Polícia, Segurança

Assessor do Governo Ameaça Suplente de Senador

Texto que rodou os grupos de Whatsapp

Desde cedo passando de grupo em grupo do Whatsapp, a texto que relata sobre a ameaça feita ao segundo suplente da senadora Fátima Bezerra (PT), Theodorico Netto, feito por um assessor do Governo do Estado conhecido como “Marcelo de Fábio Faria”, na cafeteria Kopenhagen, no Tirol, acabou em Boletim de Ocorrência na 11a Delegacia de Polícia.

Theodorico Netto é ex-diretor da CEASA e saiu do órgão depois que o PCdoB rompeu com o governo Robinson.

Segundo o boletim de ocorrência, Marcelo teria dito que se a vítima falasse do governador ou do filho do governador, que se veria com ele. Foi quando Theodorico, e os que estavam na mesa, perceberam que Marcelo estava com uma arma de fogo e neste momento a turma do “deixa disso” pediu que Theodorico Netto saísse da cafeteria temendo o risco de morte.

Algumas perguntas ficam no ar: O assessor, que se soube, é servidor da Assembléia Legislativa e nunca dá expediente, é policial militar ou civil para portar arma de fogo? O fato de, caso seja policial civil ou militar, dá o direito de ameaçar as pessoas? Essa truculência é para todos que critiquem o governo?

Ora, independente de quem seja, a época de ter cangaceiro pelas ruas parecia que havia acabado, mas no governo da segurança de Robinson Faria, a truculência, a ameaça sem medo de horário, testemunhas, voltou.

Na verdade é mais fácil negociar com as facções em Alcaçuz do que com o inconformismo do povo potiguar, que rejeita essa gestão rumo aos 100%.