Prefeitura, São João

São João de Natal Já É Sucesso

Depois de se colocada em dúvida sua efetividade e utilidade financeira, o São João de Natal já chegou na primeira noite, no polo zona sul, mostrando que veio para ficar.

Nesta quarta, 12, em meio de semana, com a chuva aparecendo na festa, o estacionamento do Arena das Dunas lotou para ver as atrações do dia, inclusive com transmissão ao vivo feita pela Band Natal, o principal nome do dia, Xand Avião, não perdeu a chance de repercutir a festa nas suas redes sociais.

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, teve a coragem de arriscar, bater de frente com outras cidades nordestinas com sua festa de São João consolidada, é o caso de Campina Grande, Caruaru, Mossoró.

Semana passada a zona norte lotou o Arena Itapetinga para ver Grafith, Rita de Cássia, e Eliane. E o polo zona sul começou bem, o natalense correspondeu na primeira noite e promete comparecer em todas as noites.

O barulho do São João em Natal não foi de estalinhos, foi de girolandas.

Meio Ambiente, Negócios

Plataforma Ajuda a Encontrar Posto de Coleta para Descarte Correto de Medicamento

Muitas vezes não utilizamos todos os remédios prescritos pelo médico quando estamos doentes e guardamos as sobras das cartelas para alguma outra ocasião. No entanto, os medicamentos ficam guardados por tanto tempo que acabam perdendo a validade. O que fazer com eles?

Jogar remédios vencidos ou sobras no lixo comum traz inúmeros prejuízos ao meio ambiente e à saúde pública. As substâncias químicas contaminam o solo e a água, podendo afetar peixes e outros organismos vivos que servem como base de alimentação para as pessoas.

O Brasil é o 6º maior mercado de medicamentos do mundo, segundo dados de 2017 da IQVIA, multinacional que atende às indústrias combinadas de tecnologia de informação em saúde. Por ano, estima-se que sejam produzidas mais de 10 mil toneladas desse tipo de resíduo, conforme dados da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Pensando nisso, a Roche, em parceria com o portal eCycle, desenvolveu uma plataforma que ajuda o consumidor a descobrir o lugar mais próximo de coleta de medicamentos vencidos.Para localizar o endereço, basta incluir o CEP de onde você está no site e o sistema faz um mapeamento dos pontos de descarte mais próximos ao usuário.

De acordo com dados da Roche, em 2018, a procura por esse tipo de serviço cresceu 190% em relação ao ano anterior.Para descobrir o ponto de coleta para descarte de remédios vencidos mais próximo, clque aqui.

Fonte: Época Negócios

Economia

China convoca empresas de tecnologia estrangeiras após veto a vendas da Huawei

A China convocou empresas globais de tecnologia para conversas na semana passada, após a proibição dos Estados Unidos a vendas de tecnologia à chinesa Huawei Technologies, disseram duas pessoas familiarizadas com o tema à Reuters neste domingo.

A suspensão da Huawei, maior fabricante do mundo de equipamentos para redes de telecomunicações, proíbe empresas dos EUA de fornecer à empresa muitos produtos e serviços devido ao que Washington afirma serem preocupações com segurança nacional, uma medida potencialmente danosa que rapidamente aumentou tensões comerciais entre EUA e China.

A Huawei nega que seus equipamentos representem uma ameaça à segurança.

Pouco depois, Pequim anunciou que divulgaria sua própria lista de entidades estrangeiras “não confiáveis”. O país também sugeriu que irá limitar o fornecimento de terras raras aos EUA.

Uma pessoa na gigante norte-americana de softwares Microsoft disse que o encontro da companhia com autoridades chinesas não foi um alerta direto, mas afirmou que foi deixado claro para a empresa que cumprir com as proibições dos EUA provavelmente levaria a novas complicações para todos os participantes do setor.

A companhia foi solicitada a não adotar medidas precipitadas ou infundadas antes que a situação seja compreendida inteiramente, acrescentando que o tom foi conciliatório.

A Microsoft não quis comentar.

As reuniões, lideradas pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reformas (NDRC, na sigla em inglês) da China, foram noticiadas primeiramente pelo New York Times. Segundo o jornal, grandes empresas estrangeiras de tecnologia foram alertadas a não cumprir a proibição dos EUA às vendas de tecnologia norte-americana para empresas chinesas, sob risco de poderem enfrentar “consequências terríveis”.

A NRDC não respondeu imediatamente a um pedido de comentário enviado pela Reuters por fax.

Não é incomum que a China convoque representantes de empresas domésticas e estrangeiras, às vezes em grupos, para expor suas visões.

Uma pessoa de uma outra companhia de tecnologia dos EUA na China que foi informada por colegas sobre a participação da empresa na reunião disse à Reuters que o tom foi “muito mais ameno” do que o esperado.

“Nenhuma menção à Huawei. Nenhum ultimato. Só pediram para permanecer no país, contribuir para uma negociação em que ambos os lados ganham”, disse a pessoa, que não quis ser identificada por nome ou empresa devido à sensibilidade do tema.

“Eu acho que eles percebem que ainda precisam de tecnologias e produtos dos EUA por ora; a auto-suficiência vai levar um bom tempo, e só depois eles podem nos expulsar”, disse a pessoa.

O New York Times publicou que outras companhias convocadas para reuniões na terça e quarta-feira da semana passada incluíam a fabricante de computadores dos EUA Dell Technologies, as sul-coreanas Samsung Electronics [005930.KS] e SK Hynix Inc [000660.KS], e a desenvolvedora de chips britânica ARM, que no mês passado suspendeu o fornecimento à Huawei.

Samsung e SK Hynix não quiseram comentar. A Dell não respondeu de imediato a um pedido de comentário enviado por email neste domingo, enquanto um porta-voz da ARM não pôde ser contatado imediatamente.

Fonte: Reuters

Previdência

Três Cartas, 27 Governadores e uma Batalha para Entrar na Reforma da Previdência

Um racha entre os 27 governadores brasileiros expôs, mais uma vez, a dificuldade de articulação do Governo Jair Bolsonaro em aprovar sue reforma da Previdência. A divisão poderia fazer com que Estados e municípios fiquem de fora das alterações nas aposentadorias previstas na proposta de emenda constitucional (PEC) 06/2019. A ausência deles criaria uma figura jurídica até então impensável: um país com 5.598 regimes previdenciários distintos: um para os servidores da União e demais trabalhadores da iniciativa privada, 27 regimes dos Estados e 5.570 dos municípios. A sugestão de tirar Estados e municípios do texto original partiu de um grupo de deputados e partidos no Congresso. Assim, cada Estado teria de discutir nas respectivas Assembleias Legislativas as mudanças previdenciárias, o que dividiria o desgaste de Brasília com a medida impopular que mexe com o país.

Mas falta consenso entre os governadores sobre qual projeto eles vão defender na proposta que está no Congresso. A divisão entre chefes dos Executivos estaduais ficou exposta na última semana, quando foram lançadas três cartas distintas em nome dos governadores e causaram desconforto para os mandatários, que se reunirão na próxima terça-feira durante o Fórum dos Governadores, em Brasília. Há duas razões para os governadores entrarem diretamente nessa discussão da Previdência.

A primeira é econômica. O déficit das previdências estaduais é de quase 95 bilhões de reais. E a estimativa de economia para a próxima década é de 350 bilhões de reais, caso a reforma seja aprovada da maneira como foi enviada ao Congresso Nacional.

A segunda, é política. Caso eles não estejam na reforma, cada um terá de enfrentar o desgaste local para fazer sua própria mudança.

É nesse cenário que surgiu a confusão das três cartas dos governadores. A primeira publicada na quinta-feira era uma espécie de afronta aos parlamentares. Nela, os governadores manifestavam “veemente repúdio à sugestão de retirada dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios da Proposta de Emenda à Constituição que modifica o sistema de Previdência Social, atualmente debatida no Congresso Nacional”. Não teve assinaturas, mas foi enviada pelo Fórum dos Governadores, que tem como coordenador Ibaneis Rocha (MDB-DF). Foi escrita após pressão do governador de São Paulo João Dóri(PSDB-SP), que reclamou com os seus 26 colegas por meio de um grupo de WhatsApp. Dória protagonizou esta semana as queixas sobre o assunto. “A eventual possibilidade de excluir Estados e municípios seria um desastre para o país”, reclamou ele.

Como vários governadores se queixaram do tom do documento, horas depois, elaboraram um novo, mais ameno e assinado por 25 mandatários. No texto, só não havia os nomes do governador da Bahia, Rui Costa (PT-BA), e do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB-MA). Na versão final, o termo “repúdio à sugestão de retirada” foi substituído por “apoio à manutenção…”. Além disso, disse que esperava contar com “o indispensável apoio de nossos deputados e senadores para a manutenção dos Estados e do Distrito Federal na Nova Previdência, a fim de garantir o equilíbrio fiscal e o aumento dos investimentos vitais que promovam a melhoria da vida de nossos concidadãos, evitando o agravamento da crise financeira que já se mostra insustentável”.

Os nove governadores da região Nordeste – sete deles filiados a partidos de esquerda como PT, PCdoB e PSC, que fazem oposição ao Governo Bolsonaro – negaram ter assinado esses dois documentos e publicaram uma nova carta, na qual admitem a necessidade da reforma, mas criticam vários pontos dela, como as alterações na aposentadoria dos trabalhadores rurais, o corte no pagamento do abono salarial, a desconstitucionalização das regras previdenciárias, a capitalização e a redução do benefício de prestação continuada (que é o pagamento para idosos e deficientes físicos que tem a renda inferior a um quarto de um salário mínimo). Por fim, reclamaram que “a retirada dos Estados da reforma e tratamentos diferenciados para outras categorias profissionais representam o abandono da questão previdenciária à própria sorte, como se o problema não fosse de todo o Brasil e de todos os brasileiros”.

Indagado sobre a confusão entre os chefes dos Executivos estaduais, Ibaneis Rocha amenizou as diferenças. “Não existe racha. Existe divergência. Dia 11 estaremos todos aqui juntos, no Fórum de Governadores e eu tenho certeza que todos os governadores serão ouvidos em suas posições. Unanimidade sempre foi uma coisa muito burra”.

Já Flávio Dino, um dos que não assinaram o texto, disse que o fórum se antecipou à discussão e divulgou duas cartas que não tinham sido objeto de consulta geral. Apesar de ser considerado um dos líderes da oposição ao governo Bolsonaro, o governador maranhense diz que é a favor da reforma, mas não da que foi enviada ao Congresso. “Não vou defender uma reforma que destrói o país e mata os mais pobres. Enquanto não ajustar os pontos que afetam essa população, qualquer outro tema será secundário, inclusive a participação dos Estados e municípios”, disse.

Outro opositor à gestão Bolsonaro, o governador Wellington Dias (PT-PI) referenda a posição de Dino e também cobra as alterações dos pontos que atingem a população mais pobre. “Tirar os Estados não resolve o problema do Brasil”, pondera.

Com a inabilidade do presidente da República para negociar com os governadores, quem tem sido apontado como o bombeiro para apagar esse incêndio é o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Praticamente todas as semanas ele conversa com os chefes dos Executivos para colher as impressões deles sobre o tema e tenta costurar um acordo. Sua posição é que as mesmas regras para os servidores federais deveriam passar a valer para os demais. “Se a reforma sair, pode botar na conta do Maia”, afirmou Dino.

Com a proximidade do recesso do Legislativo, a Câmara tem corrido contra o tempo para aprovar a reforma nas próximas cinco ou seis semanas. Até o dia 15, o relator da PEC na Comissão Especial da Reforma da Previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP), deve entregar o seu voto. Em mais uma ou duas semanas o relatório é votado no colegiado, para seguir para o plenário na sequência. A aprovação da proposta ocorre com o apoio de 308 dos 513 deputados. Depois, ainda segue para o Senado.

Fonte: El País

Do blog: No meio dessas cartas e propostas, para que lado deverá discursar a governadora do RN, Fátima Bezerra?

Economia

Conselho Nacional de Política Energética Quer Fomentar Livre Concorrência no Abastecimento de Combustíveis

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou, hoje (4), uma resolução para fomentar a livre concorrência na atividade de abastecimento de combustível no Brasil, por meio do estímulo à entrada de novos agentes econômicos. A ideia é, por meio de mais espaço para empresas concorrentes, estimular mais investimentos e, em consequência, empregos no país.

A fim de viabilizar esse processo, o conselho definiu um prazo de 180 dias para que algumas metas sejam cumpridas por autoridades do setor. “Ao Ministério da Economia caberá avaliar a implementação da monofasia tributária para a livre concorrência”, disse, por meio de nota o CNPE, após a reunião de hoje (4), no Ministério de Minas e Energia.

Também conhecida por tributação concentrada, a tributação monofásica é um mecanismo similar à substituição tributária, no sentido de atribuir a um determinado contribuinte a responsabilidade pelo tributo de toda uma cadeia de produto ou serviço.

Quanto à venda direta de etanol, segundo o CNPE, é necessário, antes, a aprovação de uma lei que estabeleça a monofasia tributária federal.

Ainda segundo a resolução aprovada hoje, caberá ao Ministério de Minas e Energia preparar estudos sobre modelos de negócios e arranjos societários entre agentes regulados, de forma a subsidiar a formulação de medidas voltadas para a ampliação da competitividade do setor, bem como a articulação, junto aos órgãos pertinentes, visando o combate à sonegação e à adulteração de combustíveis, práticas que, segundo o CNPE, distorcem a concorrência no setor.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ficará encarregada de concluir os processos de tomada pública de contribuição sobre as atividades de distribuição e de revenda de combustíveis no país.

Foi dado à ANP o prazo até 240 dias para avaliar outros temas atinentes ao abastecimento de combustíveis que, por ventura, não tenham sido mencionados na tomada pública de contribuição.

Fonte: globo.com

Assembléia Legislativa

Deputado Hermano Morais Homenageia, Nesta Quarta, 05, na Assembléia Legislativa, o Grupo de Apoio a Criança com Câncer (GAAC)

O deputado estadual Hermano Morais (MDB) será o propositor de Sessão Solene em homenagem aos 30 anos de fundação do Grupo de Apoio a Criança com Câncer (GACC). O evento está marcado para se iniciar às 09h desta quarta-feira (05), no plenário da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.

O GACC é uma entidade de utilidade pública sem fins lucrativos , com uma diretoria formada exclusivamente por voluntários que, há 29 anos, apoia crianças e adolescentes em tratamento oncológico e hematológico na capital do estado junto de suas famílias.

Desde 1989, o grupo presta assistência integral às crianças e adolescentes com o intuito de amenizar-lhes carências financeiras e afetivas, assistindo-os direta ou indiretamente. Os assistidos recebem apoio psicológico, nutricional, social e pedagógico, além de alimentação, hospedagem, fraldas, exames e medicamentos complementares e cestas básicas mensais.

Na solenidade, serão homenageados as seguintes personalidades: Francineide Sérgio Damasceno Barbosa, Maria Amália Bezerra Varela, Maria Barbosa de Farias, Maria da Natividade Gomes Passos, Maria Zélia Fernandes, Mariana Magna Santos da Nóbrega, Marici Souza Pessoa de Medeiros, Marise Vitória de Lima Moreira, Tânia Maria Rocha Cabral, Guararapes Confecções.

Opinião

Limitações e Limitadores

Na impossibilidade de conhecimento preciso de mundo e da maioria de pessoas no mundo, parto para a generalização local.

Lendo sobre o evento que postei anteriormente sobre a Campus Party Natal 2 (#CPN2), e analisando tantos outros casos e eventos, vejo o quanto somos limitados e limitadores de conhecimento.

Em eventos grandes como esses, primeiro tratamos como um grande favor, com enorme gratidão, por Natal fazer parte (por exemplo) e esquecemos que eventos, em sua maioria, são feitos para que alguém tenha lucro. É dinheiro, não é favor. Se não tiver nenhum lucro, difícil voltar ao mesmo local.

Segundo, pensar localmente sobre esse evento é ver que se resume aos “escolhidos” da bolha, que apontam, direcionam aquilo que eles acham que pode funcionar bem no evento. É normal, é comum, mas quem quer oferecer além da expectativa não se resume a consultar alguns, mas buscar ideias com vários. De onde menos se espera aparece uma ideia que ninguém perguntou se existia ou poderia ser executada. Um aplicativo. Um produto diferente.

No Rio Grande do Norte, o pote de ouro está com quem guarda as informações para si e uns poucos. Os grandes, e hoje raros, eventos que possuem parceria com o poder público são atestado de competência, motivo de competição e necessidade de mostrar serviço. Logo, limitar as informações, dar em forma racionada, chamando quando acha que deve para tirar uma dúvida, parece ser para constar. Neste caso da Campus Party, o evento é de tecnologia, para amantes do assunto, para curiosos também (tecno curiosos?) e para mostrar o poder da informação intramuros mostrando quem manda.

Soundtrack: “So Am I” (Ava Max), “No Sleep” (Martin Garrix, Bonn), “Only You” (Cheat Codes, Little Mix)