Internacional

Israelenses Lembram Vítimas do Holocausto Nesta Quinta-Feira

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A ideia é ensinar as novas gerações a não esquecer o genocídio de seis milhões, um terço de todos os judeus do mundo e dois terços de todos os judeus da Europa na época.

Apesar de já terem se passado mais de 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, a população judaica mundial continua menor do que era às vésperas do Holocausto.

Hoje, há cerca de 14,5 milhões de judeus pelo mundo, dois milhões a menos do que em 1939. Atualmente, 44% dos judeus moram em Israel. A segunda maior comunidade judaica fica nos Estados Unidos, seguidos de França e Canadá.

Na América Latina, o país com maior comunidade judaica é a Argentina, com 180 mil. O Brasil é o lar de cerca de 120 mil.

Do Blog: Momento propício para pensarmos no que mudou no mundo nesses 70 anos do fim da Segunda Guerra e em quantas pessoas sofreram por interesses políticos, econômicos e fome de poder. Nada, nenhum modelo que seja baseado em extremismo, funciona em qualquer canto do mundo, e em nenhuma sociedade, muito menos numa sociedade como a nossa, corrupta por natureza, hipócrita por convicção. A Alemanha, grande protagonista da Primeira e da Segunda Guerra Mundial, até hoje lembra para suas gerações os erros cometidos e pretente que assim não sejam mais repetidos. Mas a Alemanha não começou uma guerra sozinha; ela contou com países como Itália, Holanda, Bélgica, Hungria, Espanha, Portugal, e tantos outros que aproveitaram para fazer sua, digamos, “limpeza étnica” ajudando a Alemanha fazendo prisioneiros ou apontando adversários político-ideológicos. Hitler, austríaco de nascimento, não dava ordens para prender só judeus, mas qualquer inimigo do poder que ele exercia, e muitos eram alemães cristãos, ortodoxos, comunistas, judeus, e tudo que atravessasse o caminho. Hitler também contou com o silêncio de muitos quando invadiu a Polônia. Hoje, apenas como exemplo, 70 anos depois, vemos a Síria ser massacrada por todos os lados, por ação interesseira de alguns ou omissão de outros. E não apenas a Síria, tantos outros países fazendo sua “limpeza étnica” e o mundo em silêncio. O que, de fato, mudou?