson age de forma tão natural que já deve ter se acostumado a ter essas recepções. Deve ser a parte mais real do mundo de Bob.

Governo do Estado

A Ponte Que Construiu

Ontem, 19, o super secretário, o faz tudo na Era pós-Julianne Faria, já que responde pela SETHAS, pela coordenação do programa Governo Cidadão, que acompanha o governador em todo e qualquer evento, que fala em nome do diretor do DER, o secretário Vagner Araújo, ex-secretário de Wilma de Faria quando governadora, explicou para um programa de rádio local a importância da construção da terceira ponte sobre o Rio Potengi. Os caminhões irão usar esse percurso, alegou o super secretário.

Em campanha, o governador prometeu para o povo da zona norte que construiria uma terceira ponte saindo do Baldo para a zona norte da cidade. O tempo passou e o discurso mudou. Agora é a terceira ponte sobre o Rio Potengi, que é curta e faz parte do projeto do acesso sul do aeroporto, mas não por isso, é pelo fato de que o “desafogo” citado pelo secretário Vagner não é uma obra que traga grandes efeitos para o trânsito de Natal, tendo em vista que boa parte do comércio que circula na zona norte passa pela Tomaz Landim, e os veículos vão para os conjuntos habitacionais em São Gonçalo.

Segundo o professor Rubens Ramos, engenheiro civil com Pós-Doutorado em Economia de Transportes, professor titular da UFRN na área de Engenharia de Transportes, “Essa ponte está fora do fluxo principal que é na direção da Ponte do Igapó. O que Natal precisa é: Aumentar a ponte do igapó (construir mais uma ponte do lado de dentro e alargar a Felizardo Moura na direção do mangue, com compensações ambientais, ciclovias etc); Construir uma terceira ponte ligando a Itapetinga ao Alecrim (eu sugiro após a Base Naval, não no Baldo), porque a frota de carros da zona norte vai triplicar nos próximos 10, 15 anos.”, disse o professor.

Essa mudança de contexto da ponte é daquelas obras em que não se pode confiar no que é dito pelo governador. A zona norte lamenta ter sido tão claramente enganada.

Eleições 2018, Política

“Cortar Gastos, Promover Reformas, Sem Demissão de Servidores Efetivos”, disse Carlos Eduardo ao Programa RN Acontece

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Hoje o pré-candidato do PDT, Carlos Eduardo, encerrou uma série de entrevistas com os pré-candidatos ao Governo do RN ao programa RN Acontece. Confira a entrevista AQUI.

Durante a entrevista Carlos Eduardo disse que sua prioridade, eleito, é normalizar a situação financeira do estado e começando pela devolução do dinheiro retirado do Fundo Previdenciário, e além disso, previdência compartilhada com o Governo Federal. E mais, promover reformas e cortar gastos sem passar pela sua cabeça em fazer qualquer tipo de demissão de servidor efetivo. Disse que o foco é a empregabilidade, trazendo para o RN indústrias e até fazendo parcerias no Brasil e fora, para assim fazer o estado voltar a ter crescimento econômico.

Sobre a segurança pública, Carlos Eduardo disse que não vai prometer ser o governador da segurança, mas sabe que a polícia precisa de motivação e estar bem equipada, com boas condições de trabalho, garantir investimento em inteligência e tecnologia.

Sobre a saúde, disse que os 24 hospitais regionais não atendem as demandas e tudo é dirigido para Natal. Disse que, assim como outras áreas, é preciso fazer a interiorização.

Em tempo, o ÚNICO pré-candidato que não aceitou participar dessa rodada de entrevistas foi o governador Robinson Faria, alegando que não oficializou sua pré-candidatura. Curioso é que, pré-candidato não oficial, o governador tem fechado e sido fotografado com vários apoiadores e distribuindo bondades pelo interior do Rio Grande do Norte.

 

Cultura, Curiosidade

Do Chá ao Jiu-Jitsu: As Influências Japonesas na Cultura do Brasil

Artes Marciais

Em 1907, o empreendedor Ryu Mizuno, nascido em 1859 na cidade de Koshi, no Japão, depois de ler um relatório otimista sobre a condição da cafeicultura do Brasil, cruzou oceanos para conhecer de perto o país. Ele fretou para o país o navio “Kasato Maru”, que ancorou no Estado do Paraná no dia 18 de junho de 1908, trazendo a bordo 783 imigrantes japoneses. O diário de bordo de Mizuno é considerado o primeiro registro da imigração japonesa no Brasil.

Neste 18 de junho, data em que é celebrado o Dia da Imigração Japonesa no Brasil, se comemoram também 110 anos da relação nipo-brasileira: o Brasil abriga cerca de 1,6 milhão de nikkeis, descendentes de japoneses não nascidos no Japão. É a maior população de origem japonesa fora do país asiático. Além dos sabores da tradicional culinária japonesa, o Brasil recebeu várias outras influências da cultura nipônica que se misturaram e modificaram a cultura nacional.

Na paisagem urbana, bairros como o da Liberdade, em São Paulo, e cidades, como Bastos, no interior do Estado paulista, e Assaí, no Paraná, foram fundados por imigrantes japoneses e conservam até hoje características do país oriental.

Neste Dia da Imigração Japonesa, lembramos as principais influências da imigração japonesa na cultura brasileira:

Artes Marciais

Para o doutor em História das Artes Marciais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Tiago Oviedo Frosi, a relação que se desenvolveu entre as culturas japonesa e brasileira é uma das experiências bem-sucedidas de integração entre povos que ocorreram no século 20.

Frosi defende que coube às artes marciais, prática capaz de superar barreiras linguísticas e de comunicação, a primeira ponte estabelecida nessa improvável relação de culturas tão diferentes quanto foi Brasil-Japão. O judô chegou no Brasil em 1914, trazido pelo mestre japonês Mitsuyo Maeda (1878-1941), que viajava o mundo desafiando lutadores. Até então, os brasileiros conheciam poucas modalidades de combate, sendo as mais populares o pugilismo e a capoeira.

“Por exigência do Instituto Kodokan (a ‘meca’ mundial desta arte marcial, no Japão), Maeda foi proibido de usar o nome judô para identificar sua técnica fora do Japão. Usava, então, o nome da antiga arte japonesa de combate desarmado que deu origem ao seu judô, o ju-jutsu. Com o tempo e os equívocos de grafia na Europa e na América, o nome ‘jiu-jitsu’ se popularizou”, explica Frosi.

Outro fator que influenciou na disseminação das artes marciais entre os brasileiros foi a adoção dessas lutas nas forças policiais e Forças Armadas do Brasil. “Mesmo diante desses vários exemplos, o jiu-jitsu é, a meu ver, a principal contribuição dessa relação Brasil-Japão, visto que o esporte foi trazido por um grande mestre japonês e aprimorado aqui, por brasileiros”, analisa o pesquisador. E, aos poucos, “os brasileiros foram sendo incluídos nos grupos de práticas de artes marciais e se integrando por intermédio dos treinamentos e dos eventos da área à comunidade japonesa recém-chegada no Brasil”.

Hoje, segundo ele, o judô tem cerca de 2 milhões de praticantes em todo território nacional. Depois, vêm o jiu-jitsu brasileiro e o karatê, com cerca de meio milhão de praticantes cada. Embora as diferenças culturais tenham mantido o ensino e a organização das artes marciais na mão dos imigrantes e descendentes por muito tempo, “muitos brasileiros se graduaram nessas artes, se tornando também grande atletas e instrutores. Atualmente, há descendentes e brasileiros liderando juntos federações e escolas de artes marciais japonesas, provando que os aspectos mais gerais da cultura japonesa já estão bem integrados à cultura e ao dia-a-dia do brasileiro”, agrega o pesquisador.

“Não é nenhum exagero dizer que as artes marciais foram a principal porta de acesso dos brasileiros à forma de pensar e agir dos japoneses.”

Espiritualidade e filosofia nipônicas

No campo das religiões trazidas pelos imigrantes japoneses, há destaque para o budismo, que veio para o Brasil no começo do século 20, mas foi perseguido por causa do preconceito com as religiões orientais e por causa da barreira linguística. Para conseguirem imigrar, monges japoneses entravam no país vestidos de agricultores, como eram a maioria dos imigrantes orientais.

Até hoje, o budismo não é a religião de parte significativa da população brasileira – no Censo de 2010, 243,9 mil pessoas, em um universo de 190,7 milhões, se declararam budistas. No entanto, para o doutor em Ciência da Religião pela PUC-SP Rafael Shoji, a estética e os valores que acompanham as religiões orientais influenciam a cultura nacional até hoje.

“A influência do budismo enquanto número de instituições e convertidos é ainda relativamente pequena, mas vejo que há grande interesse na espiritualidade oriental a partir das artes marciais, festivais japoneses, ikebana etc”, comenta Shoji. “Existe uma admiração pela cultura e religiões japonesas, que passam para o brasileiro a ideia de disciplina, tradição e perseverança, ilustrada também em práticas como karatê, judô, aikidô etc. Muitos festivais japoneses também são realizados em cidades brasileiras usando essa combinação estética e atraindo grande público.”

Frosi lembra que o sucesso da prática de artes marciais japonesas no Brasil se deu, em partes, porque ela foi adotada pela cultura brasileira em dois níveis: tanto como prática esportiva como prática filosófica. “Há incontáveis grupos de praticantes de artes marciais menos como atividades físicas e mais como práticas filosóficas, como o aikidô e o kendô, que têm muitos adeptos no nosso país por oferecerem filosofias de vida cativantes”, explica.

Mangá, Artes Plásticas e Sandálias

O trabalho de grandes cartunistas nipônicos, como o de Claudio Seto, japonês naturalizado brasileiro que introduziu o estilo mangá nos quadrinhos nacionais em 1967, fez com que a estética japonesa permanecesse no Brasil.

Nas artes plásticas, o pintor nipo-brasileiro Tikashi Fukushima (1920-2001) foi um dos pioneiros no Brasil do movimento abstracionista, seguido por grandes nomes da atualidade, como a japonesa naturalizada brasileira Tomie Ohtake, responsável por diversos painéis e esculturas que compõem a paisagem urbana de São Paulo. Em entrevista à BBC News Brasil em janeiro de 2017, o curador do Instituto Tomie Ohtake, Paulo Miyada, classificou Tomie como um ícone múltiplo, “que contempla, a um só tempo: a singularidade da cultura nipo-brasileira desenvolvida no último século; a importância e ousadia das artistas mulheres na modernidade nacional; e o potencial inventivo de criadores que não cabem na alcunha de ‘jovens'”.

No campo da moda, as sandálias brasileiras de dedo mundialmente famosas foram inspiradas nas tradicionais sandálias japonesas “zori”, feitas de palha de arroz. Na versão brasileira, a matéria-prima para os chinelos passou a ser a borracha.

Dieta Mais Verde e Chás

O habito de consumir hortaliças nas principais refeições no Brasil foi um costume herdado dos primeiros imigrantes japoneses. Além disso, na lavoura, principal lugar onde estiveram os japoneses nos anos de 1910 e 1920, muitas técnicas de plantio de frutas que hoje estão inseridas na mesa do brasileiro foram trazidas pelos imigrantes.

Na região paulista, por exemplo, o plantio do pêssego e do morango foi iniciado por famílias nipônicas. Diversas outras frutas, como a maçã Fuji e o caqui, foram trazidas pelos japoneses. Elas não apenas eram parte da dieta japonesa como seu plantio representou uma chance de lucro mais rápido do que o plantio e comércio de café, até então popular no Brasil.

Para o consumo próprio, os japoneses trouxeram nos navios sementes que não eram consumidas aqui, introduzindo na dieta brasileira a soja, o arroz cateto, o feijão azuki, a couve japonesa, o pepino, a acelga, o nabo, o rabanete, a batata-doce, o inhame e a cebolinha, entre outros.

O consumo de chás também pode ser atribuído aos imigrantes do oriente. O plantio do chá preto teve início no Brasil no Vale do Ribeira, região de São Paulo, em 1935. Para o plantio, colheita e comercialização das mudas de chá, as famílias japonesas construíram na região as Casas de Chá, fábricas erguidas de acordo com a arquitetura japonesa à prova de terremotos: construções feitas somente do encaixe de madeira, sem a utilização de pregos e parafusos.

A Fábrica de Chá Shimabukuro, a Fábrica de Chá Amaya, Fábrica de Chá Kawagiri, a Fábrica de Chá e Residência Shimizu, localizadas na região da cidade de Registro (SP), assim como o Engenho, Sede Social e Residência Colônia Katsura, na cidade de Iguape (SP), são exemplos dessas construções tradicionais japonesas ainda existentes no Brasil e que podem ser visitas pelo público.

Fonte: BBC Brasil

Eleições 2018, Política

Ciro Gomes Defende Lucro de 3% para Petrobrás, Além de “Medidas Duras e Amargas”

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O pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, defendeu nesta segunda-feira que 3 por cento é uma margem de lucro “razoável” para a Petrobras nos combustíveis e disse que medidas “duras e amargas” serão necessárias para tirar o que classificou de situação “pré-falimentar” do Brasil.

“Na prática, o que eu faria? Substituir o preço especulativo estrangeiro, que hoje está em 80 dólares, por um preço nacional por um preço nacional razoável, que é o que todo mundo faz. Isso quer dizer, na prática, que o litro da gasolina estaria entre 2,80 e 3 reais comigo”, disse o presidenciável a jornalistas após dar palestra em evento da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), em São Paulo.

“Margem razoável para a Petrobras é de 3 por cento, que é o que o mundo concorrencial ganha. Não é lucro de 20 por cento, 30 por cento como o seu Pedro Parente fez agora”, respondeu Ciro, quando indagado o que considerava como margem razoável para a estatal nos combustíveis.

Durante a palestra aos integrantes da Unica, Ciro voltou a defender seu lema da necessidade de reindustrializar o Brasil e disse que o país precisa de medidas “duras e amargas”. Ele defendeu um combate ao gasto público pelo lado dos gastos financeiros, mas “com cuidado” e sem desrespeitar contratos.

“O que precisa ser feito no Brasil é duro e amargo”, “O Brasil está em situação patrimonial pré-falimentar”, avaliou.

Ciro classificou o economista Paulo Guedes, conselheiro do presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, como um “liberal tosco de Chicago” que é contra todos tipo de subsídio, ao mesmo tempo que se disse amigo de Guedes. Para o pré-candidato do PDT, “acabou o subsídio, acabou o agronegócio”.

O pedetista classificou ainda o tabelamento de preços como uma “excrescência” e defendeu um projeto nacional de desenvolvimento calcado na política externa e no incentivo à indústria de defesa. A fragilidade deste setor no Brasil, avaliou o pré-candidato do PDT, faz do país um “protetorado norte-americano”.

Fonte: Portal Terra

 

Eleições 2018, Política

Brasil é um ‘País Disfuncional’, diz Pré-candidato João Amoedo

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O pré-candidato do Partido Novo à Presidência da República, João Amoedo, afirmou nesta segunda-feira, 18, que o Brasil é um “país disfuncional”. “Trabalhamos cinco meses para impostos. Temos um modelo de estado intervencionista e ineficiente – que é o que leva à corrupção”, disse o empresário, que participou do Fórum Unica (União da Indústria da Cana-de-Açúcar), realizado em São Paulo.

Amoedo defendeu um Brasil “seguro, simples e livre”. Para o pré-candidato, esse tripé significa “mais segurança pública, a valorização das polícias, o fim da impunidade, e a criação de um ambiente seguro para os negócios e garantias de liberdades individuais”.

Ele defendeu o fim das empresas estatais – inclusive a privatização da Petrobras. Sobre a crise envolvendo o preço do combustíveis, Amoedo acredita que “os valores teriam que ser definidos pelo mercado e não pela influência estatal”.

Apesar de defender o fim do monopólio da Petrobras, Amoedo admite um controle no preço do combustível. Segundo ele, os reajustes poderiam acontecer de forma mensal ou quinzenal para facilitar o planejamento de quem trabalha “na ponta da operação”.

Amoedo defendeu a renovação na política e disse que “o sistema foi feito para privilegiar grupos políticos e até empresariais”. E garantiu que, se eleito, vai implementar uma dinâmica diferente com o Congresso e “não cair no fisiologismo”.

Para ele, “o futuro governo será forçado a fazer mudanças até por uma questão de sobrevivência”. Ele criticou o fundo eleitoral,e disse defender o fim da estabilidade para o funcionalismo público “O funcionário público e quem trabalha na iniciativa privada precisam ter o mesmo tratamento”, falou.

Fonte: Portal Terra

Futebol, Russia 2018

Marcas Esportivas Fazem Parte dos Negócios em Torno da Copa do Mundo

Abertura da Copa realizada, seleções em campo, e a constatação de que realmente tudo é Business.

Ao olhar os uniformes das seleções é possível perceber novas marcas patrocinando os times, e marcas mais tradicionais perdendo espaço. Veja na imagem abaixo:

A percepção é que a PUMA perdeu representatividade na Copa do Mundo, ao mesmo tempo que Adidas e Nike cresceram. O site Footy Headlines ajudou a deixar mais claro quem está somando mais marketing e audiência na Copa do Mundo da Rússia 2018.