Segurança

Carro Roubado é Recuperado no Planalto Pela Guarda Municipal

Fiat

Uma equipe de patrulhamento da Ronda Ostensiva da Guarda Municipal do Natal (Romu/GMN) recuperou nesta segunda-feira (30), mais um carro com queixa de roubo. O veículo modelo Fiat Argo, de cor branca e placas QGX 0207, foi encontrado pelos guardas municipais, abandonado numa área de mata situada no bairro Planalto, zona Oeste da capital.

Os guardas municipais foram acionados por meio de uma denúncia feita ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp). Quando chegaram no local informado encontraram o veículo e ao buscar informações do mesmo foi detectado no sistema a queixa de roubo.

De acordo com informações da equipe da GMN, o carro foi tomado de assalto ainda na madrugada de hoje quando o proprietário foi rendido por homens armados. A vítima foi surpreendida quando estacionava o veículo e homens armados com revólveres anunciaram o assalto levando o automóvel e pertences.

O carro vai ser conduzido a Delegacia de Especializada em Defesa da Propriedade de Veículos e Cargas (Deprov) para realização dos procedimentos de recuperação e entrega ao legítimo proprietário. A guarnição da GMN ainda realizou buscas na região no intuito de tentar localizar os suspeitos do roubo, porém ninguém foi encontrado.

Fonte: SECOM

Polícia

No RN da Segurança, Carro Forte Explodido na BR-304

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Depois de mais uma matéria do Fantástico falando sobre a falta de segurança no RN, e a resposta indignada da secretária de segurança do Estado dizendo que não sabe como uma programa da envergadura do Fantástico se passa para fazer política sobre um estado como o RN, uma cidade como Natal; o que facilmente percebe-se que o Fantástico, por ser tão grande, deveria pouco se preocupar com um Estado tão sem importância, a não ser que tivesse interesse político. Mas em sendo uma coisa política, como tenta argumentar a secretária, e pela importância que o RN tem para o Brasil, segundo seu ponto de vista nenhuma, o Fantástico teria mais o que fazer. Teria, se a coisa não fosse tão feia aqui, e que assim diga o jornal “El País”, da Espanha, que não parece ter interesse político em falar da violência no RN.

Mas o que deve ser sentido mesmo é essa indignação que só aumenta na população. Depois da propaganda do governo do RN, criando um estado seguro, hoje já tivemos um carro forte explodido na BR-304 no sentido Mossoró/Natal. Segundo a Polícia Rodoviária Federal seis bandidos atiraram com armamento pesado e explodiram o carro forte. Ninguém se machucou. Segundo testemunhas que passavam no local, os bandidos ainda atiraram em direção aos veículos que poderiam se aproximar e depois fugiram. Ninguém sabe quanto levaram desse carro forte.

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Os carros fortes são explodidos nos diversos casos do Brasil, isso é verdade, mas não se pode culpar sempre os outros daquilo que foi dito que seria resolvido e não foi. Se esse é o governo da segurança, se o governador estudou 20 anos, todos imaginam se não fosse. O Fantástico costuma vir para o RN porque desde Alcaçuz, quando o governo do RN demonstrou incapacidade para resolver, fragilidade nas decisões, e um povo assustado, nunca mais deixou de vir. Isso é o RN que quebra paradigmas, tanto que já deve ter batido todos os recordes negativos de matérias em rede nacional e na imprensa internacional.

Governo do Estado, Política

“Faiô”

Que ninguém acreditava nas 500 obras que o governador Robinson Faria dizia que o povo não sabia, tudo bem. Já era esperado. Que ninguém sabia como as obras eram numeradas, tudo bem, poderiam ser escolhidas de várias formas. Essa lista nunca aparece e a forma como postam é aleatória, assim ninguém sabe quem veio primeiro, o ovo ou a galinha. Que muitas obras numeradas são caronas em eventos, obras sequer começadas, imagine terminadas, também não surpreende os potiguares, afinal esse é o governador sonhador e o governo dos pesadelos dos povo.

Mas o que ninguém esperava era que um perfil, digamos, anônimo embora público, “Memes Potiguares”, tenha prestado atenção nos erros que a “inovadora” comunicação do governo cometesse na numeração das obras. Com exceção do que dizem investir no Centro de Reabilitação Infantil – CRI, que já apareceu esses dias na mídia justamente pela falta de material odontológico e atendimento aos pacientes.

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Três dos quatro números na imagem acima são correlacionados e a impressão que se tem é que a ideia é fazer crer que são mais obras feitas, confundir o cidadão, subestimar a inteligência do povo. Nada muito diferente do que se vê nesses três anos e quatro meses de administração.

Pelo que pode-se ver, ninguém sabe a numeração dessas obras, quais são e quantas são, finalmente. E se depender disso, Robinson está certo em dizer que Robinson não sabe se é candidato, porque parece que nada tem ajudado, nada caminha para a recuperação da imagem do governador. Apenas aqueles que “pescam” cargos no governo continuam na defesa da candidatura do governador, mas com o olho na segunda opção, para saber com quem “contribuir no futuro”.

Cultura

Brasileiro Julián Fuks Vence Prêmio Literário Alemão

Fuks

Escritor paulistano e autora berlinense Manja Pränkels dividem Prêmio Anna Seghers, concedido há mais de três décadas a jovens talentos da literatura de língua alemã e da América Latina.

Os vencedores deste ano do Prêmio Anna Seghers de literatura são o escritor brasileiro Julián Fuks e a autora berlinense Manja Präkels, divulgou nesta segunda-feira (23/04) a assessoria de imprensa da fundação responsável pelo prêmio literário alemão. A cerimônia de premiação ocorrerá em 23 de novembro, na Academia das Artes de Berlim.

Pela primeira vez desde 2012, dois autores são homenageados com o Prêmio Anna Seghers, destinado a jovens talentos da literatura de língua alemã e da América Latina. O valor do prêmio, concedido desde 1986, é de 8 mil euros.

Fuks, nascido em 1981 em São Paulo, filho de pais argentinos, ganhou recentemente notoriedade com seu livro A resistência (Companhia das Letras, 2015), que venceu o Prêmio Jabuti e também o renomado Prêmio José Saramago.

A obra tematiza a Guerra Suja – o regime adotado em meio à ditadura militar argentina, a partir de 1976 – e o exílio no Brasil. “Uma expedição pessoal ao passado – político e emocional – de uma família latino-americana às voltas com uma feroz ditadura e com a agridoce experiência do exílio”, resume a Companhia das Letras.

Fuks, que além de escritor é tradutor e crítico literário, estreou em 2004 com a coletânea de contos Fragmentos de Alberto, Ulisses, Carolina e eu. Seus dois primeiros romances, Histórias de literatura e cegueira (2007) e Procura do romance (2012), renderam-lhe elogios da crítica literária e foram finalistas do Prêmio Jabuti. Em 2012, a revista literária Granta coroou Fuks como um dos escritores mais promissores da literatura brasileira.

Präkels, por sua vez, recebeu o Prêmio Anna Seghers por seu primeiro romance, Als ich mit Hitler Schnapskirschen aß (Quando eu jantei cerejas de conhaque com Hitler, em tradução livre), de 2017, com o qual a escritora e cantora foi também nomeada para o Prêmio da Literatura Jovem Alemã de 2018. Na obra, Präkels usa o exemplo de uma cidade pequena em Brandemburgo para descrever como o culto ao nazismo preenche o vácuo que surgiu após a queda do Muro de Berlim, ocupa locais públicos e alimenta a violência.

O Prêmio Anna Seghers e leva o nome da escritora alemã, morta em 1983 e que ficou famosa por retratar a experiência moral da Segunda Guerra Mundial. Ela deixou em seu testamento o desejo de que os rendimentos obtidos com suas obras fossem usados para incentivar jovens talentos da literatura. “As obras de Anna Seghers são lidas, encenadas e filmadas como nunca”, disse Hans-Willi Ohl, presidente da Fundação Anna Seghers. “Torna-se claro que os textos de Seghers, com sua qualidade poética e sua primazia política, ainda têm muito a dizer nos dias de hoje.”

Fonte: Deutsche Welle

Televisão

“La Casa de Papel” e a História de “Ciao Bella”, o Hino dos Protagonistas

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Todo fã de verdade de “La Casa de Papel”, a série espanhola de ficção que mostra quase em tempo real um assalto bilionário à Casa da Moeda de Madri, já conhece “Bella Ciao”, a canção entoada pelos protagonistas em momentos-chave da trama. A música é ouvida pela primeira vez em um flashback que mostra os personagens Professor (Álvaro Morte) e Berlim (Pedro Alonso). Berlim pede que o Professor prometa que eles não serão presos se as coisas se complicarem durante o assalto. A canção também é entoada em outros momentos da série (vamos evitar dar mais spoilers aqui).

Muitas pessoas podem não saber, mas “Bella Ciao” tem muita história, não é uma canção feita para o popular seriado da Netflix. A música foi hino da resistência italiana contra o fascismo de Benito Mussolini e das tropas nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Essa referência aparece na série, sendo revelada pela personagem Tóquio (Úrsula Corberó), ao falar do mentor do assalto. “A vida de Professor girava em torno de uma única ideia ‘Resistência’. Seu avô, que tinha ficado ao lado dos ‘partigiani’ (como são chamados os heróis da resistência antifascista na Itália) para derrotar os fascistas na Itália, lhe havia ensinado essa música e depois ele nos ensinou”, diz ela numa cena.

Na última quarta-feira, 25, quando a Itália celebrava 73 anos de sua libertação do nazifascismo, a música foi entoada em diversas cidades do país.

Origem Disputada

Mas a origem de “Bella Ciao” pode ser ainda mais antiga. Alguns sugerem que a melodia é uma adaptação de uma canção Klezmer, um gênero que emerge da tradição musical de judeus asquenazes, da Europa Oriental. Mais especificamente de “Oi Oi di Koilen”, do acordeonista ucraniano Mishka Ziganoff, que foi gravada em Nova York em 1919. Ao ouvir esta melodia em iídiche (dialeto das comunidades judaicas da Europa Central e Oriental) são várias as semelhanças com “Bella Ciao”.

O hino da resistência italiana teria sido levado ao país por um imigrante que estava nos Estados Unidos. De acordo com outra versão, “Bella Ciao” teria surgido das canções populares das trabalhadoras dos campos de arroz do vale do rio Pó, no norte da Itália, no século 19. Canções populares como “Picchia alla porticella” e “Fior di tomba” têm trechos que lembram “Bella Ciao”.

Hino Internacional da Resistência

Mas a história de “Bella Ciao” não termina aí. Nos anos 60, a música se tornou um hino popular durante as manifestações de trabalhadores e estudantes na Itália. No governo de Silvio Berlusconi, partidos de esquerda italianos cantavam a música antifascista como forma de protesto. Mais recentemente, durante uma manifestação de bancários por aumento salarial em Buenos Aires, os funcionários parodiaram a letra de “Bella Ciao” e cantaram para o governo de Mauricio Macri: “Somos bancários, queremos aumento e Macri tchau, tchau, tchau”.

Em 2013, “Bella Ciao” foi entoada em protestos em Istambul e, em 2014, nos atos pró-democracia em Hong Kong. Na Grécia, partidos de extrema esquerda também utlizaram a canção em campanhas eleitorais. Há várias versões de “Bella Ciao” em ritmos que vão do punk ao ska. A canção foi gravada por Mercedes Sosa e Manu Chao, entre outros. No Chile, no início dos anos 70, durante o governo de Salvador Allende, o grupo Quilapayún adotou “Bella Ciao” como uma canção de protesto.

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A letra em versão livre para Português

Uma manhã, eu acordei
Bela, tchau! Bela, tchau! Bela, tchau, tchau, tchau!
Uma manhã, eu acordei
E encontrei um invasor
Oh, partigiano (membro da Resistência), leve-me embora
Bela, tchau! Bela, tchau! Bela, tchau! Bela, tchau, tchau, tchau!
Oh, membro da Resistência, leve-me embora
Porque sinto que vou morrer
E se eu morrer como partigiano,
Bela, tchau! Bela, tchau! Bela, tchau, tchau, tchau!
E se eu morrer como partigiano,
Você deve me enterrar
E me enterre no alto das montanhas
Bela, tchau! Bela, tchau! Bela, tchau, tchau, tchau!
E me enterre no alto das montanhas
Sob a sombra de uma bela flor
E todas as pessoas que passarem
Bela, tchau! Bela, tchau! Bela, tchau, tchau, tchau!
E todas as pessoas que passarem
Te dirão: Que bela flor!
E essa será a flor da Resistência
Daquele que morreu pela liberdade
E essa será a flor da Resistência
Daquele que morreu pela liberdade

Fonte: BBC Brasil

Televisão

Agildo Ribeiro Morre aos 86 anos

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Agildo Ribeiro morreu aos 86 anos, no Leblon, no Rio de Janeiro, na manhã deste sábado (28). Agildo sofria de problemas cardíacos.

Agildo da Gama Barata Ribeiro Filho nasceu no Rio de Janeiro em 26 de abril de 1932. Conhecido também como “capitão do riso”, o ator iniciou a carreira no rádio, mas seu reconhecimento foi após seus trabalhos cômicos na televisão. “Virou hábito: eu abro a boca e todo mundo ri. Eu nasci para ser artista”, declarou o ator em entrevista.

O ator tem dezenas de trabalhos no teatro, cinema e TV. Agildo foi o primeiro ator a interpretar João Grilo, personagem central da peça “Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna.

Entre os destaques na TV estão os trabalhos em “O Planeta dos Homens” (1976), seu programa próprio, chamado de “Estúdio A… Gildo” (1982), “Escolinha do Professor Raimundo” (1999) e “Zorra Total” (1999). O último trabalho do ator foi no humorístico “Tá no Ar: a TV na TV”.

Já no cinema, seus trabalhos mais recentes foram em “Casa da Mãe Joana” (2008) e “O homem do ano” (2003). Outro trabalho que marcou a história de Agildo foi na companhia do ratinho Topo Gigio, personagem de um programa infantil na TV no final da década de 1960.

Agildinho, como era conhecido na infância, se inspirava na realidade para fazer graça desde criança. “Eu sou muito observador, tenho um ouvido incrível. Tenho mania de imitar os outros e a imitação é o caminho inicial para fazer um tipo”, dizia Agildo. Em março de 2018, o ator foi homenageado no Prêmio do Humor, evento idealizado e apresentado por Fábio Porchat. Em 2012, Agildo Ribeiro descobriu que tinha um filho, na época, com 47 anos. Marcelo Galvão é de uma relação de Agildo em 1965. Em um encontro com o rapaz durante o programa “Fantástico”, em 2013, o ator descobriu também que era avô de uma menina.

Ao longo da vida, o ator teve diversos casamentos, incluindo com as atrizes Marília Pera e Consuelo Leandro. Seu último casamento foi com a atriz e bailarina Didi Barata Ribeiro. Os dois ficaram juntos durante 35 anos. Didi morreu em 2009.

Fonte: G1

 

Festival

Parque da Cidade Recebe 2º Festival de Bolhas

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Neste domingo, 29, acontecerá no Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, o Festival de Bolhas Gigantes, das 13 horas às 18 horas.

A programação é gratuita e aberta ao público de todas as idades, e haverá oficina para quem quer ficar craque em bolhas de sabão e materiais feitos artesanalmente. Garrafas com uma “porção mágica” para produção das bolhas serão vendidas para cobrir os custos da viagem do grupo Show de Bola – Produções, que já passou por países da américa latina, sudeste, sul e nordeste.

Para os que quiserem participar da brincadeira deverão levar materiais como baldes, detergentes e água para a produção de bolhas. Já os que almejam participar da oficina, precisam levar palitos de churrasco ou gravetos, barbantes e tesouras.